<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988</id><updated>2012-02-08T12:10:48.283-08:00</updated><category term='Geologia'/><category term='Teologia'/><category term='Cosmologia'/><category term='Política'/><category term='Dilúvio'/><category term='Arqueologia e Outros'/><category term='Apologética'/><category term='Genética'/><category term='Gênesis'/><category term='Evolucionismo'/><title type='text'>Evolução &amp; Outros Mitos</title><subtitle type='html'>"Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus" - Paulo, o Apóstolo</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>67</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-6584139267199938718</id><published>2010-07-14T20:09:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T20:21:11.580-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Deixando o Brasil (novamente)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Os meus planos de responder aquele video amador e pseudo-histórico chamado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Zeitgeist&lt;/span&gt;, acabaram sendo interrompidos pela oportunidade que me apareceu de ir para a China, para a cidade de Wuhan mais precisamente, e trabalhar em uma escola internacional, ensinando Ciências Sociais (Política, Economia e História). Não tenho certeza se é possível acessar o blogspot na China devido ao "The Great Firewall" - o controle de informação na internet do Governo Chinês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;É a segunda vez que deixo o país, a primeira eu fui para os EUA, para o estado mais liberal dos EUA. Agora estou indo para um país cuja história e cultura sempre me cativou. Pelo menos não há MST na China e nem Lula (embora ele apareça de vez em quando lá).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou honrado em trilhar o mesmo caminho que Hudson Taylor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço para todos!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-6584139267199938718?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/6584139267199938718/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=6584139267199938718' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6584139267199938718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6584139267199938718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2010/07/deixando-o-brasil-novamente.html' title='Deixando o Brasil (novamente)'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-6411078327441525124</id><published>2010-07-14T17:19:00.001-07:00</published><updated>2010-07-14T20:04:39.979-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Em Defesa da Fé: A Verdade Sobre a WRC [e-book]</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"  &gt;Há uns 4 anos atrás, quando eu ainda morava nos EUA, mais precisamente na Grande Boston, eu havia publicado um pequeno livro combatendo ensinos distorcidos e doutrinas estranhas (muito estranhas) de uma influente congregação evangélica (da qual eu tinha feito parte por 3-4 anos) que havia se desligado da Convenção Geral das Assembléias de Deus (tanto da Brasileira quanto da Americana) e adotado um novo nome: World Revival Church. Os acontecimentos e as doutrinas estranhas daquela congregação foram mencionados até por J. Lee Grady, o editor da Revista &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Charisma&lt;/span&gt;, uma das mais famosas revistas pentecostais dos EUA. Grady menciona num artigo entitulado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Angels, Deception and a Cry for Biblical Truth&lt;/span&gt; (Agosto, 2008) que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;At a growing Brazilian church in Boston, a pastor told his congregation he was having regular conversations with an angel. Weeks later he set a chair on the stage for the heavenly visitor, whom he said was attending Sunday services even though no one could see him. The pastor eventually wrote a book containing messages he had supposedly received from the angel. The man’s teachings became so bizarre that he was eventually removed from his denomination for promoting heresy&lt;/span&gt;."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Numa igreja brasileira grande em Boston, um pastor declarou para sua congregação que ele estava tendo conversas regulares com um anjo. Semanas mais tarde ele colocou uma cadeira na plataforma para o visitante celestial, a quem ele disse estava freqüentando os cultos de domingo, muito embora ninguém conseguisse vê-lo. O pastor acabou escrevendo um livro contendo mensagens que ele supostamente recebeu do anjo. Os ensinamentos desse homem se tornaram tão bizarros que ele acabou sendo expulso de sua denominação por promover heresia&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;" (Trecho da tradução feita por Julio Severo. Para ver o texto traduzido na íntegra, clique &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2008/09/anjos-engano-e-clamor-em-prol-da.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, tendo sido testemunha ocular dos eventos que ali aconteceram, mas que agora já fazem tanto tempo em minha mente, eu havia escrito uma pequena obra misturando um pouco de minha biografia com a refutação do livro que esta igreja havia publicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu publiquei o livro, o meu comando da língua portuguesa era sofrível (e ainda continua sendo) e não tendo ninguém que pudesse me ajudar na correção dos erros gramáticos,  eu mesmo tive que fazer as correções (olha só que desastre!); talvez eu realmente deveria ter vergonha por ter apresentado o material em tal forma. Mas a necessidade, na época, de combater tais ensinos era tão urgente que os erros de português ficaram para segundo plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro anos se passaram, e a vida que eu vivi nos EUA ficou tão distante que eu nunca mais toquei neste assunto. Mas agora, eu decidi compartilhar com os leitores deste blog (será que há algum?) esta obra, que foi a minha primeira e nenhum escritor (profissional ou amador) esquece sua primeira obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma mudança foi feita no livro, a preguiça não deixou, ele continua com os mesmos erros gramaticais, com a mesma indignação bíblica, com as mesmas expressões carregadas de ardor (ou até furor) contra toda falsidade doutrinária. Confesso que eu havia escrito duramente, mas não me arrependo do conteúdo daquilo que escrevi, pois como já dizia Martinho Lutero, não é seguro nem correto ir contra a própria consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interior do livro (isto é, tudo menos a capa) pode ser lido e baixado no scribd &lt;a href="http://www.scribd.com/doc/34351212/Em-Defesa-da-Fe-A-Verdade-Sobre-a-World-Revival-Church"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-6411078327441525124?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/6411078327441525124/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=6411078327441525124' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6411078327441525124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6411078327441525124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2010/07/em-defesa-da-fe-verdade-sobre-wrc-e.html' title='Em Defesa da Fé: A Verdade Sobre a WRC [e-book]'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-7207978724256508065</id><published>2010-03-11T06:16:00.000-08:00</published><updated>2010-03-11T06:19:55.172-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Caindo Sem Parar</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Olavo de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em editorial do dia 25 último, a Folha de S. Paulo faz as mais prodigiosas acrobacias estatísticas para induzir o leitor a acreditar que a queda do Brasil do 76º para 88º lugar em educação básica, na escala da Unesco, representa um progresso formidável. Não vou nem entrar na discussão. Entre a Unesco, o Ministério da Educação e o jornal do sr. Frias, não sei em quem confio menos. Mas confio nos testes internacionais em que os nossos alunos do curso médio tiram invariavelmente os últimos lugares entre concorrentes de três dezenas de países. Numa dessas ocasiões o então ministro da Educação buscou até consolar-se mediante a alegação sublime de que “poderia ter sido pior”. Claro: se ele próprio fizesse o teste, a banca teria de criar ad hoc um lugar abaixo do último. Seríamos hors concours no sentido descendente do termo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confio também na proporção matemática entre o número de profissionais da ciência em cada país e o de seus trabalhos científicos citados em outros trabalhos, tal como aparece no banco de dados da Scimago. Aí vê-se que, em número de citações — medida da sua importância para a ciência mundial —, os cientistas brasileiros vêm caindo de posto com a mesma velocidade com que, forçada pelo CNPq e pela Capes, aumenta de ano para ano a sua produção de trabalhos escritos. Ou seja: quanto mais escrevem, menos utilidade o que escrevem tem para o progresso da ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em medicina, passamos do 24º lugar, em 1997, para o 36º em 2008. Em bioquímica e genética, no mesmo período, do 19º para o 36º. Em biologia e agricultura, do 18º  para o 32º. Em física e astronomia, do 18º para o 29º. Em matemática, do 13º para o 28º. Não houve um só setor em que nossos cientistas não escrevessem cada vez mais coisas com cada vez menos conteúdo aproveitável para os outros cientistas. Em doses crescentes, o que se entende por ciência no Brasil vai se tornando puro fingimento burocrático, pago com dinheiro público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o professor Hermes, a coisa começou em 2003, mas piorou muito entre 2005 e 2008. Mas de 1999 a 2009 “houve aumento de 133% no número de artigos científicos publicados em revistas especializadas. O investimento do Ministério da Ciência e Tecnologia neste setor duplicou de 2000 a 2007. O investimento privado também aumentou nesse período”. Obviamente, não está faltando dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o CNPq, a Capes e o governo em geral admitirem que há uma diferença substantiva entre fazer ciência e mostrar serviço para impressionar o eleitorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se essa diferença parece obscura ou inexistente para os atuais senhores das verbas científicas no Brasil (e para a mídia que os bajula), fenômeno similar ocorre na educação primária e média, onde o governo dá cada vez menos educação a um número cada vez maior de alunos, democratizando a ignorância como jamais se viu neste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisa parecida também não acontece no ramo editorial, onde a produção crescente de livros para o público de nível universitário acompanha pari passu o decréscimo de QI dos autores que os escrevem? Confio, quanto a esse ponto, na minha memória de leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as décadas de 50 e 70 ainda tínhamos, vivos e em plena efusão criativa, alguns dos mais notáveis escritores e pensadores do mundo: Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes, Jorge de Lima, Cecília Meirelles, José Geraldo Vieira, Graciliano Ramos, Herberto Sales, Josué Montello, Antonio Olinto, João Guimarães Rosa, Jorge Andrade, Nélson Rodrigues, Vicente Ferreira da Silva, Mário Ferreira dos Santos, Miguel Reale, José Honório Rodrigues, Gilberto Freyre, José Guilherme Merquior — além dos importados Otto Maria Carpeaux, Vilém Flusser, Anatol Rosenfeld e tutti quanti. Que me perdoem as omissões, muitas e volumosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil era um país luminoso, capaz, consciente de si, empenhado em compreender-se e compreender o mundo. Agora temos o quê? Fora os sobreviventes nonagenários e centenários, dos quais não se pode exigir que repitam as glórias do passado, é tudo uma miséria só, a obscuridade turva do pensamento, a paralisia covarde da imaginação e a impotência da linguagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cultura”, hoje, é rap, funk e camisinhas; “educação” é treinar as crianças para shows de drag queens ou para a invasão de fazendas; “pensamento” é xingar os EUA no Fórum Social Mundial, e “debate nacional” é a mídia competindo com a máquina estatal de propaganda, para ver quem pinta a imagem mais linda do sr. presidente da República. Nesse ambiente, em que poderia consistir a “ciência” senão em imprimir cada vez mais irrelevâncias subsidiadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será possível que todas essas quedas, paralelas no tempo e iguais em velocidade, tenham sido fenômenos autônomos, separados, casuais, sem conexão uns com os outros? Ou compõem solidariamente, como efeitos de um mesmo processo causal geral, o quadro unitário da autodestruição da inteligência nacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E será mera coincidência que toda essa corrupção mental sem paralelo no mundo tenha sobrevindo ao Brasil justamente nas décadas em que a intromissão do governo na educação e na cultura cresceu até ao ponto de poder, hoje, assumir abertamente suas intenções dirigistas e controladoras sem que isso cause escândalo e revolta proporcionais ao tamanho do mal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta às duas perguntas é não, obviamente não. A História não se compõe de curiosas coincidências. A débâcle da vida intelectual no Brasil é um processo geral, unitário, coerente e contínuo há várias décadas, e o fator que unifica as suas manifestações nos diversos campos chama-se intromissão estatal, governo invasivo, controle oficial e transformação da cultura e da educação em instrumentos de propaganda, manipulação e corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura, a arte, a educação e a ciência no Brasil só se levantarão do presente estado de abjeção quando a máquina governamental que as domina for destruída, quando toda presunção de autoridade dos políticos nessas áreas for abertamente condenada como um tipo de estelionato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Segunda Conferência Nacional de Cultura e o Plano Nacional de Direitos Humanos não passam de conspirações criminosas destinadas a agravar esses males, que já deveriam ter sido extirpados há muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Diário do Comércio&lt;br /&gt;Divulgação: www.juliosevero.com&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-7207978724256508065?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/7207978724256508065/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=7207978724256508065' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7207978724256508065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7207978724256508065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2010/03/caindo-sem-parar.html' title='Caindo Sem Parar'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-1208504992351069974</id><published>2010-01-18T09:01:00.000-08:00</published><updated>2010-01-18T09:12:26.495-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Falando Sobre Bicicletas [ou: As Quatro Idades da Vida]</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;C.S. Lewis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Originalmente publicado em Outubro de 1946)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;‘Falando sobre bicicletas,’ disse meu amigo, ‘eu já passei pelas quatro idades. Eu lembro de um tempo em minha infância quando uma bicicleta não significava nada para mim. Ela era simplesmente parte do pano de fundo sem sentido das bugigangas dos adultos. Então chegou um momento que ter uma bicleta e aprender a dirigi-la e finalmente estar pedalando sozinho, cedo pela manhã debaixo das árvores na sombra era como estar entrando no paraíso. Aquele deslizamento, semelhante a natação era como se fosse a descoberta do quinto elemento – parecia ter até resolvido os mistérios da vida. Agora eu estava feliz. Mas é claro, brevemente eu cheguei na terceira idade. Pedalando para a escola e da escola, subindo e descendo morro em toda sorte de tempo, acabou revelando a realidade deste ciclo. A bicicleta para mim tornou-se tediosa, semelhante ao que o remo era para o escravo remador.’&lt;br /&gt;‘Mas qual era a quarta idade?’&lt;br /&gt;‘Eu estou nela agora, ou melhor, eu estou frequentemente nela. Eu comecei a andar de bicicleta de novo, agora que não tenho carro. E os trabalhos que  eu faço usando a bicicleta são bem chatos. Mas o fato de estar andando de bicicleta novamente trás de volta uma suave brisa de memória. Eu recuperei o sentimento da segunda idade. O que é mais, eu agora vejo o quão verdadeiro eles eram, o quão filosófico até. Porque é realmente uma sensação agradável. Certamente não é uma receita da felicidade, como antes então eu pensava. Neste sentido, a segunda idade era uma miragem, mas a miragem de algo.’&lt;br /&gt;‘O que você quer dizer?’ Eu disse.&lt;br /&gt;‘Eu quero dizer isto, se há ou não neste mundo ou em outro, o tipo de felicidade que a primeira experiência em cima de uma bicicleta parecia prometer... o valor da coisa prometida permanece mesmo se aquela promessa em particular era falsa – mesmo se todas promessas são falsas.’&lt;br /&gt;‘Parece uma cenoura pendurada na frente do focinho do burro,’ disse eu.&lt;br /&gt;‘Mesmo isto não seria uma trapaça se o burro sentisse o prazer do cheiro da cenoura tão bem quanto ou até mais que o próprio gosto. Ou suponhamos que o cheiro depertasse no burro emoções que nenhum ato de comer pudesse satisfazer? Não olharia ele para trás (sendo ele agora um burro velho na quarta idade da vida) e diria: Estou contente pelo fato de ter tido uma cenoura pendurada na frente do meu nariz. De outra forma eu ainda acharia que comer era a maior felicidade do mundo. Agora sei que há algo muito melhor – algo que veio a mim através daquele cheiro. E eu preferiria tê-lo conhecido mesmo se eu nunca fosse possuí-lo do que não tê-lo conhecido, pois o simples ato de almejá-lo torna a vida útil.’&lt;br /&gt;‘Eu não creio que um burro sentiria desta maneira.’&lt;br /&gt;‘Não, nem um burro de quatro pernas, nem um de duas pernas, mas suspeito que sentir-se desta maneira é a marca verdadeira de um humano.’&lt;br /&gt;‘Então ninguém era humano até inventarem as bicicletas?’&lt;br /&gt;‘A bicicleta é apenas uma instância. Eu creio que existem estas quatro idades para tudo na vida. Elas são a idade do Não-Encantamento, a idade do Encantamento, a idade do Desencantamento e a idade do Reencantamento. Quando eu era criança eu não estava encantado com as bicicletas. Quando aprendi a andar, eu estava encantado. Aos 16 já estava desencantado e agora estou reencantado.’&lt;br /&gt;‘Continue,’ disse eu, ‘quais são as outras aplicações?’&lt;br /&gt;‘Eu creio que a mais óbvia é o amor. Nós todos se lembramos da idade do Não Encantamento – havia um tempo que as mulheres não significavam nada para nós. Então nós nos apaixonamos, isto era, é claro, o Encantamento. Depois de anos no casamento veio o Desencantamento. Todas as promessas acabaram revelando-se falsas. Nenhuma mulher poderia atingir as expectativas, a coisa era impossível, com todo respeito a sua mulher e a minha, mas-’&lt;br /&gt;‘Nunca fui casado,’ o relembrei&lt;br /&gt;‘Oh, que pena, pois neste caso você não pode entender esta forma peculiar de reencantamento. Eu não creio que eu conseguiria explicar para um solteiro de como chega um tempo em que você olha para aquela primeira miragem, perfeitamente ciente de que era uma miragem, e mesmo assim, vendo tudo o que ela produziu, coisas que garotos ou garotas não poderiam nem sonhar, e sentimentos... que nos trazem de volta a realidade, mas mesmo debaixo de todas estas experiências, o ideal desta imagem permanece como uma concha repousando no fundo de um lago claro e profundo – de tal forma que até mesmo onde este ideal era menos verdadeiro, ele estava te dizendo verdades importantes na única forma em que você as entenderia, mas acho que estou te incomodando.’&lt;br /&gt;‘De nenhuma maneira,’ disse eu.&lt;br /&gt;‘Vamos tomar um exemplo que  te interesse mais. Que tal a guerra? A maioria de nós foi criado no período do Desencantamento. O homem Desencantado vê (e vê certamente) crueldade e desperdício e nada mais. O homem Encantado está num estado de mente semelhante a Rupert Brooke ou Philip Sidney – ele está pensando em glória, poesias sobre batalhas, esperanças, cavalheirismo e resistência heróica. Então vêm a fase do Desencantamento, diga-se Siegfried Sassoon. Mas há uma quarta fase, embora poucas pessoas na Inglaterra Moderna ousam falar sobre isto. Você sabe bem o que quero dizer. Você não está iludido, nós nos lembramos das trincheiras muito bem. Nós conhecemos o quanto da realidade que a visão romântica deixou de fora. Mas nós também sabemos que heroísmo é uma coisa real, que todas as bandeiras, fardas e trombetas da tradição não estavam lá por nada. Eles estavam tentando honrar algo que é realmente honrável: o que foi  primeiramente reconhecido como honrável precisamente porque todos sabiam o quão terrível era a guerra. E por isto que este negócio da quarta idade é tão impotante.’&lt;br /&gt;‘O que você quer dizer?’&lt;br /&gt;‘É imensamente impotante distinguir entre Não Encantamento e Desencantamento, e Encantamento de Reencantamento. Nos poetas por exemplo, a canção de guerra de Homero ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Batalha de Maldon&lt;/span&gt;, por exemplo, é Reencantamento. Você vê em cada linha que o poeta sabe tão bem quanto qualquer poeta moderno, as coisas horríveis que ele está escrevendo. Ele celebra o heroísmo, mas ele pagou um alto preço por fazê-lo. Ele vê o horror, mas também a glória. Agora em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lays of Ancient Rome&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lepanto&lt;/span&gt;, o poeta ainda está encantado. Os poetas provavelmente não tem nenhuma idéia do que é a guerra.[1] O mesmo acontece com Não Encantamento e Desencantamento. Você lê em um autor onde o amor é tratado como luxúria e toda guerra como assassinato e assim por diante. Mas, será que você está lendo um homem Não Encantado ou Desencantado? O escritor já passou pelo encantamento ou é ele apenas um escritor Não Encantado? O escritor já passou pelo encantamento e saiu pelos terrenos cinzentos, ou é ele simplesmente um subhomem que está livre da miragem do amor assim como um cão está livre, e livre da miragem heróica assim como um covarde está livre? Se Desencantado, ele talvez tenha algo a dizer que vale a pena escutar. Se Não Encantado, jogue seu livro no fogo. Ele fala sobre o que não entende. Mas o grande perigo que temos que evitar nesta era é que o homem Não Encantado acredite que ele é Desencantado, e que ele seja também confundido pelos outros como Desencantado. O que você ia dizer?’&lt;br /&gt;‘Eu estava pensando se o Encantamento que você fala... não seja nada mais do que uma ilusão da memória. Nós por acaso não lembramos experiências bem melhores do que as que a gente realmente teve?’&lt;br /&gt;‘Sim, num certo sentido. A memória é em si o supremo exemplo das quatro idades. Woodsworth, era Encantado. Ele tinha bons fachos de memórias de sua juventude e as tomou ao pé da letra. Ele acreditava que se ele pudesse ter de volta  certos lugares de seu passado, ele encontraria ali um momento de alegria esperando por ele. Você está desencantado. Você começa a suspeitar que aqueles momentos... não eram tão maravilhosos quanto eles pareciam. Você está certo, eles não eram. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cada grande experiência é um sussurro que a Memória armazenará como um grito&lt;/span&gt;.[2] Mas e daí? Não é o fato de armazenar importante porque um tipo peculiar de luz polarizada entre o passado e o presente é o mecanismo que o traz em foco?...Se você não tomar mais nenhuma cerveja, é melhor irmos, porque aquele homem no outro lado do bar acha que nós estamos falando sobre política.’&lt;br /&gt;‘Não tenho certeza se não estamos,’ disse eu.&lt;br /&gt;‘Você está certo. Você crê que aristocracia é um outro exemplo? Era simplesmente um mero Encantamento crer que seres humanos, confiados com poderes incontrolados sobre seus próximos, não o usariam a favor da exploração; ou até mesmo supor que seus próprios padrões de honra, valor e elegância... não se degenerariam numa vulgaridade. Assim, corretamente e inevitavelmente veio o Desencantamento, a Idade das Revoluções. Mas a questão que permanece é se nós podemos entrar num Reencantamento.’&lt;br /&gt;‘E o que seria o reencantamento?’&lt;br /&gt;‘A realização que a coisa a qual a Aristocracia era uma miragem é uma necessidade vital, se você preferir, que a Aristocracia estava certa; eram os aristocratas que estavam errados. Ou colocando de outra forma, que uma sociedade que torna-se democratica em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ethos &lt;/span&gt;assim como em constituição está fadada ao fracasso e não muita perda também.’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1.“A Batalha de Maldon,” um poema em Inglês Antigo do Século X, sobre o saque dos Vikings sob Anlaf, em Maldon Essex, em 991. “Lay of Ancient Rome” (1842) foi escrito por Thomas Macaulay e “Lepanto” (1911) por G.K. Chesterton.&lt;br /&gt;2.De um poema não publicado de Owen Barfield.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: J.S. Cavani&lt;br /&gt;LEWIS, C.S.  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essay Collection &amp;amp; Other Short Pieces&lt;/span&gt;. London: HarperCollins, 2000. p. 689-692.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-1208504992351069974?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/1208504992351069974/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=1208504992351069974' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/1208504992351069974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/1208504992351069974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2010/01/falando-sobre-bicicletas-ou-as-quatro_18.html' title='Falando Sobre Bicicletas [ou: As Quatro Idades da Vida]'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-5431155241873636952</id><published>2010-01-14T07:54:00.000-08:00</published><updated>2010-01-18T09:13:20.543-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Religião e Ciência</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;C.S. Lewis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Originalmente publicado em 3 de Janeiro de 1945)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;‘Milagres,’ disse meu amigo. ‘Não me venha com essa, a ciência já os refutou. Nós sabemos que a Natureza é guiada por leis fixas.’&lt;br /&gt;‘Mas as pessoas já não sabiam disto?’ Eu perguntei.&lt;br /&gt;‘Bom Deus, não! Por exemplo, tome a história do nascimento virginal. Nós sabemos que tal coisa não poderia acontecer. Nós sabemos que é necessário ter um espermatozóide.’&lt;br /&gt;‘Mas olhe aqui,’ eu disse, ‘São José –’&lt;br /&gt;‘Quem é ele?’ Perguntou meu amigo.&lt;br /&gt;‘Ele era o esposo de Maria, a Virgem. Se você ler a história na Bíblia, você descobrirá que quando ele descobriu que sua noiva estava grávida, ele decidiu anular o casamento. Porque que ele fez isto?’&lt;br /&gt;‘Não faria o mesmo a maioria dos homens?’&lt;br /&gt;‘Qualquer homem faria,’ eu disse, ‘&lt;span style="font-style: italic;"&gt;provendo &lt;/span&gt;que ele conhecesse as leis da Natureza – em outras palavras, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;provendo &lt;/span&gt;que ele soubesse que uma garota não concebe uma criança a não ser que ela tenha se deitado com um homem. Mas de acordo com sua teoria, as pessoas naqueles dias não sabiam que a natureza era governada por leis fixas. Estou lhe mostrando que a história mostra que José conhecia esta lei tão bem quanto você.’&lt;br /&gt;‘Mas ele acabou acreditando no nascimento virginal depois, não?’&lt;br /&gt;‘Sim. Mas ele não fez isto por estar sob qualquer ilusão referente a origem dos bebês no sentido comum da natureza. Ele acreditou no nascimento virginal como algo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sobre&lt;/span&gt;-natural. Ele sabia que a natureza trabalhava de acordo com leis fixas: mas ele também acreditava que havia algo além da naturza que poderia interferir com sua rotina – algo de “fora,” poderiamos dizer.’&lt;br /&gt;‘Mas a ciência moderna tem mostrado que tal coisa não existe.’&lt;br /&gt;‘Sério?’ eu disse, ‘Qual das ciências?’&lt;br /&gt;‘Oh, isto é questão de detalhes,’ disse meu amigo. ‘Eu não consigo te dar o capítulo e versículo de memória.’&lt;br /&gt;‘Mas você não percebe,’ disse eu, ‘que a ciência nunca poderia demonstrar isto.’&lt;br /&gt;‘E Porque não?’&lt;br /&gt;‘Porque a ciência estuda a natureza. E a questão é se algo além da natureza realmente existe – algo “fora” da natureza. Como que você irá encontrar isto estudando somente a natureza?’&lt;br /&gt;‘Mas não é verídico que a natureza deve funcionar absolutamente de uma maneira fixa? Quero dizer, as leis da natureza nos dizem não somente como as coisas acontecem, mas como elas devem acontecer. Nenhum poder poderia alterá-las.’&lt;br /&gt;‘O que você quer dizer?’ perguntei.&lt;br /&gt;‘Pode esta coisa fora da natureza, que você fala, fazer dois e dois cinco?’&lt;br /&gt;‘Não,’ disse eu.&lt;br /&gt;‘Então, eu creio que as leis da natureza são realmente dois e dois fazendo quatro. A idéia de elas serem alteradas é tão absurdo quanto alterar as leis da aritmética.’&lt;br /&gt;‘Um momento lá,’ disse eu, ‘suponhamos que você coloque uma libra esterlina na gaveta hoje, e mais uma libra na mesma gaveta amanhã. As leis da aritmética garantem a você que será encontrada duas libras no dia depois de amanhã?’&lt;br /&gt;‘Sim,’ disse ele, ‘&lt;span style="font-style: italic;"&gt;provendo &lt;/span&gt;que ninguém tenha mexido na gaveta.’&lt;br /&gt;‘Ah, mas este é o ponto,’ disse eu. ‘As leis da aritmética lhe dirão o que você descobrirá, com absoluta certeza, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;provendo &lt;/span&gt;que não haja interferência. Se um ladrão mexeu na gaveta, você terá um resultado diferente. Mas o ladrão não terá quebrado as leis da aritmética, apenas as leis da Inglaterra. Agora, não estão as leis da natureza no mesmo barco? Elas não dizem o que acontecerá, provendo que não haja interferência?’&lt;br /&gt;‘O que você quer dizer?’&lt;br /&gt;‘Bom, as leis lhe dizem que uma bola de sinuca viajará numa superfície de uma maneira particular – provendo apenas que ninguém interfira. Se, depois de estar já em movimento, alguém vier a tocar nela com o taco, você não terá o resultado que os cientistas preveram.’&lt;br /&gt;‘Não, é claro, os cientistas não poderiam permitir que isto acontecesse.’&lt;br /&gt;‘Sim, mas se houvesse algo “fora” da natureza que interferisse com ela, os eventos esperados pelos cientistas não aconteceriam. Isto seria o que nós chamamos de milagre. Num certo sentido, isto não quebraria as leis da natureza. As leis só lhe dizem o que acontece se nada interfere com ela. Elas não podem te dizer se algo irá ou não interferir. Quero dizer, não é o especialista em aritmética que pode te dizer o quão provável é que alguém mexa nos centavos na minha gaveta; um detetive seria mais propício. Não é o físico que pode te dizer a probabilidade de eu interferir com a trajetória da bola de sinuca, é melhor perguntar a um psicólogo. Não é o cientista que pode te dizer o quão provável a natureza pode ser interferida de fora. Tu deves ir ao metafísico.’&lt;br /&gt;‘Estes são pontos triviais,’ ele disse. ‘Você vê, a objeção é mais profunda. Todo o quadro do universo que a ciência tem nos dado nos faz céticos que o Poder por trás de tudo poderia estar interessado em nós, criaturas minúsculas rastejando num planeta insignificante! Isto foi certamente inventado por pessoas que acreditavam na terra plana com as estrelas a uma milha ou duas de distância.’&lt;br /&gt;‘Quando que as pessoas acreditavam nisto?’&lt;br /&gt;‘Bom todos aqueles camaradas Cristãos que você está sempre falando acreditavam nisto. Quero dizer, Boécio, Agostinho, Tomás de Aquino e Dante.’&lt;br /&gt;‘Desculpe, mas esta é uma das disciplinas que eu realmente sei a respeito.’&lt;br /&gt;Fui até a estante de livros. ‘Você vê, este livro’ disse eu, ‘&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Almagest &lt;/span&gt;de Ptomoleu. Você sabe o que isto é?’&lt;br /&gt;‘Sim,’ ele disse. ‘É o livro-texto padrão de astronomia da Idade Média.’&lt;br /&gt;‘Bom, leia então o Livro I, capítulo 5.’&lt;br /&gt;‘A terra,’ leu o meu amigo, hesitando um pouco ao traduzir o Latim, ‘a terra, em relação a distância das estrelas fixas, não tem nenhum tamanho apreciável e deve ser tratado como um ponto matemático!’&lt;br /&gt;Houve um silêncio.&lt;br /&gt;‘Eles realmente sabiam disto naquela época?’ Disse meu amigo. ‘Mas nenhuma das histórias da ciência – nenhuma das enciclopédias modernas menciona o fato.’&lt;br /&gt;‘Exatamente’ disse eu. ‘Eu deixarei que você pense a razão. Parece até que alguém tentou intencionalmente encobrir o fato. Porque será?’&lt;br /&gt;Houve outro curto silêncio.&lt;br /&gt;‘De qualquer maneira,’ disse eu, ‘nós podemos agora descrever o problema claramente. As pessoas pensam que o problema normalmente é como reconciliar o que nós agora sabemos sobre o tamanho do universo e nossas idéias tradicionais de religião. Mas como vemos, este não é realmente o problema. O enorme tamanho do universo e a insignificância da terra já eram conhecidos há séculos, e ninguém dizia que eles tinha qualquer relação com a questão religiosa. Então, menos de cem anos atrás, eles são usados de repente como um argumento contra o Cristianismo. E as pessoas que os usaram como argumento cuidadosamente encobriram o fato que eles já eram conhecidos a muito tempo atrás. Você não acha que vocês ateus são pessoas estranhamente acima de qualquer suspeita?’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: J.S. Cavani&lt;br /&gt;LEWIS, C.S.  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essay Collection &amp;amp; Other Short Pieces&lt;/span&gt;. London: HarperCollins, 2000. p. 143-146.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-5431155241873636952?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/5431155241873636952/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=5431155241873636952' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5431155241873636952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5431155241873636952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2010/01/religiao-e-ciencia.html' title='Religião e Ciência'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-6609295629737229711</id><published>2010-01-14T07:05:00.000-08:00</published><updated>2010-01-14T07:57:27.243-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Sacerdotisas na Igreja?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;C.S. Lewis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Originalmente publicado em 14 de Agosto de 1948 - o presente artigo trata da viabilidade das mulheres serem consideradas para o cargo e ofício pastoral. Um outro título poderia ser: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É certo ter pastoras, bispas ou sacerdotisas na Igreja?&lt;/span&gt; É bom lembrar que C.S. Lewis refere-se a sacerdotes/sacerdotisas da maneira correta, como um ofício, um serviço, ou seja, um ministério, e não meramente como meros títulos decorativos  - os quais têm bastante hoje em dia.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Eu gostaria mais dos bailes” disse Caroline Bingley “se eles fossem conduzidos de maneira diferente... Seria muito mais racional se a conversação ao invés da dança fosse a ordem do dia.” “Muito mais racional, com certeza” respondeu seu irmão, “mas não restaria muito parecido com um baile.”[1] Nós somos informados que a moça foi silenciada; mas poderia ser mantido que Jane Austen não permitiu que Bingley declara-se todo o potencial de sua posição... De certa maneira, conversação é mais racional pois ela exercita a razão apenas; a dança, não. Mas não há nada de irracional em exercitar outros poderes do que nossa razão... É racional não raciocinar ou limitar-se a razão no lugar errado; e quanto mais racional for o homem, mais ele sabe disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes comentários não são intencionados a ser uma contribuição a crítica de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Orgulho e Preconceito&lt;/span&gt;. Eles vieram em minha mente quando eu ouvi que a Igreja da Inglaterra estava sendo avisada a declarar mulheres capazes da Ordem dos Sacerdotes... Tomar este passo revolucionário no presente momento é nos distanciarmos do passado Cristão e aumentar as divisões entre nós e outras Igrejas ao estabelecer sacerdotisas em nosso meio, isto seria um desnecessário grau de imprudência... Minha preocupação com a proposta é mais de natureza teórica. A questão envolve algo mais profundo que a revolução da ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho respeito por aquelas mulheres que desejam ser sacerdotisas. Eu creio que elas são sinceras e piedosas e pessoas sensíveis. Na verdade, elas são muito sensíveis. É aqui que meu desacordo com elas assemelha-se ao desacordo de Bingley com sua irmã. Sou tentado a dizer que a proposta nos faria parecer mais racional, “mas não restaria muito parecido com uma Igreja.” Pois, a primeira vista toda racionalidade (no sentido de Caroline Bingley) está no lado dos inovadores. Estamos com falta de sacerdotes. Descobrimos que profissão após profissão, as mulheres podem fazer todo tipo de coisas que eram uma vez supostas a estarem nas mãos dos homens apenas. Nenhum daqueles que não gostam desta proposta está mantendo que as mulheres são menos capazes de piedade, zelo, aprendizagem e tudo mais o que é necessário para o ofício pastoral. O que então, exceto o preconceito criado pela tradição, nos proíbe de lançar mão de tão grande reserva que poderia fluir no sacerdócio, assim como em muitas outras profissões, colocando as mulheres no mesmo patamar que os homens? E contra todo este dilúvio de senso comum, os opositores (muitos dos quais são mulheres) podem produzir nada mais que um desgosto desarticulado, um senso de desconforto, o qual, eles mesmos acham difícil de analizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que esta reação não nasce de qualquer desprezo às mulheres é, eu creio, claro na História. A Idade Média carregou sua reverência pela mulher ao ponto de quase transformar uma virgem bendita na quarta pessoa da Trindade. Mas nunca, que eu saiba, em todo este tempo qualquer coisa parecida com o ofício sacerdotal foi atribuído à ela... Agora tu não podes ignorar o fato simplesmente dizendo que as condições locais e temporárias da época condenavam a mulher ao silêncio e a vida privada. Havia pregadoras que eram mulheres. Um homem tinha quatro filhas que profetizavam, i.e., pregavam (At 21.9). Havia também profetisas no Antigo Testamento. Profetisas, não sacerdotisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto o reformador sensível há de perguntar, se elas pregavam, porque então elas não podem fazer o resto do trabalho do ofício pastoral. Nós começamos a perceber que o que realmente nos diferencia de nossos oponentes é o significado que eles e nós atribuímos a palavra “sacerdote.” A questão aprofunda o disconforto no meu lado. Quanto mais eles falam (e falam verdadeiramente) sobre a competência da mulher na administração, o tato delas e a simpatia delas como conselheiras, o talento natural de suas visitações, mais nós sentimos que o tema central está sendo esquecido. Para nós, um sacerdote é primeiramente um representante, um duplo representante, que nos representa perante Deus e Deus perante nós. Nossos próprios olhos nos ensinam isto na igreja. As vezes o sacerdote vira as costas para nós e nos representa perante Deus – ele fala a Deus por nós. As vezes ele vira para nós e fala a nós por Deus. Nós não temos nenhuma objeção a mulher fazendo a primeira coisa; toda a dificuldade repousa na segunda. Mas porquê? Porque a mulher não pode neste sentido representar Deus? Certamente porque ela não é necessariamente, ou até mesmo provavelmente, menos santa ou caridosa ou mais tola que o homem. Neste sentido ela é tão parecida com Deus quanto o homem; e talvez até mais. O sentido no qual ela não pode representar Deus será talvez mais claro se olharmos por outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suponhamos que o reformador pare de dizer que uma boa mulher é a semelhança de Deus e comece a dizer que Deus é semelhante a uma boa mulher. Suponhamos que ele diga que ao invés de orarmos: “Nosso Pai que estás no céu” deveríamos orar “Nossa Mãe que estás no céu.” Suponhamos que ele sugira que a Incarnação poderia talvez ter tido forma feminina e não masculina, e que a Segunda Pessoa da Trindade deveria ser chamada de Filha e não de Filho. Suponhamos finalmente, que o casamento místico seja revertido, que a Igreja seja o Noivo e que Cristo seja a Noiva. Tudo isto, parece ao meu ver, estar envolvido na declaração que a mulher pode representar Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é claro que se todas estas suposições se concretizassem, nós estaríamos embarcando numa religião diferente. Deusas têm sido, é claro, adoradas – muitas religiões têm sacerdotisas. Mas elas são religiões bem diferentes em cárater que o Cristianismo. O senso comum, abandonando o disconforto, ou até mesmo o horror, que a idéia de transformar toda nossa linguagem teológica no gênero feminino possa provocar na maioria dos Cristãos, irá perguntar: Porque não? Se Deus de fato não é um ser biológico e não tem sexo, qual a importância se nós dizemos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele &lt;/span&gt;ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ela&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pai &lt;/span&gt;ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mãe&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Filho &lt;/span&gt;ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Filha&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os Cristãos acreditam que o próprio Deus os ensinou como eles devem referir-se à Ele. Dizer que isto não importa é dizer que toda a imagem linguística masculina não é inspirada, que é meramente humana em origem, ou talvez que embora inspirada, seja bastante arbitrária e não essencial. E isto é certamente intolerável; ou se tolerável, é um argumento não a favor de sacerdotisas Cristãs, mas contra o Cristianismo. Isto também é baseado numa visão superficial de toda figura e imagem.  Sem apelar a religião, nós sabemos de nossa experiência poética que imagem e apreensão são mais unidas do que o senso comum estaja preparado a admitir; e que uma criança que tem sido ensinada a orar a Mãe que está no céu, terá uma vida religiosa radicalmente diferente de uma criança Cristã.  E a imagem e a apreensão estão numa unidade orgânica, assim como para o Cristão estão o corpo humano e a alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os inovadores estão certamente implicando que o sexo é superficial, irrelevante para a vida espiritual. Dizer que homens e mulheres são igualmente elegíveis para tal profissão é dizer que para o propósito daquela profissão, o sexo deles é irrelevante. Nós estamos, neste contexto, tratando ambos como neutros. A medida que o Estado torna-se mais semelhante a uma colméia, ele precisa de um número crescente de trabalhadores que possam ser tratados como neutros. Isto talvez seja inevitável em nossa vida secular. Mas em nossa vida Cristã, nós devemos voltar a realidade. Nós não somos unidade homogêneas, mas orgãos diferentes e complementares de um corpo místico... O ponto é que a não ser que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;igual &lt;/span&gt;signifique &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;intercambiável&lt;/span&gt;, igualdade não favorece o sacerdócio de mulheres. E o tipo de igualdade que implica que iguais são intercambiáveis (semelhante a maquinas idênticas) é uma ficção legal. Pode até ser uma ficção legal útil, mas na igreja nós somos incentivados a virar as costas para as ficções. Uma das razões pelo qual o sexo foi criado, foi para simbolizar a nós as coisas escondidas de Deus. Uma das funções do casamento humano é expressar a união da natureza entre Cristo e a Igreja. Nós não temos autoridade para pegar as figuras e imagens vivas que Deus desenhou na tela de nossa natureza e trocá-las de lugar como se elas fossem figuras geométricas....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja reinvindica ser a guardiã da revelação. Se esta afirmação é falsa, então nós não devemos criar sacerdotisas, mas antes abolir sacerdotes. Se é verdadeira, então nós devemos encontrar na Igreja um elemento o qual os descrentes chamarão de irracional e os crentes de supra-racional. Deve haver algo opaco a nossa razão, mas não contrário a ela... Se abandornamos isto, se retermos somente aquilo que pode ser justificado por padrões de prudência e conveniência comprados no boteco do iluminado senso comum, então nós estaremos trocando a revelação pela religião natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É doloroso, sendo homem,  ter que assertar o privilégio, ou a carga, que o Cristianismo coloca sobre o meu próprio sexo. Eu estou ciente de quão inadequado a maioria de nós é, em nossas individualidades históricas e atuais, de preencher o lugar preparado para nós. Mas é um antigo provérbio que no exército, você sauda o uniforme e não quem o está vestindo.  Apenas alguém usando o uniforme masculino pode (provisionalmente até a volta de Cristo) representar o Senhor para a Igreja: porque todos nós somos, corporativamente e individualmente, femininos para Ele. Nós homens frequentemente não somos bons sacerdotes. Mas isto porque somos insuficientemente masculinos. Não é remediação chamar aqueles que nem sequer são masculinos. Um homem pode ser um péssimo marido, mas tu não podes remendar a situação através da inversão de papéis. Ele pode ser um péssimo parceiro de dança. A cura para isso é que os homens devem atender aulas de dança mais frequentemente; não que os bailes devam ignorar as distinções de sexo e tratar todos os dançarinos como neutros. Isto seria, é claro, eminentemente sensível, civilizado, iluminado, mas, “não tão parecido com um baile.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E este pararelo entre a Igreja e o Baile não é tão irreal quanto alguns pensam. A Igreja deveria parecer-se mais com um baile do que uma fábrica ou partido político... a fábrica e o partido político são criações artificiais... Neles nós não estamos lidando com seres humanos em sua plenitude, apenas com ‘braços’ e votos. Não estou usando artificial no sentido derrogatório. Tais artifícios são necessários: mas porque eles são artifícios, nós podemos experimentá-los da maneira em que quisermos. Mas o baile existe para estilizar algo que é natural e que concerne seres humanos em sua inteireza – a saber, o cortejamento... Com a Igreja, nós nos apronfundamos mais ainda: pois nós estamos lidando com o masculino e feminino não apenas como fatos da natureza, mas como sombras vivas e tenebrosas de realidades totalmente além do nosso controle e muito além do conhecimento direto. Ou melhor, nós não estamos lidando com eles (mas como descobriremos assim que nos metermos) são eles que estão lidando conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Orgulho e Preconceito&lt;/span&gt;, capítulo 2.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEWIS, C.S.  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essay Collection &amp;amp; Other Short Pieces&lt;/span&gt;. London: HarperCollins, 2000. p.398-402.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-6609295629737229711?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/6609295629737229711/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=6609295629737229711' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6609295629737229711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6609295629737229711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2010/01/sacerdotisas-na-igreja.html' title='Sacerdotisas na Igreja?'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-8991687574407372752</id><published>2010-01-05T11:48:00.000-08:00</published><updated>2010-01-14T07:58:13.920-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>O Problema Com a Auto-Estima</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PAUL C. VITZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A teoria da auto-estima, com a qual tantas pessoas estão obcecadas hoje em dia, prediz que só os que se sentem bem consigo se sairão bem — motivo por que acham que todos os estudantes precisam disso. Contudo, as pesquisas não têm apoiado essa teoria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a parte maior e mais familiar da psicologia americana é a popular psicologia da auto-estima, que agora se encontra em toda a sociedade americana. Quase todos nós conhecemos bem a auto-estima e a obsessão que muitos têm com essa teoria em nossa época. Os programas de auto-estima afetam a vida de um número incontável de alunos de escola, pois essa idéia, realmente um ideal, foi adotada e aplicada principalmente na educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, o conceito de auto-estima não tem origens intelectuais claras ou óbvias. Nenhum teórico de assuntos psicológicos de grande importância a tornou um conceito central. Muitos psicólogos, porém, enfatizaram o ego de várias maneiras, mas o foco costumeiro era a auto-realização ou cumprimento do potencial da própria pessoa. Como resultado, é difícil rastrear e chegar até a fonte dessa ênfase na auto-estima. Aparentemente, essa preocupação generalizada é uma destilação da preocupação geral com o ego encontrada em tantas teorias psicológicas. A auto-estima parece o denominador comum impregnando os escritos de tais variados teóricos como Abraham Maslow, Carl Rogers, psicólogos da força do ego e educadores morais, principalmente em época mais recente. Em qualquer caso, a preocupação com a auto-estima paira em todas as partes dos EUA hoje. No entanto, é impossível não achá-la no mundo da educação — dos mestres da educação, aos diretores, professores, conselhos de alunos e programas de televisão que se ocupam com a educação, de modo particular os programas que se ocupam com a educação pré-escolar, como Sesame Street.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor do ego, um sentimento de respeito e confiança na própria pessoa, tem mérito, conforme veremos. Mas um ego centrado em si, uma auto-estima do querer sentir-se bem com os próprios sentimentos, em que podemos ignorar nossos fracassos e nossa necessidade de Deus, é outra coisa bem diferente. O que há de errado com o conceito da auto-estima? Muita coisa, e é de natureza fundamental. Há milhares de estudos psicológicos sobre a auto-estima. Muitas vezes o termo auto-estima é confuso, pois seu rótulo é usado para vários aspectos como auto-imagem, auto-aceitação, autovalor, amor próprio, autoconfiança, etc. O ponto importante é que não há consenso acerca da definição ou medição para avaliar a auto-estima. E seja o que for a auto-estima, não há evidência confiável que apóie os resultados da auto-estima como se chegassem a ter muita importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há evidência de que a auto-estima provoque algum resultado. Aliás, um grande número de pessoas com pouca auto-estima realizou muito num tipo de atividade ou outra. Por exemplo, Gloria Steinem, que escreveu muitos livros e foi uma das principais líderes do movimento feminista, recentemente revelou numa longa declaração num livro que ela sofre de baixa auto-estima. E muitas pessoas com elevada auto-estima sentem-se felizes em ser ricas, belas ou ter ligações sociais importantes. Algumas outras pessoas, cuja elevada auto-estima foi observada, são bem sucedidos traficantes de drogas, de grandes cidades, que geralmente se sentem muito bem acerca de si mesmos. Afinal, eles tiveram sucesso em fazer muito dinheiro num ambiente hostil e competitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo de conhecimentos matemáticos de 1989 comparou estudantes de oito países diferentes. Os estudantes americanos se classificaram em último lugar na capacidade matemática e os estudantes coreanos se classificaram em primeiro lugar. Mas os pesquisadores também pediram aos estudantes que dessem uma nota para si mesmos e que revelassem se eles se achavam bons em matemática. Os americanos se classificaram em primeiro lugar na opinião de si mesmos acerca da capacidade matemática, enquanto os coreanos se classificaram em último lugar. A auto-estima matemática teve uma relação inversa ao desempenho matemático. Isso com certeza é um exemplo da psicologia do sentir-se bem impedindo os estudantes de ter uma percepção acurada da realidade. A teoria da auto-estima prediz que só os que se sentem bem consigo se sairão bem, motivo por que acham que todos os estudantes precisam disso. Mas de fato, sentir-se bem consigo pode simplesmente fazer com que você tenha confiança exagerada, tenha uma vaidade exagerada e seja incapaz de trabalhar pra valer. Agora, não estou insinuando que uma elevada auto-estima tem sempre uma relação negativa com o desempenho. Em vez disso, a pesquisa mencionada acima mostra que as medições de auto-estima não têm nenhuma relação confiável com a conduta, positiva ou negativa. Em parte, o motivo simples disso é que a vida é complexa demais para uma noção simples ser de muita utilidade. Mas por outros motivos devemos de antemão esperar esse fracasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós todos conhecemos pessoas que são motivadas por inseguranças e dúvidas internas. Essas pessoas muitas vezes são os heróis e vilões da história. É um fato bem documentado que na história das realizações militares fanáticas há o predomínio de certos homens de estatura baixa. Júlio César, Napoleão, Hitler e Stálin eram todos homens determinados a provar que eles eram grandes. Muitos grandes atletas e outros tiveram de vencer deficiências físicas e falta de auto-estima. Poderíamos chamar isso de efeito de Demóstenes, de acordo com o grego da Antigüidade que tinha problemas de fala. Ele praticava a fala com a boca cheia de pedrinhas e mais tarde se tornou um orador famoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas realizações superiores parecem ter sua origem no que o psicólogo Alfred Adler chamou de complexo de inferioridade. O ponto importante não é que sentir-se mal sobre nós mesmos é bom, mas que só duas coisas podem verdadeiramente mudar o modo como nos sentimos sobre nós mesmos. O desempenho real e o amor real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, o desempenho no mundo real afeta nossas atitudes. Uma criança que aprende a ler, que consegue fazer matemática, que consegue tocar piano ou jogar futebol, terá um sentimento genuíno de desempenho e um sentimento adequado de auto-estima. As escolas que fracassam no ensino da leitura, escrita e aritmética corrompem o entendimento adequado da auto-estima. Os educadores dizem: “Não dê notas a eles. Não os rotule com classificações. Faça-os se sentirem bem consigo”. Esses educadores causam esses problemas. Não faz sentido algum os estudantes estarem cheios de auto-estima se não aprenderam nada. A realidade logo furará seu balão de ilusões e eles terão de enfrentar dois fatos perturbadores: que eles são ignorantes; e que os adultos responsáveis pelo ensino deles lhes mentiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo real, o elogio deve ser a recompensa por algo que valha a pena. O elogio deve estar ligado à realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um modo ainda mais fundamental em que a maioria das pessoas chega à genuína auto-estima, realmente chega a sentimentos de se valorizarem ou ao que os psicólogos chamam de “confiança básica”. Tais sentimentos vêm através do amor que se recebe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, o amor de nossa mãe, normalmente. Mas não dá para falsificar essa experiência fundamental de amor e autoconfiança. Quando os professores tentam criar essa emoção profunda e motivadora fingindo que eles amam todos os seus estudantes por uma hora ou menos por dia, e louvando-os indiscriminadamente, eles entendem mal a natureza desse tipo de amor. Não dá simplesmente para um professor produzir o amor dos pais em poucos minutos de interação por dia. A criança não só sabe que tal amor é falso, mas também que os professores reais têm de ensinar, e que isso envolve não só apoio, mas também disciplina, requisitos, repreensões e, em resumo, amor e firmeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bons professores mostram seu amor se importando o suficiente para usar a disciplina. Assim os melhores e mais admirados professores na maioria das escolas secundárias americanas de hoje são os treinadores de esportes. Eles ainda ensinam, mas exigem desempenho e raramente se preocupam com a auto-estima. Uma das melhores coisas que podem acontecer para um jogador de futebol iniciante que não é bom é ser cortado do time, porque então ele poderá começar a ir atrás daquilo em que ele é bom. Em vez de ficar lutando para avançar no futebol — esporte em que ele poderia desperdiçar cruciais anos de sua vida como um jogador de terceira categoria — ele poderia ser um jogador de golfe, ou estudante de matemática ou artista de primeira. Muitas coisas na vida descobrimos pelo processo de eliminação e precisamos ter fé suficiente em nossos professores que eles nos eliminarão de algumas das matérias das quais não fazemos parte de modo que possamos encontrar o lugar ao qual pertencemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas semelhantes surgem para os que tentam construir sua lenta auto-estima falando carinhosamente com sua própria criança interior ou outro ego interior inseguro. Tais tentativas estão condenadas ao fracasso por dois motivos: primeiro, se temos insegurança acerca de nosso próprio valor, como é que poderemos crer em nosso próprio elogio? Pense bem nisso. Se não achamos que somos realmente importantes, como é que então poderemos dizer a nós mesmos que somos e crer nisso? A realidade tem de existir — o amor de outras pessoas ou o desempenho real de algo. Então sabemos: “Ei, tem fundamento”. Caso contrário, a auto-estima é apenas um pequeno narcótico psicológico em nossa vida. E segundo, como toda criança, sabemos a necessidade de autodisciplina e desempenho. Em resumo, deve-se entender a auto-estima como uma reação, não uma causa. É principalmente uma reação emocional ao que nós e ao que os outros têm feito para nós. Embora seja um sentimento ou estado interior desejável, como a felicidade, não tem muito efeito. Além disso, como a felicidade e como o amor, é quase impossível se obter a auto-estima tentando obtê-la. Tente obter a auto-estima e você provavelmente fracassará, mas faça o bem aos outros e realize algo para si e você terá tudo o que precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto é vital para os cristãos em parte porque tantos estão preocupados com essa questão, e em parte porque a recuperação da auto-estima vem sendo enfatizada de modo bem explícito, principalmente no Cristianismo protestante. Precisamos observar, porém, que a auto-estima é um conceito profundamente secular, e não é um conceito no qual os cristãos deveriam ter um envolvimento especial. Nem há necessidade alguma que eles se envolvam. Os cristãos deveriam ter um senso tremendo de valor próprio. Deus nos fez conforme Sua imagem, Ele nos ama, Ele enviou Seu Filho para salvar cada um de nós, nosso destino é estar com Deus para sempre. Cada um de nós tem tanto valor que os anjos se regozijam com todo pecador arrependido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por outro lado, não temos nada em nós mesmos do que nos orgulharmos. Recebemos vida com todos os nossos talentos, e somos todos pobres pecadores. Certamente não há nenhuma razão teológica para crer que os ricos ou os bem-sucedidos ou os que têm elevada auto-estima são mais favorecidos por Deus e têm mais probabilidade de chegar ao céu. Aliás, bem-aventurados sãos os humildes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a auto-estima é baseada na própria noção americana de que cada um de nós é responsável por nossa própria felicidade. Assim, dentro de um sistema cristão, a auto-estima tem um efeito sutil e negativo; podemos adotar a busca da felicidade como uma meta pessoal bem mais intensa do que a busca da santidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a auto-estima se tornou muito importante porque é considerada essencial para a felicidade. A menos que amemos a nós mesmos, não seremos felizes. Mas presumir que devemos amar a nós mesmos, que Deus não nos amará tanto quanto precisamos ser amados é uma forma de ateísmo prático. Dizemos que cremos em Deus, mas não confiamos nEle. Em vez disso, muitos cristãos vivem de acordo com uma idéia que não tem base na Bíblia: “Deus ama aqueles que se amam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro problema é que os cristãos começaram a desculpar o mal ou comportamentos destrutivos na base da auto-estima. Mas a auto-estima, quer baixa ou elevada, não decide nossas ações. Temos de prestar contas por nossas ações e temos a responsabilidade de tentar fazer o bem e evitar o mal. A baixa auto-estima não torna alguém alcoólatra, nem faz com que uma pessoa finalmente seja capaz de confessar seu vício e fazer algo sobre o problema. Essas duas decisões competem a cada um de nós, independente de nosso nível de auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, colocar todo o foco em nós mesmos alimenta um amor a nós mesmos que não tem base nenhuma na realidade. É o que os psicólogos muitas vezes chamam de narcisismo. Poderíamos achar que os Estados Unidos já tiveram problemas demais com o narcisismo da década de 1970, que foi a Geração do Eu e na década de 1980 com os yuppies. Hoje, a busca da auto-estima é apenas uma expressão mais recente da velha egomania dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao dar uma face feliz aos alunos de escola por seu dever de casa só porque foi entregue ou lhes dar troféus só por estarem presentes no time é bajulação do tipo vista durante décadas em nossos slogans comerciais: “Você merece uma pausa hoje”, “Você é o chefe”, “Faça do jeito que quiser”. Tal amor próprio é uma expressão extrema de uma psicologia individualista que nosso mundo consumista há muito tempo sustenta. Agora, quem reforça esse amor próprio sãos os educadores que gratificam a vaidade até mesmo de nossas crianças novas com mantras repetitivos como “Você é a pessoa mais importante do mundo inteiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ênfase narcisista na sociedade americana e principalmente na educação e até certo ponto na religião é uma forma disfarçada de adoração ao ego. Se aceita, os Estados Unidos terão 250 milhões das “pessoas mais importantes do mundo inteiro”. Duzentos e cinqüenta milhões de egos de ouro. Se tal idolatria não fosse socialmente tão perigosa, seria embaraçosa, e até de dar pena. Vamos esperar que o bom senso consiga fazer um retorno às nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul C. Vitz, Ph.D. (Universidade de Stanford, 1962), é professor emérito de psicologia, departamento de psicologia da Universidade de Nova Iorque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright © 1995 Paul C. Vitz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido do original em inglês: “The Problema with Self-Esteem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-8991687574407372752?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/8991687574407372752/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=8991687574407372752' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8991687574407372752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8991687574407372752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2010/01/o-problema-com-auto-estima.html' title='O Problema Com a Auto-Estima'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-4833455510491044712</id><published>2009-11-22T07:59:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T08:05:54.168-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>The Everlasting Man</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Witness of the Heretics&lt;/span&gt; (O Testemunho dos Hereges)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;G.K. Chesterton em seu célebre livro, The Everlasting Man (1925) [O Homem Eterno], havia certa vez escrito que nenhum outro símbolo era tão forte para descrever a complexidade do Evangelho do que a figura de uma chave. O Evangelho era uma chave, e o Cristão primitivo era uma pessoa que carregava uma chave, ou melhor, o que ele proclamava era uma chave. A reivindicação maior do nascente movimento cristão era que eles tinham em sua posse uma chave, e mais, eles alegavam que somente eles tinham esta chave e nenhuma outra pessoa ou movimento possuia uma réplica igual. Assim sendo, o movimento era tão estreito quanto ele poderia ser, só que o fato era que aquela chave poderia destrancar a prisão do mundo inteiro.&lt;br /&gt;O credo cristão era uma chave em três aspectos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Primeiro, a chave era acima de tudo, um objeto com um tamanho definido. Na verdade, era um objeto cujo propósito dependia inteiramente de ela manter sua forma original. A filosofia cristã era uma filosofia de forma e inimiga de todas teorias deformadas. Isto é, o credo cristão diferia da infinitude sem-forma, Maniqueísta ou Budista, que fazia parte da noite escura da Àsia. Era também neste quesito, o de uma forma definida, que o credo Cristão diferia do evolucionismo, a idéia de criaturas constantemente perdendo suas formas. Um homem ficaria bravo ao saber que a chave de sua casa teria se fundido com um milhão de outras numa unidade Budista; Ele também ficaria igualmente irritado se descobrisse que sua chave tivesse igualmente crescido em seu bolso e tivesse gerado milhares de ramos evolucionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Segundo, a forma da chave era em si mesma fantástica. A chave não era um quesito de abstrações, no sentido em que ela não era matéria de argumentações; ou ela abria a porta ou não. A chave era um fato objetivo  concreto, não uma filosofia vaga discutida por filósofos e sofistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Terceiro, a chave era necessariamente um objeto com um tamanho e forma definido, de fato, a chave dependia de um padrão especifico. Quando as pessoas reclamam que a fé é complicada com conceitos teológicos difíceis e etc, eles esquecem que o mundo não era uma simples fechadura, mas sim, uma fechadura complexa, cheio de labirintos e cantos estranhos. O problema era em si um problema complicado, ele não envolvia algo meramente tão simples quanto o pecado. A fechadura estava cheio de segredos, falácias profundas e enigmáticas que existiam desde a fundação do mundo. A chave era complexa porque o problema, a fechadura, era complexa. A única coisa simples sobre a chave é que ela abria a porta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-4833455510491044712?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/4833455510491044712/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=4833455510491044712' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4833455510491044712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4833455510491044712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/11/everlasting-man.html' title='The Everlasting Man'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-5834628648083895979</id><published>2009-09-07T20:37:00.000-07:00</published><updated>2009-09-07T20:39:28.738-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>O Nacionalismo de Esquerda é Uma Fraude</title><content type='html'>Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;(Maio de 2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os apóstolos do Estado nacional, que espumam de indignação patriótica à simples idéia de privatizar alguma empresa estatal, tornam-se de repente globalistas assanhados quando um poder supranacional vem defender os interesses deles contra os interesses da pátria. &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa conduta é tão repetida e uniforme que só um perfeito idiota não perceberia nela um padrão, e por trás do padrão uma estratégia. Desde logo, “a pátria” que eles celebram se constitui exclusivamente de estatais, onde têm sua base de operações e de onde dominam não somente uma boa fatia do Estado, mas também os sindicatos de funcionários públicos e seus monumentais fundos de pensão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Defendendo sua toca com a ferocidade de javalis acuados, desprezam tudo o mais que compõe a noção de “pátria” e não se inibem de colocar-se a serviço de ONGs e governos estrangeiros quando atacam as instituições nacionais, desmoralizam as Forças Armadas, desmembram o território brasileiro em “nações indígenas” independentes, impõem normas à educação de nossas crianças, fomentam conflitos raciais para destruir o senso de unidade nacional e, em suma, arrebentam com tudo o que constitui e define a essência mesma da nacionalidade. Da pátria, só uma coisa lhes interessa: o dinheiro e o poder que lhes vêm das estatais.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar, o nacionalismo que ostentam é de um tipo peculiar, desde o ponto de vista ideológico. É um nacionalismo seletivo e negativo, que enfatiza menos o apego aos valores nacionais do que a ojeriza ao estrangeiro - e mesmo assim não ao estrangeiro em geral, como seria próprio da xenofobia ordinária, mas a um estrangeiro em particular: o americano.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Assim, por exemplo, não sentem a menor dor na consciência quando, sob o pretexto imbecil de que toda norma gramatical é imposição ideológica das classes dominantes, demolem a língua portuguesa e acabam suprimindo do idioma duas pessoas verbais (mutilação inédita na história lingüística do Ocidente); mas, ante o simples ingresso de palavras inglesas no vocabulário - um processo normal de assimilação que jamais prejudicou idioma nenhum, e que aliás é mais intenso no inglês do que no português -, saltam ao palanque, com os olhos vidrados de cólera, para denunciar o “imperialismo cultural”.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ser nacionalista, para essa gente, não é amar o que é brasileiro: é apenas odiar o americano um pouco mais do que se odeia o nacional. Mas, para cúmulo de hipocrisia, seu alegado antiamericanismo não os impede de celebrar o intervencionismo ianque quando lhes convém, por exemplo quando ajudam alegremente a desmoralizar a cultura miscigenada que constitui o cerne mesmo do estilo brasileiro de viver e lutam para impor entre nós a política americana das quotas raciais, em consonância com as campanhas milionárias subsidiadas pelas fundações Ford e Rockefeller.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Do mesmo modo, seu antiamericanismo fecha os olhos à entrada de novos códigos morais - feministas e abortistas, por exemplo - improvisados em laboratórios americanos de engenharia social com a finalidade precisa de destruir os obstáculos culturais ao advento da nova civilização globalista.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Redução do nacionalismo à defesa das estatais, substituição do antiamericanismo ao patriotismo positivo, adesão oportunista ao que é americano quando favorece a esquerda: desafio qualquer um a provar que a conduta constante e sistemática da chamada “esquerda nacionalista” não tem sido exatamente essa que aqui descrevo, definida por esses três pontos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nunca, na História, houve patriotas a quem se aplicasse tão exatamente, tão literalmente e com tanta justiça a observação de Samuel Johnson, de que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-5834628648083895979?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/5834628648083895979/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=5834628648083895979' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5834628648083895979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5834628648083895979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/09/o-nacionalismo-de-esquerda-e-uma-fraude.html' title='O Nacionalismo de Esquerda é Uma Fraude'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-1464017118222519159</id><published>2009-09-02T21:18:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T21:46:18.256-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Winston Churchill: Definição do Socialismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/Sp9FkF4rFYI/AAAAAAAAAZw/QlV9CTyCH9A/s1600-h/socialism_explained.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 269px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/Sp9FkF4rFYI/AAAAAAAAAZw/QlV9CTyCH9A/s400/socialism_explained.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377092966461150594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O                      socialismo é a filosofia do fracasso, a crença                      na ignorância, a pregação da inveja”                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Seu defeito inerente é a distribuição                      igualitária da miséria”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Winston Churchill&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nota JSC: O grande erro do socialista é sua filosofia baseada no conceito de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;igualdade&lt;/span&gt;. Seria bom que todos fossem iguais e que não houvesse desigualdades, mas isto só valeria em um mundo perfeito, onde todos fossem honestos e ninguém fosse maldoso. Assim todos trabalhariam e não haveria desigualdades. Mas não se enganem, isto é apenas um sonho! Um sonho que nunca se tornará realidade enquanto o pecado existir, um sonho cuja probabilidade de concretização é quantativamente maior e qualitativamente melhor dentro da esperança escatológica cristã do que a utopia marxista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mundo não é perfeito, e é exatamente por isto que existe um conceito mais real e pragmático do que a ilusória igualdade, um conceito que começou a existir desde a queda: a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;equidade&lt;/span&gt;. A equidade afirma que nós devemos dar a alguém aquilo que ela merece, isto é justiça. Isto quer dizer que não é certo punir o diligente por ele trabalhar demais e recompensar o preguiçoso por ele não fazer nada. Cada um é julgado pelas suas próprias obras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-1464017118222519159?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/1464017118222519159/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=1464017118222519159' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/1464017118222519159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/1464017118222519159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/09/winston-churchill-definicao-do.html' title='Winston Churchill: Definição do Socialismo'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/Sp9FkF4rFYI/AAAAAAAAAZw/QlV9CTyCH9A/s72-c/socialism_explained.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-8477069108000335650</id><published>2009-05-19T16:59:00.000-07:00</published><updated>2009-06-29T06:07:59.388-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Cessacionismo e o Falar em Línguas</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;OBS: Leia até o final, depois tire suas próprias conclusões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent Cheung&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto (Março/2009) - www.monergismo.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;~ 1 ~&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas pessoas me chamam de um Neo-Pentecostal Reformado.[1] Lembro de uma pessoa que me criticou sobre a base que o termo é inapropriado e um oxímoro. Ele pensava que um Reformado não poderia ser ao mesmo tempo um Neo-Pentecostal, e um Neo-pentecostal possivelmente não merecia ser chamado de Reformado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora eu concorde que grande parte da minha teologia esteja de acordo com aqueles que são Reformados, eu não me chamo de Reformado. E embora eu afirme a continuidade dos dons sobrenaturais do Espírito, eu não me chamo de Neo-Pentecostal. Essa pessoa tem certo conceito de Reformado, e certo conceito de Neo-Pentecostal, e esses dois são incompatíveis. Mas por que eu devo ser uma dessas coisas, ou as duas? A forma como ele pensa sobre esses dois grupos torna-os incompatíveis, ou pode ser que eles sejam de fato incompatíveis; mas o que isso tem a ver comigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa poderia pensar que um cristão deveria ser Batista ou Presbiteriano, e se uma pessoa afirma os sacramentos batistas, mas o governo presbiteriano - ou qualquer coisa que seja supostamente batista, ou outra que seja supostamente presbiteriana - então ele deve estar errado, simplesmente sobre a base que, de acordo com ele, essas duas categorias são incompatíveis. Mas esse é um argumento pobre, e não faz nada para abordar se a doutrina dessa pessoa é correta ou errada. Contudo, isso nos diz que o entendimento do crítico sobre o mundo cristão é limitado a um conceito limitado de Batistas e Presbiterianos. Ele é como um sapo preso no fundo de um poço, cuja ideia dos céus é tão pequena quanto a abertura por meio da qual ele vê o firmamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo cristão é muito amplo. Simplesmente porque uma pessoa crê na doutrina bíblica da predestinação não significa que ela tenha aprendido isso de Calvino. Pode ser que tenha aprendido de Agostinho. Ou talvez aprendeu a mesma de Hodge, Shedd ou Berkhof. Pode ser que tenha aprendido-a de Vincent Cheung, ou de você, ou do seu pastor. E quanto a isso que direi agora? Pode ser que ele leu a Bíblia por si mesmo e aprendeu dali! Mas… isso é possível? É possível que uma pessoa possa ler passagens bíblicas e aprender realmente doutrinas bíblicas? Quem já ouviu tal coisa?  Mesmo que seja possível, ele é ou não um calvinista? Pode ser que ele tenha aprendido a doutrina de alguém que você nunca ouviu falar. Ora, seria muito tolo você aplicar suas críticas sobre Calvino a essa pessoa, como se ele fosse algum discípulo devoto dele, embora nunca tenha ouvido falar de Calvino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, embora rótulos e categorias possam tornar a conversa mais conveniente, eles podem também tornar a pessoa que os usa preguiçosa e descuidada. Você não pode usar um argumento com rótulos e categorias que o seu alvo não tenha obrigação de satisfazer. Quando faz isso, você está apenas mostrando que a sua maneira de entender os termos de alguma forma gera certo conflito e confusão. Você não está dizendo muito mais que isso. Sem dúvida, você não pode defender nenhuma coisa ou refutar alguém sobre essa base somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, eu advertiria você contra categorizações simplistas que resultam em representações incorretas. Há aqueles que pensam que se uma pessoa crê na continuação das manifestações sobrenaturais do Espírito, então ela deva ser como os Pentecostais - isto é, aqueles pentecostais malucos que eles conhecem. Não lhe ocorre que essa pessoa poderia ser totalmente diferente dos  Pentecostais, que mesmo sua doutrina sobre os dons espirituais poderia ser vastamente diferente. E parece não lhe ocorrer que podem existir Pentecostais em algum lugar que não são malucos. É injusto para um cessacionista usar os Pentecostais como o padrão, como se uma pessoa devesse ser como os Pentecostais que ele já viu, ou um cessacionista como ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;~ 2 ~&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando diz respeito à continuação dos milagres, quer ocorram a uma pessoa ou por meio de uma pessoa, a doutrina da soberania de Deus resolve o assunto. Deus pode fazer tudo o que deseja, e se desejar, ele pode operar um milagre hoje. Este pode ser um milagre feito a uma pessoa, ou um milagre que parece ser realizado por meio de um instrumento humano. Deus pode fazer tudo o que deseja, incluindo milagres. Se uma pessoa questiona isso, ele tem um problema bem maior do que afirmar o cessacionismo ou não. Sua crença sobre os aspectos mais básicos sobre Deus é falha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cessacionistas não objetam ao acima. Eles prontamente concordam que Deus pode fazer tudo o que deseja. Se isso é verdade, então é concebível que eu possa orar por um paciente com câncer, e se Deus quiser, ele cure a pessoa, e esta fique livre do câncer. Aqui não estou dizendo que isso acontece todas as vezes, mas somente que é concebível, dada a doutrina da soberania de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os que creem em Deus concordam com isso. Contudo, na prática pouquíssimos creem. Eles dizem que creem na soberania de Deus, mas negam-na por suas obras, tendo uma forma de doutrina sã e piedade, mas negando o poder dela. Quão frequentemente os cessacionistas oram a Deus para curar o doente? Não, não estou me referindo a orações que pedem que Deus guie os médicos. Estou me referindo a petições que pedem a Deus para curar a pessoa doente. Quão frequentemente os cessacionistas sequer tentam isso? Se a doutrina deles permite a possibilidade que Deus poderia curar se desejar, então por que não pedir a ele para curar? Deus é salvador da alma, mas não do corpo? O braço do Senhor está muito encolhido, e os seus ouvidos surdos para ouvir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você diz: é verdade que Deus pode curar se quiser, mas talvez ele nunca mais queira curar. Como você sabe isso? Uma coisa é dizer que ele poderia não desejar curar em algumas ocasiões, mas outra é alegar que ele não mais deseja curar. Ninguém sabe se ele não quer curar, e não há nenhum tipo de evidência bíblica, ou de qualquer outro tipo, para mostrar que Deus não mais deseja realizar milagres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cessacionistas alegam que querem proteger as doutrinas da suficiência e completude da Escritura. Creio que essa poderia ser uma das razões deles considerarem necessário afirmar o cessacionismo. Contudo, creio que essa não é a única razão. Há motivos ocultos por detrás dessa doutrina, tal como a incredulidade, e o medo que a incredulidade seja exposta caso eles se aventurem e afundem como Pedro, quando o Senhor o chamou para andar sobre a água. Teólogos versados não gostam de ser embaraçados. Alguns deles crucificariam antes a Cristo com suas próprias canetas, apenas para calá-lo, do que admitir que lutam com a incredulidade. Em todo caso, tem sido mostrado que a continuação das manifestações sobrenaturais do Espírito não compromete a suficiência e completude da Escritura.[2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmação da soberania de Deus significa isto: se Deus quiser fazer uma pessoa falar num idioma que ela nunca aprendeu, ele pode e fará. É simples assim. Se ele faz isso ou não é uma coisa, mas não deveria haver dúvida que é possível, mesmo hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, devemos reconhecer que a questão não é resolvida afirmando-se a mera doutrina da soberania de Deus, visto que ela tem a ver com como ele usa essa soberania com relação aos dons espirituais, e o que ele revelou na Escritura sobre isso. Também, quando diz respeito aos dons espirituais, estamos nos referindo a um modo particular da manifestação do poder de Deus, a saber, por meio de instrumentos humanos como dons espirituais. Assim, é reconhecido que o assunto é complexo, embora permaneça que o fundamento para a discussão deve ser a soberania de Deus, que ele pode e fará tudo o que deseja. E em conexão com os dons espirituais, eu direi novamente que, embora haja muitos versículos na Escritura nos ordenando a usar os dons espirituais, não existe nenhuma evidência bíblica, ou qualquer outro tipo, que sequer venha a sugerir que esses tenham cessado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;~ 3 ~&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe-me aplicar primeiro meu argumento simples contra o cessacionismo ao caso do falar em línguas. Paulo escreve: “Não proíbam o falar em línguas” (1 Coríntios 14.39, NVI). Mas se todos os dons espirituais cessaram, então as línguas cessaram. E se as línguas cessaram, então todas as alegações de falar em línguas hoje são falsas. Se todas as alegações de falar em línguas hoje são falsas, estão devemos proibir o falar em línguas. Em outras palavras, se o cessacionismo é correto, então estamos obrigados a fazer exatamente o oposto do que Paulo ordena nesse versículo sobre a base que a situação mudou, de forma que a mesma preocupação apostólica requereria que proibíssemos todo o falar em línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, transformar “Não proíbam o falar em línguas” em “Sempre proíbam o falar em línguas” requereria um argumento bíblico que fosse igualmente explícito, ou se este deve vir por dedução ou inferência, que seja um raciocínio perfeito, infalível, sem qualquer possibilidade de erro ou lugar para crítica. De outra forma, ninguém tem autoridade para dizer que o falar em línguas cessou, e ainda menos para proibir o falar em línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus diz: “Todo aquele que desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos céus; mas todo aquele que praticar e ensinar estes mandamentos será chamado grande no Reino dos céus” (Mateus 5.19). Deus me ordena: “Não matarás”. Se você deseja promover uma doutrina que requeira de mim mudar isso para, “sempre matarás”, então antes de eu ir para a matança, irei demandar que você produza um mandamento bíblico direto que substitua o primeiro, ou um argumento bíblico apoiando o novo mandamento ou obrigação que seja claro e perfeito, sem qualquer possibilidade de erro ou lugar para crítica. Se eu percebo sequer a mínima falha ou fraqueza, irei permanecer com o que é claro e direto, isto é, “não matarás”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, se ensino “não proíbam o falar em línguas” e você ensina “sempre proíbam o falar em línguas” (ou uma doutrina que leve a isso), então um de nós deve estar errado. Para me mostrar que sou eu quem está em erro, eu demandaria que você produza um argumento bíblico que seja tão claro, forte, perfeito e infalível como aquele que diz, “não proíbam o falar em línguas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francamente, contra essa consideração, eu teria muito receio de ensinar o cessacionismo. E eu me pergunto como podemos justificar a decisão de permitir alguém permanecer no ministério, quando esta pessoa continua ensinando o cessacionismo após ouvir este simples argumento. Se ele não pode respondê-lo - se não pode produzir um argumento infalível para o cessacionismo - mas continua a ensinar a doutrina, isso pode significar apenas que ele conscientemente promove rebelião contra o Senhor.  Que direito temos, então, de nos refrear de removê-lo do ministério? Eu tenho autoridade para proteger tal pessoa da disciplina da igreja? Mas eu não sou mais forte que o Senhor. Nessas circunstâncias, o cessacionismo não é uma doutrina sobre a qual argumentar, mas um pecado do qual se arrepender. Os cristãos deveriam não somente evitar o cessacionismo, mas deveriam temer afirmá-lo, pois equivale a um desafio direto e deliberado aos mandamentos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode dizer: “Tudo bem dizer que não devemos proibir falar em línguas, mas devemos proibir a falsificação”. Como isso é relevante neste ponto? Se na tentativa de se opor à falsificação, você se opõe a todas as alegações de falar em línguas como uma questão de princípio, então você volta a desafiar o mandamento de Paulo novamente. Se você admite que não devemos proibir falar em línguas, mas devemos julgar cada caso por seu próprio mérito, eu concordaria contigo, mas então você não mais seria um cessacionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que mencionamos a possibilidade da falsificação, a discussão finalmente chega à natureza das línguas. Atos 2 nos diz que o Espírito Santo capacitou os discípulos a falar em idiomas que eles nunca aprenderam. Esses eram idiomas humanos conhecidos e reconhecidos pelos estrangeiros que estavam presentes. Algumas vezes é suposto que foi um milagre de audição, mas os estrangeiros ouviram os discípulos falar em seus próprios idiomas porque os discípulos estavam falando no idiomas deles. A Escritura declara que eles falaram o que o Espírito lhes deu. Ela não diz que o Espírito alterou a audição da audiência. O falar em línguas em 1 Coríntios 12-14 é o mesmo tipo de manifestação que aquela em Atos 2. Não há razão para pensar de outra forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto que as expressões consistiam de idiomas humanos, como demonstrado em Atos 2 e também indicado em 1 Coríntios 13.1, há certas características que deveríamos esperar. Um idioma humano inclui um vocabulário substancial, ou palavras, que formam sentenças. Em linguagem ordinária, sentenças são marcadas por pausas e inflexões, que frequentemente determinam o significado preciso dessas sentenças. Por exemplo, uma inflexão poderia mudar o que seria entendido como uma declaração de fato numa pergunta. Dessa forma, “você irá à igreja hoje”, muda para “você irá à igreja hoje?”. Uma inflexão poderia também tornar uma declaração ordinária numa exclamação, ou mesmo numa acusação. Há muitas outras coisas que podemos mencionar sobre as características dos idiomas humanos, mas o ponto é que elas exibem traços e padrões complexos que são discerníveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menciono isso para dizer o seguinte: Julgando a partir da minha experiência admitidamente limitada, a maioria das pessoas que falam em línguas provavelmente não falam em idiomas reais. Sem dúvida, minha experiência não reflete o número total daqueles que alegam falar em línguas. A alegação é que a maioria daqueles que tenho ouvido provavelmente não falam em idiomas humanos, e há provavelmente muitos outros como eles. Quando eles supostamente falam em línguas, seus sons não exibem a variedade e complexidade esperada em idiomas humanos reais. Eles com muita frequencia repetem somente uma, algumas vezes duas ou três sílabas em rápida sucessão, como “da-da-da-da-da-da-da”, or “wa-ka-la-ka-wa-ka-la-ka-wa-ka-la-ka-wa-ka-la-ka”, ou “moshimoshimoshimoshimoshi”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três possíveis explicações para isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, eles podem estar falando em código Morse, ou algo parecido. Contudo, mesmo o código Morse deve diferenciar seus sinais por padrões e pausas. Mas quando uma pessoa repete a mesma sílaba sessenta vezes sem nenhuma pausa, e após tomar fôlego, repete a mesma sílaba outras quarenta vezes, é difícil crer que ele esteja comunicando alguma mensagem que tenha significado. Alguém pode também objetar que supõem-se que o falar em línguas refira-se a um idioma humano ordinário, mas isso não pode resolver a questão, visto que o código Morse ou algo parecido pode se qualificar de modo concebível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, é suposto que alguns deles poderiam estar falando no idioma dos anjos, que não poderia exibir as mesmas características que os idiomas dos homens. Contudo, mesmo que 1 Coríntios 13.1 de fato conceda a possibilidade que alguém poderia falar no idioma dos anjos, as mesmas preocupações com respeito ao código Morse se aplicam. Deve haver padrões discerníveis para diferenciar entre os sinais para que haja um idioma, pelo menos quando este é falado por meio de homens. E se o idioma dos anjos não pode ser falado por meio de homens de uma forma que haja padrões discerníveis, então eles não estão na realidade falando no idioma dos anjos, visto que aparentemente este idioma não pode ser falado por meios dos homens de forma alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro, e parece ser o mais provável, aqueles que falam sem qualquer padrão discernível não estão falando em idiomas humanos, e não estão falando em línguas de forma alguma. Não estou dizendo que não existe nenhum falar em línguas genuíno hoje. Tenho afirmado com muita força que a manifestação continua de acordo com a vontade de Deus. Mas se aqueles que falam em línguas desejam exercer o dom genuíno, e se desejam ser levados à sério, eles devem satisfazer o padrão. Qualquer coisa menor que um código Morse é inaceitável, pois não seria idioma de forma alguma. E devemos acreditar que todas ou a maioria das pessoas que falam em línguas o fazem em código? Não, pois as línguas genuínas serão idiomas humanos, e soarão como idiomas humanos. Deveríamos suspeitar de qualquer pretensa manifestação de falar em línguas que careça de qualquer padrão ou complexidade discernível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fator que tem contribuído para as ocorrências predominantes de línguas falsas é a negligência do fato que o falar em línguas é uma manifestação do Espírito - é algo que o Espírito impele a sair. Portanto, não é algo que um homem pode ensinar a outro. Os Pentecostais algumas vezes ensinam os novatos: “Apenas comece a falar. Diga, ‘da-da-da-da-ka-ka-sha-la-la… aí esta´! Você recebeu!” Não, nenhum deles tem coisa alguma. O dom é uma manifestação do Espírito, e quando aparece, há uma qualidade celestial, uma inteligência evidente por detrás dele. Não é algo que possa ser ensinado, praticado ou reforçado pela carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;~ 4 ~&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, ouvi um sermão sobre a abordagem bíblica ao crescimento da igreja por John MacArthur. Ele insistiu que os métodos de crescimento de igreja que são baseados em teorias de negócio e marketing são perversos e destrutivos. Antes, ele propôs que os cristãos deveriam retornar a Atos dos Apóstolos, visto que ali o método modelado pelos primeiros discípulos é apresentado. Ele não se referia a algum modelo do Novo Testamento num sentido geral, mas foi inflexível que devemos seguir o Livro de Atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, no curso do sermão, ele ofereceu cinco princípios que tinha derivado: A igreja primitiva tinha 1) Uma mensagem transcendente, 2) Uma congregação regenerada, 3) Uma perseverança resoluta, 4) Uma pureza evidente, e 5) Uma liderança qualificada. Contudo, qualquer expositor honesto deveria ter adicionado, 6) Um ministério de falar em línguas, curar coxos, ressuscitar mortos, expelir demônios, destruir mentirosos, romper prisões, sacudir casas, amaldiçoar feiticeiros, ter visões, predizer o futuro e realizar milagres. Todas essas coisas são registradas no Livro de Atos, não são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, eu não esperava que MacArthur se embaraçasse com a verdade. Sabendo que ele é um cessacionista extremo, esperava uma menção desse item antes de rejeitá-lo, mas nada foi dito. Ele nem mesmo o mencionou. Mas eu pensei que deveríamos retornar ao padrão no Livro de Atos. Qual Livro de Atos ele estava lendo? Esse é o campeão da pregação expositiva que tantos cristãos adoram? Mas eu pensei que a pregação expositiva compeliria o pregador a abordar tópicos com os quais ele não se sente confortável, e apresentar o que ele poderia achar difícil de aceitar. O que aconteceu com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vou lhe dizer qual é o padrão no Livro de Atos - é o padrão de não permitir que a desonestidade e o preconceito obscureçam os ensinos claros da palavra de Deus. Se nos forçássemos a ser caridosos sem justificação, poderíamos dizer que MacArthur evitou a questão para economizar tempo de mencionar algo no qual ele não crê. Mas ele violou, no mínimo superficialmente, seu próprio padrão de pregar a Palavra de Deus como ela está escrita. É muito difícil, se não impossível, excusar alguém de mencionar os milagres quando ele mesmo, com tanto zelo e indignação, repreende a igreja por falhar em seguir o padrão no Livro de Atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus disse que receberíamos poder quando o Espírito Santo viesse sobre nós. Assim, onde está o poder? Você que não acredita na continuação dos dons sobrenaturais: Você diz que tem o Espírito, que todos os crentes têm o Espírito, mas onde está o poder? Seu hipócrita - você finge ter isso redefinindo o conceito. E você que crê na continuação dos dons sobrenaturais: Você alega ter o Espírito, mas onde está o poder? Seu hipócrita - você insulta o Espírito implementando um padrão baixo, de forma que as falsidades e os excessos são numerados juntamente com o que é genuíno, se é que há manifestações de fato genuínas entre vocês. Quando Elias desafiou os falsos profetas, ele não tornou isso fácil para si mesmo ou para o Senhor. Ele não derramou gasolina nos sacrifícios, mas derramou muita água. Ele era da opinião que se Deus não fizesse isso, então que não fosse feito, mas se Deus fizesse, então que não houvesse dúvida que foi um milagre do Senhor, e não dos esquemas e artimanhas dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês dois dizem que têm o Espírito, mas quando os discípulos foram cheios com o Espírito no Livro de Atos, houveram tamanhas manifestações de poder que fizeram os incrédulos tremer. Onde está o poder? É verdade que uma demonstração de poder divino nem sempre equivale a milagres, mas existe alguma manifestação de poder entre vocês? Qualquer uma que seja? Onde está a autoridade divina em sua pregação? Onde está a sabedoria divina em seu conselho? Onde está a ousadia divina em suas ações? Você tem seus métodos expositivos, seus diplomas de seminário, suas ensaios de ordenação, e os livros deste ou daquele teólogo em sua biblioteca. Mas você não tem o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem aqueles que pensam que o meu ministério não tem valor. Eu não me dirigirei a eles agora. Mas se você vê qualquer fé, sabedoria, poder, vida, zelo, ousadia, qualquer autoridade de outro mundo em mim, então que seja conhecido que isto vem do Espírito de Deus. Ele me salvou e me deu um santo chamado, até mesmo a obra do ministério. E ele me deu o seu Espírito Santo, para que eu pudesse ser capacitado a viver esta nova vida, em verdade e santidade, e para realizar as obras que ele preordenou para que eu fizesse. Não estou dizendo tudo isso simplesmente porque penso que deveria, mas estou bem consciente do poder do Espírito pelo qual eu penso e trabalho, e a diferença que ele faz. Eu posso lhe dizer o que ele faz por mim, e o que sou incapaz de fazer sem ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a herança de todo cristão, e o equipamento necessário de todo ministro do evangelho. Deus não nos deu um espírito de fraqueza, mas um espírito de poder - poder para perceber, crer, declarar, suportar e poder para confrontar e destruir o cinismo e a incredulidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]  Coloquei em maiúsculo a palavra “Neo-Pentecostal” porque ela é usada num sentido que se refere a um tipo ou grupo de pessoas comumente associados com a crença na continuação dos dons sobrenaturais do Espírito. Ele é mais que um termo muito amplo, referindo-se a qualquer um que creia na continuação dos dons sem outras suposições atribuídas a tal pessoa. Embora eu reconheça as diferenças entre Pentecostais e Neo-Pentecostais, visto que este artigo não aborda essas diferenças, usarei os dois termos como se fossem intercambiáveis, focando-me apenas em sua similaridade em afirmar a continuidade dos dons sobrenaturais do Espírito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[2]  Veja Don Codling, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sola Scriptura and the Revelatory Gifts&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-8477069108000335650?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/8477069108000335650/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=8477069108000335650' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8477069108000335650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8477069108000335650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/05/cessacionismo-e-o-falar-em-linguas.html' title='Cessacionismo e o Falar em Línguas'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-5090417240868873553</id><published>2009-05-16T13:31:00.000-07:00</published><updated>2009-05-16T14:06:04.849-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>A Verdade é Relativa?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;(Um diálogo entre Sócrates e Protágoras)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;Protágoras:&lt;/em&gt; A verdade é relativa. É somente uma questão de opinião.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sócrates:&lt;/em&gt; Você quer dizer que a verdade é mera opinião subjetiva?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Protágoras:&lt;/em&gt; Exatamente. O que é verdade para você, é verdade para você, e o que é verdade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;para mim, é verdade para mim. A verdade é subjetiva.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sócrates:&lt;/em&gt; Você quer dizer realmente isso? Que minha opinião é verdadeira em virtude de ser minha opinião?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Protágoras:&lt;/em&gt; Sem dúvida!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sócrates:&lt;/em&gt; Minha opinião é: A verdade é absoluta, não opinião, e que você, Sr. Protágoras, está absolutamente em erro. Visto que é minha opinião, então você deve conceder que ela é verdadeira segundo a sua filosofia.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Protágoras:&lt;/em&gt; Você está absolutamente correto, Sócrates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;A filosofia por trás do Pós-Modernismo não é nova, Sócrates já havia demonstrado a inconsistência lógica do relativismo há mais de 2400 anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salomão certa vez disse: "Não há nada novo debaixo do sol" (Ec 1:9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofismas que previamente existiram, ressurgem em nossos dias com uma nova roupagem semântica, não há nada de novo, somente coisas velhas acontecendo a pessoas novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ouvir 258 questões teológicas, logicamente respondidas, clique &lt;a href="http://www.bible.org/page.php?page_id=3226"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-5090417240868873553?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/5090417240868873553/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=5090417240868873553' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5090417240868873553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5090417240868873553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/05/verdade-e-relativa.html' title='A Verdade é Relativa?'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-5002064989411027907</id><published>2009-05-10T18:21:00.000-07:00</published><updated>2009-05-10T18:34:00.471-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Em Busca do Jesus Histórico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estava prestes a traduzir um longo artigo/estudo em inglês de 17 páginas acerca do tão chamado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jesus Histórico&lt;/span&gt;, mas devido a preguiça (que não é de Deus - (^_^)), resolvi optar pelo caminho mais curto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno Uchôa do site &lt;a href="http://www.monergismo.com/"&gt;Monergismo &lt;/a&gt;(bons calvinistas) foi mais ligeiro que eu, e traduziu uma ótima síntese do William Lane Craig.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler a matéria, clique &lt;a href="http://www.monergismo.com/textos/apologetica/Craig_Jesus_Historico.pdf"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(O artigo está em formato PDF, tu podes abaixar diretamente para seu computador)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso estejas interessado em ler o artigo em inglês, clique &lt;a href="http://www.bible.org/page.php?page_id=539"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-5002064989411027907?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/5002064989411027907/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=5002064989411027907' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5002064989411027907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5002064989411027907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/05/em-busca-do-jesus-historico.html' title='Em Busca do Jesus Histórico'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-4720529567885560386</id><published>2009-05-10T17:44:00.000-07:00</published><updated>2009-05-10T18:06:56.049-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Canonicidade Bíblica (3/3): Livros Extra-Bíblicos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;STAFF, A. P. The Canon and Extra-Canonical Writings.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Copyright © 2003 Apologetics Press, Inc.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradução e Adaptação: J.S. Cavani&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo tipo de literatura fora da Bíblia é considerada extra-bíblica. Tudo que seja de natureza bíblica que não faça parte do cânon bíblico é considerado extra-canônico, este tipo de material inclui os apócrifos e os pseudopígrafos. Estes livros são compostos de profecias, histórias, atos, evangelhos e apocalipses, muitos deles alegando autoria de homens ou mulheres mencionados na Bíblia. Existem livros que já foram atribuidos à Adão, Enoque, Barnabé, Tomé, Paulo e outros mais. Alguns são compilações contendo atos de homens como Pôncio Pilatos, Paulo, Pedro, e outros notórios homens do Novo Testamento. Os tópicos discutidos por tão vasta literatura são extensivos, desde horóscopos anuais (i.e. Tratado de Sem) até a infância de Jesus como no Evangelho da Infância de Tomé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Velho Testamento – Apócrifos e Pseudopígrafos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois tipos de escritos extra-canônicos no Antigo Testamento: apócrifos e pseudopígrafos. Quando ouvimos falar sobre os apócrifos (também chamados deuterocanônicos), os livros que primeiramente vêm a mente são aqueles conhecidos como a Apócrifa. A Apócrifa são um subgrupo de escritos apócrifos, que literalmente querem dizer “escondidos.” Estas palavras (Apócrifa e apócrifos) são derivados do Grego apokruphos, e se referem aos livros que as Igrejas Católicas, Russa Ortodoxas, Grega Ortodoxas aceitam como canônicas, mas que o Cânon Hebraico rejeita. O Cânon Católico e Ortodoxo variam, não apenas do Cânon Protestante e Hebraico, mas também entre eles. A Igreja Católica considera Tobias, Judite, 107 versículos espalhados pelo livro de Ester, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, a Carta de Jeremias, a Oração de Azarias, a Canção dos Três Jovens, Susana, Bel e o Dragão, 1 e 2 Macabeus como canônicos. 1 e 2 Esdras e a Oração de Manassés foram adicionados como um apêndice no fim do Novo Testamento e são considerados não-canônicos pela Igreja Católica Romana. A Igreja Ortodoxa Grega aceita o Cânon Católico, mas adiciona 1 Esdras, Salmo 151, a Oração de Manassés e 3 Macabeus ao seu Cânon enquanto que 4 Macabeus é colocada no apêndice.  Em adição ao Cânon Católico, a Igreja Ortodoxa Russa considera 1 e 2 Esdras (os quais eles chamam de 2 e 3 Esdras), Salmo 151 e 3 Macabeus como canônicos. Porque então estes livros adicionais são considerados canônicos por alguns e não por outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que a Septuaginta (tradução grega do AT) ganhou preeminência ao redor do mundo, um grupo de escritos foi adicionado aos tradicionais 24 livros do Cânon Hebraico – estes eram a Apócrifa. Porque estariam estes livros no AT Grego, mas não no AT Hebraico? No seu livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Life and Times of Jesus the Messiah&lt;/span&gt;, Alfred Edersheim deu uma explicação provável para o desenvolvimento de ambas a Apócrifa e a pseudopígrafa do AT. Com a tradução do AT em Grego por volta de 250 AC, os Judeus (particularmente aqueles que estavam fora da Palestina) começaram a transição do pensamento judaico-tradicional para o pensamento judeo-helenistico. Isto envolveu a mistura das filosofias gregas, entre as quais estavam o Estoicismo e o Epicurismo, com a teologia do AT. Com este desenvolvimento, um novo grupo de escritos foi procurado, escritos que pudessem reconciliar as visões opostas do Judaísmo e do Helenismo. O resultado foi a Apócrifa e a pseudopígrafa do AT – livros que eram o meio-caminho entre a verdade do Antigo Testamento e a mitologia e filosofia humanística do mundo Greco-Romano (1972, 1:31-39). É por causa disto que a Apócrifa, a qual teve uma significância histórica para a Judéia e uma significância teológica para os Judeus Helenisticos, foram incluidos no Cânon Grego do AT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o Cânon Hebraico nunca incluiu a Apócrifa, os helenistas e alguns dos cânons cristãos e manuscritos os incluiram. As cópias existentes da Septuaginta os incluiram, alguns dos textos antigos da patrística fazem citações deles e alguns dos Pais da Igrega (Irineu, Tertuliano, Clemente) os consideravam canônicos (Geisler e Nix, 1986, pp. 266-267).  Alguns dos Concílios da Igreja Católica (começando com Hipo em 393 e culminando com o Concílio de Trento em 1546) os considerou canônicos. Porque então nós os rejeitamos? Uma das objeções é que eles foram escritos depois que as revelações do Antigo Testamento haviam cessado (depois de Malaquias) e antes que as revelações do Novo Testamento começassem. Embora certos livros como 1 e 2 Macabeus contém registros históricos precisos, eles possuem o mesmo valor que os registros históricos escritos por Tácito ou Heródoto. Sem dizer é claro que muitos dos apócrifos contém erros e contradições. A objeção maior é que eles não estão incluidos na Bíblia Hebraica. Os Judeus, os guardiões da Antiga Aliança, os rejeitaram. O Cânon Hebraico está completo e fechado, consistindo dos 39 livros que fazem parte do nosso AT. Este Cânon foi fechado nos dias de Esdras e não deve ser re-aberto para incluir a Apócrifa. Já a pseudopígrafa (falsos escritos) são um conjunto de escritos, falsamente atribuídos a homens da época do AT. Tais escritos foram escritos entre 200 AC - 200 AD e incluem livros apocalípticos, testamentos, lendas, literatura filosófica, provérbios, orações e salmos. O fato de não estarem inclusos no Cânon é devido ao fato de conterem falsas informações a respeito de seus autores. Se um livro mente a respeito de sua origem, provavelmente ele contém falsidades. Se um livro requer uma falsa atribuição em ordem para ser canônico, então ele contém características que fazem sua inspiração e canonicidade suspeita. Enfim, a pseudopígrafa contém misturas de mitologia grega com teologia vetero-testamentária, contradições óbvias, erros nas áreas de geografia e história, e por esta razão foram rejeitados e chamados de falsos escritos. Embora haja possíveis citações ou alusões em Judas e 2 Timóteo a livros como 1 Enoque, o Testamento de Moisés e o livro de Janes e Jambres, isto não os torna inspirados. Assim como poetas pagãos são citados por Paulo em Atos e Tito, o relato bíblico deles foi um uso inspirado de fontes não-inspiradas, da mesma forma em que pregadores as vezes usam fontes extra-bíblicas para ilustrar um ponto ou tópico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apócrifa e Pseudopígrafa do Novo Testamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pseudopígrafa do Novo Testamento são aqueles livros escritos em formas de evangelhos, atos, epístolas e apocalipses que não pertencem ao Cânon do NT. Frequentemente eles tem os nomes dos apóstolos, discípulos proeminentes, escritores Cristãos antigos (Clemente, Mateus, Barnabé) ou figuras famosas (Pilatos, Gamaliel). Eles são facilmente rejeitados por causa de sua falsa atribuição, erros, ensinos errôneos, etc. Eles também foram escritos tarde demais para serem inspirados. Alguns existem apenas como fragmentos e mais importante, a Igreja Primitiva os rejeitou como não-canônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora eles sejam não-canônicos, muitos dos pseudopígrafos são escritos históricos e teológicos importantes, pois eles revelam as tradições, os mitos e as superstições de alguns dos primeiros Cristãos, assim como também alguns setores heréticos (Docetismo, Gnosticismo, Asceticismo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia no entanto, alguns escritos que eram aceitos como inspirados e outros como genuínos – estes eram os apócrifos do NT. Eles consistiam na Epístola do Pseudo-Barnabé, 1 e 2 Coríntios de Clemente, o Pastor de Hermas, o Didaquê, o Apocalipse de Pedro, Atos de Paulo e Tecla, Evangelho de acordo com Hebreus, Epístola de Policarpo aos Filipenses e as Sete Epístolas de Inácio. Alguns dos escritores Cristãos os listavam entre os escritos sagrados: a Epístola do Pseudo-Barnabé foi citado por Clemente e Orígenes, o Pastor de Hermas foi citado por Irineu e Orígenes e o Didaquê foi citado por Clemente e Atanásio [Geisler and Nix, 1986, pp. 313-316]. Porque então nós rejeitamos estes livros como não-inspirados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, a maioria destes escritos mencionados acima, nunca foram intencionados a serem Escrituras inspiradas, eles eram simplesmente cartas de um Cristão para outro. Alguns destes apócrifos contém erros, fazendo deles não-inspirados. Nenhum deles têm a autoridade apostólica e todos foram escritos depois do tempo da inspiração, isto é, o Apocalipse de João. O Cânon já estava fechado por Deus. No entanto, alguns dos apócrifos são boas literaturas devocionais e nos mostram fatos a respeito da Igreja Primitiva e suas formas de adoração e culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, devemos mencionar o fato que os gnósticos escreveram vários pseudopígrafos, introduzindo idéias estranhas e esotéricas, falsamente atribuindo a autoria a apóstolos famosos (e.g. Evangelho de Tomé) com o propósito de fazerem suas doutrinas se passarem por genuínas. Por exemplo, O Evangelho de Tomé no último versículo (114), faz relato de uma suposta conversa entre Pedro e Jesus. Pedro diz que as mulheres não são dignas de salvação e Jesus responde afirmando que Ele transformará Maria (Madalena) em um homem “&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;pois toda mulher que fizer a si mesmo como homem entrará no reino dos céus&lt;/span&gt;.” Por causa desta e outras doutrinas gnósticas, os pseudopígrafos foram rejeitados pela Igreja Primitiva como heréticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus nos deu “&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou&lt;/span&gt;” (2 Pe 1:3), e nosso conhecimento dele é completo através de sua Palavra revelada. Pois certamente Jesus “&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro.  Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome&lt;/span&gt;” (João 20:30-31). Os 66 livros canônicos são tudo o que precisamos, sem nenhuma adição ou subtração. Embora alguns dos livros extra-canônicos são úteis para o estudo histórico e literário, eles não possuem autoridade em regra de fé. O Cânon foi estabelecido e fechado por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa disto, Deus nos deu certas diretivas. O escritor de Provérbios diz: “&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.  Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso&lt;/span&gt;” (Pv 30:5-6). Moisés ordenou os Israelitas em Deuteronômio 4:2 “&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando.&lt;/span&gt;” A ordem é repetida em Dt 12:32. Portanto, nós temos a Palavra de Deus como Ele intencionou que a tivessemos – nada menos e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências Usadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aland, Kurt, and Barbara Aland (1981), The Text of the New Testament, trans. Erroll F. Rhodes (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1995 reprint), second edition.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Apocrypha of the Old Testament: Revised Standard Version (1977), ed. Bruce M. Metzger (New York, NY: Oxford).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Athanasius (1971), “Letters of Athanasius,” The Nicene and Post-Nicene Fathers: Second Series, eds. Philip Schaff and Henry Wace (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Briggs, Charles Augustus (1970), General Introduction to the Study of Holy Scripture (Grand Rapids, MI: Baker), revised edition.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruce, F.F. (1988), The Canon of Scripture (Downers Grove, IL: InterVarsity Press).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caius (1971), “Fragments of Caius,” The Ante-Nicene Fathers, ed. Alexander Roberts and James Donaldson (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charlesworth, J.H. (1983), “Introduction for the General Reader,” The Old Testament Pseudepigrapha: Apocalyptic Literature and Testaments, ed. James H. Charlesworth (New York, NY: Doubleday).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Danker, Fredrick William (2000), A Greek-English Lexicon of the New Testament and Other Early Christian Literature (Chicago, IL: University of Chicago), third edition of Bauer-Danker-Arndt-Gingrich.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edersheim, Alfred (1972), The Life and Times of Jesus the Messiah (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eusebius (1971), “Church History of Eusebius,” The Nicene and Post-Nicene Fathers: Second Series, ed. Philip Schaff and Henry Wace (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geisler, Norman L. and William E. Nix (1986), A General Introduction to the Bible (Chicago, IL: Moody).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josephus, Flavius (1987), The Works of Josephus, transl. William Whiston (Peabody, MA: Hendrickson).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ladd, George Eldon (1986), “Pseudepigrapha,” The International Standard Bible Encyclopedia, ed. Geoffrey W. Bromiley (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1988 reprint).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lightfoot, Neal R. (2003), How We Got the Bible (Grand Rapids, MI: Baker), third edition.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martyr, Justin (1973), “First Apology,” The Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids, MI: Eerdmans), ed. Alexander Roberts and James Donaldson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;McDowell, Josh and Bill Wilson (1993), The Best of Josh McDowell: A Ready Defense (Nashville, TN: Nelson).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;McGarvey, J.W. (1974), Evidences of Christianity (Nashville, TN: Gospel Advocate).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metzger, Bruce M. (2000), A Textual Commentary on the Greek New Testament (Stuttgart, Germany: Deutsche Bibelgesellschaft), second edition.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motyer, Alec (2001), The Story of the Old Testament, ed. John Stott (Grand Rapids, MI: Baker).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origen (1974a), “Commentary on Matthew,” The Ante-Nicene Fathers, ed. Allan Menzies (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origen (1974b), “Commentary on John,” The Ante-Nicene Fathers, ed. Allan Menzies (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schaff, Philip (1910), History of the Christian Church (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1973 reprint).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-4720529567885560386?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/4720529567885560386/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=4720529567885560386' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4720529567885560386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4720529567885560386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/05/canonicidade-biblica-33-livros-extra_10.html' title='Canonicidade Bíblica (3/3): Livros Extra-Bíblicos'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-993199005365673328</id><published>2009-05-02T21:45:00.001-07:00</published><updated>2009-05-03T18:53:03.199-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Canonicidade Bíblica (2/3): Novo Testamento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Autoria: J. Hampton Keathley, III , Th.M. &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(www.bible.org)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;STAFF, A. P. The Canon and Extra-Canonical Writings.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Copyright © 2003 Apologetics Press, Inc.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradução, Conflação e Adaptação: J.S. Cavani&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim&lt;/span&gt;” (João 15:26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro&lt;/span&gt;” (Ap 22:18-19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Processo de Reconhecimento do Cânon do Novo Testamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais foram os fatores que levaram ao reconhecimento do Cânon Neo-Testamentário como nós o temos hoje? Por quase 20 anos depois da ascensão de Cristo, nenhum dos livros do NT tinham sido escritos. Tiago foi, sem dúvida nenhuma, a primeira carta a ser escrita entre 45-50 AD, e o Apocalipse, o último a ser escrito por volta de 90 AD. Mas muitas coisas começaram a acontecer que promoveram a formação do Cânon do Novo Testamento. Entre elas podemos citar: (1) escritos espúrios assim como ataques contra os escritos genuínos foram um fator. Marciano, por exemplo, rejeitou o Antigo Testamento e todos os escritos do Novo Testamento, exceto as cartas de Paulo (ele também tinha alterado o Evangelho de Lucas, para se encaixar com sua doutrina). (2) O conteúdo do NT testificava a sua própria autenticidade, e por isto, estes escritos foram naturalmente coletados, sendo reconhecidos como canônicos. (3) Escritos apostólicos eram usados na adoração pública, assim, era necessário determinar qual destes escritos eram canônicos. (4) Devido ao edito do Imperador Diocleciano em 303 AD, demandando que todos os livros sagrados fossem queimados, isto acabou resultando na coleção do Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ainda dividir o processo de reconhecimento do cânon do NT em dois períodos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Era Apostólica.&lt;/span&gt; Os livros eram inspirados no momento em que foram escritos, assim sendo eles já eram canônicos e possuiam autoridade como sendo da parte de Deus. A responsabilidade da igreja era simplesmente atestar o fato da inspiração. Este processo começou imediatamente com os escritores reconhecendo que seus próprios escritos eram a Palavra de Deus (Col. 4:16; 1 Ts 4:15). Eles também reconheceram que outros escritos do NT eram Escrituras em par de igualdade com o AT. Em 1 Tm 5:18, Paulo cita Dt 25:4 e Lc 10:7, referindo a ambas passagens como Escritura. Pedro do mesmo modo atesta que os escritos de Paulo são Escrituras (2 Pe 3:15-16). Adicionando a isto, as epístolas do NT estavam sendo lidas e circuladas entre as igrejas como revelação autoritária de Deus (cf Col. 4:16; 1 Ts 5:27).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Era Pós-Apostólica&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Clemente de Roma (95 AD) mencionou cerca de 8 livros neo-testamentários numa carta;&lt;br /&gt;2. Inácio de Antioquia (115 AD) havia reconhecido 7 livros;&lt;br /&gt;3. Justino Mártir (110-165 AD). Na sua &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Primeira Apologia&lt;/span&gt;, referiu-se aos evangelhos contendo o relato da última ceia, embora ele não mencionou os títulos ou autores. Mais tarde, ele mencionou que os escritos dos apóstolos eram lidos junto com os dos profetas na assembléia dominical.&lt;br /&gt;4. Policarpo, um discípulo de João (108 AD) tinha mecionado 15 epístolas. Isto não quer dizer que os pais da igreja não reconheciam o restante das cartas como canônicas, mas estas foram aquelas que eles mencionaram em suas correspondências.&lt;br /&gt;5. Irineu (185 AD) através de seus escritos, havia mencionado 21 livros.&lt;br /&gt;6. Hipólito (170-235 AD) reconhecia 22 livros. Os livros problemáticos neste tempo eram Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 &amp;amp; 3 João.&lt;br /&gt;7. Orígenes (185-254 AD) mencionou Mateus, Marcos, Lucas e João como genuínos. Ele também mencionou os escritos de Paulo, Atos, 1 Pedro, 1 João e Apocalipse. Ele listou 2 Pedro, 2 e 3 João como disputados por alguns. No entanto, na sua homilia sobre Josué, ele listou os 27 livros do Novo Testamento como escrituras que aboliram a idolatria e falsas filosofias, demonstrando que estas eram escrituras aceitas.&lt;br /&gt;8. Cânon Muratório. Ainda mais importante foi o testemunho do Cânon Muratório (170 AD), o qual foi uma compilação de livros reconhecidos como canônicos no princípio da igreja. O Cânon Muratório incluia todos os livros do NT, exceto Hebreus, Tiago, as epístolas de Pedro e uma epístola de João. O cânon muratório aceitava também o apócrifo Sabedoria de Salomão, afirmando que alguns também tinham aceito o Apocalipse de Pedro. A respeito do Pastor de Hermas, o cânon dizia que ele era uma composição recente, não inspirada.&lt;br /&gt;9. Eusébio (270-339 AD), o famoso historiador, listou os 4 evangelhos, Atos, epístolas de Paulo, 1 João e 1 Pedro como escritos universalmente aceitos. Os livros disputados eram Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas e Apocalipse.&lt;br /&gt;10. Atanásio (296-373 AD) listou os 27 livros como canônicos. A partir de então, os livros canônicos universalmente aceitos permaneceram até hoje. O cânon estava completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristãos primitivos em outras partes do mundo receberam certos livros e os traduziram em suas línguas nativas. Evidências das versões mais antigas do NT (Antigo Siríaco, Antigo Latim, e Antigo Cóptico) mostram quais livros foram aceitos no segundo século. O Antigo Siríaco continham todos os livros do NT, exceto 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas e Apocalipse. O Antigo Latim continham todos menos Hebreus, Tiago e 2 Pedro. O Cóptico existia em dois dialetos, Sahídico, usado no Alto Egito, e Bohaírico, usado no Baixo Egito. Ambas estas versões do Cóptico continham os 27 livros do NT, embora algumas vezes o Apocalipse fosse colocado num volume separado, pois não estavam seguros de seu status canônico. Tais livros foram traduzidos, porque eles eram livros que tinham autoridade, e eles tinham autoridade pois as igrejas acreditavam que eles vieram das mãos dos apóstolos. Seria possível que estas igrejas estivessem totalmente enganadas a respeito de tais fatos em tão pequeno intervalo de tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora estes cristãos primitivos, versões primitivas e concílios mostrassem uma progressão da aceitação do cânon, eles não &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;estabeleceram &lt;/span&gt;o cânon. Deus estabeleceu o cânon através da inspiração de seus escritores. Embora houvesse disputas sobre certos livros, eventualmente a maioria dos Cristãos os aceitaram. O cânon do NT foi gradualmente formado, no mesmo modelo que o AT, no curso dos quatro primeiros séculos, sob a direção do mesmo Espírito. Até mesmo Martinho Lutero, que aparentemente rejeitou o livro de Tiago, devido ao conflito entre fé e obras, no prefácio da tradução do seu Novo Testamento para o Alemão considerou Tiago inspirado, embora fosse sua opinião que Tiago não tivesse nenhum valor quando comparado com as epístolas de Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Teste da Canonicidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão naturalmente surge, quais processos a igreja primitiva usou para reconhecer os livros que eram canônicos e os que não eram? Partindo do princípio de que a canonicidade é determinda e estabelecida por Deus, e meramente &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;descoberta &lt;/span&gt;pelos homens, foram usados os seguintes testes para discernir quais livros eram canônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Autentificação do lado divino – Inspiração&lt;/span&gt;. O livro dava evidência de ser inspirado por Deus? Era ele de conteúdo espiritual apropriado? Edificava ele a igreja? Era ele doutrinamente preciso? Os apócrifos e a pseudopígrafa foram rejeitados por não passarem este teste. O livro deveria conter evidências de valores espirituais morais altíssimos que refletissem o trabalho do Espírito Santo. Sem dizer é claro, que o próprio Espírito de Deus testificava com os crentes que o que eles liam era a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Autentificação no lado humano&lt;/span&gt;: (a) Era o autor um apóstolo ou teve ele o endorso de um apóstolo? Marcos escreveu o Evangelho de Marcos, mas sob a supervisão de Pedro. Lucas era um companheiro de viagem de Paulo que escreveu sob sua autoridade. (b) Aceitação universal era outro fator. Ou seja, era o livro aceito pela igreja em geral? A igreja era o corpo vivo de Cristo, a comunidade Cristã primitiva tinha o sacerdócio universal, a divisão que passaria a existir séculos mais tarde entre o clero e os leigos era inexistente na igreja primitiva, pois era o consenso dos membros, guiados por um mesmo espírito, batizados num mesmo batismo, guiados por um mesmo Senhor que tinha peso e autoridade.O reconhecimento dado por um livro particular pela igreja era importante. Por este padrão, vários livros foram rejeitados. Havia livros que foram aceitos por uns poucos, mas depois foram rejeitados, pois não gozavam de aceitação universal. Havia outros livros que alguns questionaram por causa de dúvidas sobre o autor (se era apóstolo ou não), mas não por causa do conteúdo, mas mais tarde foram aceitos pela igreja universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Quão Confiável é o Novo Testamento?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe hoje mais de 5,300 manuscritos gregos conhecidos do NT. Adicione a isto, 10,000 vulgatas latinas e 9,300 versões antigas (MSS) e nós teremos mais de 24,000 cópias de manuscritos de porções do NT. Isto quer dizer que nenhum outro documento em toda antiguidade sequer consegue aproximar a este número. Em comparação, a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ilíada &lt;/span&gt;de Homero é a segunda com apenas 643 manuscritos existentes hoje. A primeira cópia completa preservada de Homero data do Século 13 AD. Este contraste é extremamente significante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, nós podemos apreciar o quão rico o NT é em atestação de manuscrito quando nós comparamos o material textual com outros trabalhos históricos antigos. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;As Guerras da Gália&lt;/span&gt; de César (composta entre 58-50 AC) tem vários manuscritos, mas somente 9 ou 10 são bons e o mais antigo data 900 anos depois dos dias de César. Dos 142 livros da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;História Romana&lt;/span&gt; de Lívio (59 AC – 17 AD), apenas 35 sobreviveram; estes são conhecidos a nós por intermédio de 20 manuscritos, somente um deles, e este contendo apenas fragmentos dos livros III-VI, data do quarto século. Dos 14 livros da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;História &lt;/span&gt;de Tácito (100 AD), apenas quatro e meio sobreviveram; dos 16 livros de seus &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Anais&lt;/span&gt;, dez sobreviveram completos e dois em parte. O texto destas porções destes dois trabalhos históricos importantes de Tácito dependem inteiramente de dois manuscritos, um do Século 9 e outro do Século 11. A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;História &lt;/span&gt;de Tucídides (460-400 AC) é conhecido a nós através de 8 manuscritos, o primeiro datando do início da Era Cristã. O mesmo é verdade da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;História &lt;/span&gt;de Heródoto (480-425 AC). Entretanto nenhum acadêmico clássico daria ouvidos a um argumento que colocasse a autenticidade de Heródoto ou Tucídides em dúvida pelo fato de seus manuscritos mais antigos serem datados 1,300 anos depois dos originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Quanto mais os manuscritos do NT. Perante uma tão grande nuvem de testemunhas, seria suicídio intelectual nos levantar contra elas.]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-993199005365673328?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/993199005365673328/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=993199005365673328' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/993199005365673328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/993199005365673328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/05/canonicidade-biblica-23-novo-testamento.html' title='Canonicidade Bíblica (2/3): Novo Testamento'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-6020842170575569558</id><published>2009-05-02T21:38:00.000-07:00</published><updated>2009-05-02T21:42:15.467-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Canonicidade Bíblica (1/3): Antigo Testamento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Autoria: J. Hampton Keathley, III , Th.M. &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(www.bible.org)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;STAFF, A. P. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Canon and Extra-Canonical Writings&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Copyright © 2003 Apologetics Press, Inc.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradução, Conflação e Adaptação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;J.S. Cavani&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato da inspiração da Bíblia ser concebida como a revelação especial de Deus ao homem, naturalmente leva-nos a questionar quais livros são canônicos, isto é, quais livros são inspirados e devem ser reconhecidos como parte da revelação autoritária de Deus? É o nosso Antigo Testamento o mesmo que Jesus lia? É o nosso Novo Testamento idêntico ao dos pais da igreja? Estas são questões vitais para o povo de Deus determinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra cânon vem do grego &lt;span style="font-style: italic;"&gt;kanon &lt;/span&gt;e literalmente quer dizer: vara, régua de medida ou regra ou padrão para medir a retidão de algo. Historicamente, a palavra foi primeiramente usada pela igreja para distinguir as doutrinas que eram aceitas como regras de fé ou prática. O termo mais tarde veio a ser aplicado as decisões dos concílios como regras pelas quais o cristão deveria viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, os termos cânon e canônico vieram a ser aplicados ao catálogo ou lista de livros sagrados distintos e honrados como a Palavra inspirada de Deus. “Os cristãos gregos do quarto século tinham dado a palavra um significado religioso semi-técnico, aplicando-a a Bíblia, especialmente aos livros Judaicos.”[1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante notar que os concílios religiosos em nenhum tempo tiveram o poder para fazer dos livros inspirados, antes eles simplesmente reconheceram aqueles os quais Deus tinha inspirado no exato momento em que foram escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Judeus e Cristãos conservadores têm reconhecido os 39 livros do Antigo Testamento como inspirados. Protestantes e Católicos reconhecem os 27 livros do Novo Testamento como inspirados. Os Católicos Romanos possuem mais livros pois eles reconhecem os Apócrifos como semi-canônicos.[2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[O primeiro Concílio Canônico a ratificar estes livros foi o Concílio de Trento em 1546, 29 anos depois de Lutero ter pregado as 95 teses na porta da Igreja de Wittenberg. A aceitação destes livros foi conveniente pois estes livros poderiam ser citados contra Lutero. Por exemplo, 2 Macabeus fala de oração aos mortos (12:45-46) e outro livro ensina salvação pelas obras (Tobias 12:19)]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Evidência Filosofica da Canonicidade Bíblica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus proveria e preservaria o Cânon da Escritura sem adição ou subtração não é apenas necessário, mas logicamente acreditável. Se nós cremos que Deus é Todo-Poderoso, então revelação e inspiração são claramente possíveis. Se nós cremos em tal Deus, é também provável que Ele, por amor e por desígnio, revelaria a Si mesmo ao homem. Por causa da condição de queda do homem e sua incapacidade de obter suas necessidades espirituais (mesmo com todo seu entendimento e avanço tecnológico), revelação especial dada por Deus através de um livro inspirado não só é possível, lógico e provável, mas também necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evidência mostra que a Bíblia é única e que Deus é seu autor. A evidência declara que “toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa...” (2 Tm 3:16) e que “nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação, porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1:20-21). De acordo com esta perspectiva “não seria irracional se Deus falhasse em providencialmente cuidar destes documentos inspirados, preservando-os da destruição e guiando-os em seu arranjo e coleção para que eles estivessem presentes, em nada faltando e em nada sendo adicionado que não fosse inspirado?”[3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Considerações Importantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há considerações importantes que devem ser mantidas em mente ao considerar o assunto da canonicidade ou como os livros da Bíblia vieram a ser reconhecidos como parte da Palavra de Deus. O teólogo Ryrie resume estes tópicos em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Auto-Autentificação&lt;/span&gt;: É essencial lembrar que a Bíblia autentifica a si mesma, pois os livros foram inspirados por Deus (2 Tm 3:16). Em outras palavras, estes livros eram canônicos no momento em que foram escritos. Não foi necessário esperar até que os vários concílios pudessem examinar os livros e determinar se eram aceitáveis ou não. Sua canonicidade estava inerente neles, pois vieram de Deus. Pessoas e concílios apenas reconhecem o que é verdadeiro por causa de sua inspiração intrínsica. Nenhum livro da Bíblia foi feito canônico pela ação de um concílio eclesiástico ou judaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Decisões dos homens&lt;/span&gt;: Entretanto, homens e concílios tiveram que considerar quais livros deveriam ser reconhecidos como parte do cânon, pois havia candidatos que não eram inspirados. Algumas decisões tiveram que ser feitas, e Deus guiou grupos de pessoas a fazer as decisões corretas e a coletar as várias escrituras no cânon do Antigo e Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Debate sobre a canonicidade&lt;/span&gt;: No processo de decidir e coletar, era inevitável que debates surgissem sobre os livros. Entretanto, estes debates não enfraqueciam de nenhuma maneira a autencidade dos livros verdadeiramente canônicos, nem tampouco deram eles status aqueles livros que não eram canônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Encerramento do Cânon&lt;/span&gt;: Desde 397 AD, a comunidade Cristã tem dado o cânon bíblico por completo, e se estava completo, deveria ser encerrado. Assim, não podemos mais esperar que outros livros venham a ser escritos ou descobertos que possam ser adicionados ao cânon bíblico. Até mesmo se uma carta de Paulo for descoberta, ela não seria canônica. Pois Paulo certamente deveria ter escrito muitas cartas em seu ministério em adição aquelas que estão no Novo Testamento. Mesmo assim, a igreja não as incluiu no cânon. Nem tudo o que um apóstolo escrevia era inspirado, pois não era o escritor que era inspirado, mas sim seus escritos, e não necessariamente todos eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Canonicidade do Antigo Testamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia Hebraica de hoje é substancialmente a mesma que as Escrituras originais, com apenas mudanças físicas como a adição de vogais, guia para a leitura nas margens e a mudança para um estilo de caracteres hebraicos mais aberto. Em Romanos 3:2, nos é dito que os “oráculos de Deus,” isto é, o Antigo Testamento, tinha sido confiado aos Judeus. Eram eles os mordomos do Antigo Testamento. Isto se encaixa perfeitamente naquilo que conhecemos a respeito dos Judeus. Eles sempre foram o povo de um só livro, o qual foi por eles guardado com o mais meticuloso e extremo cuidado. Desde o tempo de Esdras e até mesmo antes, havia sacerdotes (Deut. 31:24-26) e mais tarde escribas chamados &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sopherim&lt;/span&gt;, os quais tinham sido dado a responsabilidade de copiar meticulosamente o texto sagrado, para que eles pudessem transmitir a escrita correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para assegurar esta precisão, os escribas posteriores conhecidos como Massoretas desenvolveram um número de medidas estritas para assegurar que cada cópia nova fosse uma reprodução exata do original. Eles estabeleceram procedimentos tediosos para proteger o texto de ser mudado. Por exemplo, quando erros óbvios eram percebidos no texto, talvez por causa da mão cansada de um escriba, o texto não era mudado. Uma correção era colocada na margem chamada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gere&lt;/span&gt;, “para ser lido,” e aquilo que estava escrito no texto era chamado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;kethibh&lt;/span&gt;, “para ser escrito.” Até mesmo quando uma palavra era considerada textualmente, gramaticamente ou exegeticamente questionável, pontos eram colocados em cima da palavra. Outro fato relevante é que minúcias estatísticas eram mantidas como meio de guardar o texto contra erros: na Bíblia Hebraica em Levíticos 8:8, a margem trazia uma referência dizendo que este era o versículo que estava no meio do Torah. De acordo com uma nota em Lev. 10:16, a palavra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;darash &lt;/span&gt;é a palavra do meio do Torah e em Lev 11:42, eles asseguram que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;waw &lt;/span&gt;na palavra hebraica era a letra do meio do Torah! No final de cada livro tinha estatísticas como: número total de versículos em Deuteronômio é 955, o número total no Torah é 5,845; o número total de palavras é 97,856, e o número total de letras é 400,945.[4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisto nós vemos os procedimentos dolorosos que os Judeus estabeleceram para assegurar uma transmissão precisa do texto. Embora seus olhos possam estar encobertos para a verdade da Bíblia (Is 6:10; Jo 12:40; Rm 10 10:1-3; 11:7), eles guardaram sua transmissão com grande precisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cópias originais do AT foram escritas em couro ou papiro, do tempo de Moisés (1450 AC) até o tempo de Malaquias (400 AC). Até a descoberta sensacional dos Rolos do Mar Morto em 1947, as cópias mais antigas do AT que nós tinhamos eram de 895 AD. A razão para isto é que os Judeus tinham uma veneração quase supersticiosa pelo texto, o qual impedia que eles enterrassem cópias que tinham se tornado velhas demais para o uso. Os Massoretas que entre 600-950 AD adicionaram acentos e vogais para padronizar o texto, desenvolveram técnicas complicadas ao fazer as cópias. Quando os Rolos do Mar Morto foram descobertos, eles nos deram um texto hebraico do segundo século AC. De todos os livros do AT, somente o livro de Ester não estava entre os rolos descobertos. Esta descoberta foi muito importante, pois providenciou uma maneira de checar a precisão do texto massorético com escritos mais antigos. O texto massorético provou ser extremamente preciso. Outras formas de conferimento com textos antigos incluem a tradução da Septuaginta (metade do terceiro século AC), os Targuns aramaicos (parafrases e citações do AT), citações dos escritores cristãos antigos, e a tradução latina de Jerônimo (400 AD) que foi feita diretamente do texto hebraico do seu dia.[5]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Divisão Tríplice&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto massorético do AT contém 24 livros, começando com Gênesis e terminando com 2 Crônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[O conteúdo é o mesmo das Bíblias atuais que têm 39 livros para o AT. A diferença é que a ordem e o arranjo é diferente, Crônicas, Reis, Samuel, Esdras-Neemias eram um livro cada, os 12 profetas menores estavam também agrupado em um só livro.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, desde 1517, as Bíblias Hebraicas começaram a dividir os livros do AT em 39 livros, mas mantiveram a divisão tríplice, incluindo o arranjo dos livros, começando com Gênesis e terminando com 2 Crônicas como na Bíblia Antiga. Isto é bastante interessante, pois em Mateus 23:35, Jesus havia mencionado sobre o sangue dos justos que havia sido derramado desde Abel até Zacarias, filho de Baraquias/Joiada (2 Cr 24:20-22). A morte de Abel está registrada em Gênesis, e 2 Crônicas era o último livro da Bíblia Antiga. Em essência, Cristo estava dizendo “do primeiro ao último assassinato da Bíblia.” Isto demonstra que Ele considerava o AT como canônico. A divisão da Bíblia Hebraica pode ser vista logo abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Lei&lt;/span&gt; (5 livros) – Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números, Deuteronômio.&lt;br /&gt;(2) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Profetas&lt;/span&gt; (originalmente 8, agora 21 livros) –&lt;br /&gt;• Profetas Anteriores (originalmente 4, agora 6 livros) – Josué, Juízes, Samuel (1&amp;amp;2), Reis (1&amp;amp;2).&lt;br /&gt;• Profetas Posteriores (originalmente 4, agora 15 livros) – Maiores: Isaías, Jeremias, Ezequiel (3 livros) – Menores: Os 12 (originalmente 1, agora 12 livros)&lt;br /&gt;(3) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os Escritos&lt;/span&gt; (originalmente 11, agora 13 livros)&lt;br /&gt;• Poéticos (3 livros): Salmos, Provérbios e Jó&lt;br /&gt;• Os Rolos (5 livros): Cantares, Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester.&lt;br /&gt;• Históricos (originalmente 3, agora 5 livros) – Daniel, Esdras-Neemias (2), Crônicas (1&amp;amp;2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nos tempos do NT, esta divisão tríplice era reconhecida (Lucas 24:44). Outras designações como “As Escrituras” (Jo 10:35) ou “Sagradas Escrituras” (2 Tm 3:15) sugerem um cânon já bem definido nos dias de Cristo. Esta divisão tríplice é também atestada por Joséfo (37-95 AD), o qual menciona 22 livros (agrupando Juízes-Rute, Jeremias-Lamentações) na tentativa de harmonizar o número de livros com o número de letras no alfabeto hebraico. Melito de Sardis (170 AD), Tertuliano (160-250), assim como outros atestam esta divisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concílio de Jamnia em 90 AD é geralmente considerado a ocasião em que o cânon do AT foi publicamente reconhecido (quando debatiam a canonicidade de outros livros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Evidência Histórica da Canonicidade do Antigo Testamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um número de importantes evidências históricas tiradas dos escritos antigos que apoiam a canonicidade do AT:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Prólogo de Eclesiástico&lt;/span&gt;: Este livro não canônico refere-se a tríplice divisão dos livros (Lei, Profetas, e hinos e preceitos para a conduta humana) que eram conhecidos pelo avô do escritor (cerca de 200 AC).&lt;br /&gt;2. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Filo&lt;/span&gt; (40 AD) refere-se a mesma divisão tríplice.&lt;br /&gt;3. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Joséfo &lt;/span&gt;(37-100 AD) disse que os Judeus tinham 22 livros sagrados [ver explicação acima]&lt;br /&gt;4. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jamnia &lt;/span&gt;(90 AD) era um concílio de rabis que discutiam a canonicidade. Alguns questionaram se era certo aceitar (como já estava sendo feito) Ester, Eclesiastes e Cantares de Salomão. Estas discussões já diziam a respeito de um cânon pré-existente.&lt;br /&gt;5. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pais da Igreja&lt;/span&gt;: Aceitaram os 39 livros do AT. A única excessão foi Agostinho (400 AD) que incluiu a apócrifa (livros do período inter-testamentário). Entretanto, ele reconhecia que eles não eram completamente autoritários. Os livros da apócrifa foram reconhecidos só pelo Concílio de Trento (1546 AD) pela igreja Católica no movimento de Contra-Reforma.[6]&lt;br /&gt;6. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;NT&lt;/span&gt;: Há 250 citações do AT no NT. Nenhuma destas citações é dos apócrifos. Todos livros são citados, exceto Ester, Eclesiastes e Cantares de Salomão. Em Mt 5:17-18, Jesus menciona a Lei e os Profetas, uma referência que incluia todo o AT. Como mencionado antes, em Mt 23:35 ao mencionar a derramação de sangue desde Abel (Gêneis) até Zacarias (2 Crônicas), Jesus estava aludindo a divisão tríplice do AT. Isto é significante, pois havia muitos justos que foram mortos no período inter-testamentário como os Macabeus, assim escrito nos livros apócrifos, mas Jesus não os mencionou, excluindo-os do cânon do AT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.P. Staff adiciona outras evidências que confirmam o cânon do AT em seu artigo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Canon and Extra-Canonical Writings&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Contra Apion&lt;/span&gt;. Um tratado escrito por Joséfo onde ele diz (1:38-42): “&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;é verdade, nossa história tem sido escrita muito particularmente desde Artaxerxes, mas não com a mesma estimada autoridade de nossos pais, pois não houve mais sucessão de profetas desde aquele tempo; e o quão firmemente nós temos dado crédito aqueles livros de nossa nação é evidente pelo que fazemos; pois muitas épocas tem passado, mas ninguém tem sido tão ousado para adicionar alguma coisa a elas, ou tirar alguma coisa delas, ou fazer qualquer mudança nelas; isto vem naturalmente a todos os Judeus, imdiatamente e logo após o nascimento deles, estimar aqueles livros que contém doutrinas divinas e persistir nelas e se necessário for, voluntariamente morrer por elas&lt;/span&gt;.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joséfo considerava tudo escrito depois de Artaxerxes como não-canônico, porque as profecias tinham cessado. É altamente provável que estas idéias não eram suas, pois ele era um historiador, mas antes tais idéias refletian uma tradição judaica mais antiga. Adicionando a isto, o Talmude, o qual era uma coleção da lei oral dos hebreus (Mishna) e das discussões eruditas assim como também comentários (Gemara) também listava os livros do AT nesta mesma divisão tríplice com o mesmo conteúdo (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Baba Bathra&lt;/span&gt;). A evidência mais interessante a respeito do cânon hebraico vem de do tratado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sanhedrin&lt;/span&gt;: “&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;os rabis ensinaram: desde a morte dos últimos profetas, Ageu, Zacarias e Malaquias, o Espírito de Deus abandonou Israel...&lt;/span&gt;”[7]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim a tradição judaica assegurava que Malaquias foi o último livro inspirado do AT. De acordo com o tratado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sanhedrin&lt;/span&gt;, Moisés escreveu Jó e o Torah. Samuel escreveu o livro que tem seu nome, assim como também Juízes e Rute. 1 Samuel 25:1 que registra a morte de Samuel, foi escrito por Gade, o vidente, e Natã, o profeta, terminou 1 Samuel e escreveu 2 Samuel. Jeremias em adição ao seu livro, escreveu Reis e Lamentações, o Rei Ezequias e sua compania (de acordo com o Talmude) escreveram Isaías, Provérbios, Cantares de Salomão e Eclesiastes. Os homens da Grande Assembléia (um grupo de líderes religiosos pós-exílicos liderados por Esdras) copiaram Ezequiel, os Doze, Daniel e Ester. Esdras escreveu Esdras e Crônicas (cf 2 Cr 36:22-23 e Esdras 1:1-4) e Neemias adicionou ao livro de Esdras com seus escritos (Rodkinson, 1918, V:45-46). Embora alguns atribuem a autoria de Neemias à Esdras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão, o cânon do AT é este: certas porções das Escrituras Hebraicas foram canonizadas na morte de seus autores (Gênesis até Josué), enquanto outros homens adicionaram o resto ou coletaram o resto sob a direção de Deus. Os Judeus consideravam Malaquias como o último Profeta e seus 24 livros (39 hoje) apoiam esta visão. Os escritores do NT, Joséfo, os rabis de Jamnia, a tradição Talmúdica apoiam também este cânon finalizado. Se é certo que a Igreja adicione mais livros ao cânon do AT (i.e. apócrifa) será discutido na terceira parte deste estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autoria do AT (Tradição do Talmude)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Moisés - Pentateuco, Jó, e Salmo 90&lt;br /&gt;2. Josué - Josué 1-24:28 e Deuteronômio 34&lt;br /&gt;3. Eleazar - Josué 24:29-32&lt;br /&gt;4. Finéias - Josué 24:33&lt;br /&gt;5. Samuel - 1 Samuel 1-24, Juízes, e Rute&lt;br /&gt;6. Gade e Natã - 1 Samuel 25-31 e 2 Samuel&lt;br /&gt;7. Davi, et al. - Salmos&lt;br /&gt;8. Jeremias - Jeremias, 1 e 2 Reis, e Lamentações&lt;br /&gt;9. Ezequias, et al. - Isaías, Provérbios, Cantares de Salomão, e Eclesiastes&lt;br /&gt;10. A Grande Assembléia - Ezequiel, Os Doze Profetas, Daniel, e Ester&lt;br /&gt;11. Esdras - Esdras e 1 e 2 Crônicas&lt;br /&gt;12. Neemias - Neemias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1] Merrill F. Unger. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Introductory Guide to the Old Testament&lt;/span&gt;. Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1951. p. 47.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[2] Paul Enns.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; The Moody Handbook of Theology&lt;/span&gt;. Chicago: Moody Press, 1989. p. 170.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[3] Josh McDowell. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Evidence Demands a Verdict, Historical Evidences for the Christian Faith&lt;/span&gt;. Revised Edition. San Bernardino, CA: Here’s Life Publishers, 1979.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[4] Frederick W. Danker. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Multipurpose Tools For Bible Study&lt;/span&gt;. St Louis: Concorida Publishing House, 1960. p. 57.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[5] Charles Caldwell Ryrie.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; A Survey of Bible Doctrine&lt;/span&gt;. Chicago: Moody Press, 1972. pp. 45-46.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[6] Charles C. Ryrie.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Basic Theology&lt;/span&gt;. Wheaton, IL: Victor Books, 1987. Electronic media.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[7] Michael L Rodkinson. (1918), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;New Edition of the Babylonian Talmud&lt;/span&gt;, ed. J.B. Hare (Boston: The Talmud Society), [On-line], URL: http://www.sacred-texts.com/jud/talmud.htm. VII/VIII: 24.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-6020842170575569558?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/6020842170575569558/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=6020842170575569558' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6020842170575569558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6020842170575569558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/05/canonicidade-biblica-13-antigo.html' title='Canonicidade Bíblica (1/3): Antigo Testamento'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-3777401184828376807</id><published>2009-04-24T15:54:00.000-07:00</published><updated>2009-04-24T16:00:07.381-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Da Vinci e o Evangelho de Judas</title><content type='html'>Mais textos sobre o assunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hermeneutica.com/estudos/davinci01.html"&gt;Redimindo o Código Da Vinci - Parte I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hermeneutica.com/estudos/davinci02.html"&gt;Redimindo o Código Da Vinci - Parte II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hermeneutica.com/estudos/davinci03.html"&gt;Redimindo o Código Da Vinci - Parte III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hermeneutica.com/estudos/testamento1.html"&gt;O Evangelho de Judas - Parte I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hermeneutica.com/estudos/testamento2.html"&gt;O Evangelho de Judas - Parte II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hermeneutica.com/estudos/redivivo.html"&gt;O Evangelho de Judas - Parte III&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-3777401184828376807?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/3777401184828376807/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=3777401184828376807' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3777401184828376807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3777401184828376807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/04/da-vinci-e-o-evangelho-de-judas.html' title='Da Vinci e o Evangelho de Judas'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-4943285506419187663</id><published>2009-04-24T15:19:00.000-07:00</published><updated>2009-05-02T15:14:00.779-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>O Códido Da Vinci e a Divindade de Cristo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Copyright © 2006 Apologetics Press, Inc. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Eric Lyons [1]&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradução: JS Cavani&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No best-seller, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Código Da Vinci&lt;/span&gt;, o personagem Sir Leigh Teabing “ilumina” a protagonista da trama, Sophie Neveu, a respeito de vários assuntos, os quais pairavam no fundamento da Fé Cristã. Um dos assuntos discutidos dizia a respeito da divindade de Cristo. De acordo com Teabing, até os anos do Concílio de Nicéia em 325 A.D.,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Jesus era visto pelos seus seguidores como um profeta mortal... um homem poderoso e grandioso, mas um homem... o estabelecimento de Jesus como o ‘Filho de Deus’ foi oficialmente proposto e votado no Concílio de Nicéia... Através do endorso oficial de Jesus como o Filho de Deus, Constantino transformou Jesus numa deidade que existia além dos limites do mundo humano, uma entidade cujo poder era indisputável&lt;/span&gt;” (Brown, 2003, p.233).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Constantino atualizou [upgraded] o status de Jesus depois de quatro séculos da sua morte... Constantino comissionou e financiou uma nova Bíblia, a qual omitia os evangelhos que falavam dos traços humanos de Jesus e embelezava os evangelhos que faziam dele mais parecido com um deus&lt;/span&gt;” (p.234)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, milhões de leitores têm examinado estas palavras e refletido sobre a veracidade delas. Será que o “mestre contador de estórias” Dan Brown estaria simplesmente tentando vender livros com estas afirmações, ou devemos considerar estas palavras ditas pelo personagem fictício Sir Leigh Teabing como verdade histórica e absoluta? Era Jesus apenas um homem que foi alegadamente transformado em um deus por Constantino no Concílio de Nicéia em 325 A.D.? Ou, foi Ele do começo da Era Cristã considerado por escritores inspirados e os primeiros discípulos como Deus Encarnado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente onde Dan Brown inclui fatos históricos na sua novela, e onde ele inclui informação para o entretenimento ou aperfeiçoamento da trama, é difícil de decifrar. Pelo fato de Brown incluir uma página rotulada de “FATO” no início do seu livro que alega que “toda descrição dos retratos, arquiteturas, documentos e rituais secretos nesta novela são exatos” (2003, p. 1), tem-se a impressão desde o início do livro, que quando documentos como os manuscritos do NT são mencionados, Brown (através de seus personagens fictícios) deve estar falando a verdade. O problema é que, muito do que ele diz a respeito do Cristianismo, especialmente sobre a natureza de seu Fundador, está completamente errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, o profeta vetero-testamentário, Isaías, escreveu a respeito da deidade do Messias que haveria de vir, 1000 anos antes de Constantino. “Porque” profetiza Isaías, “um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deus Forte&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pai Eterno&lt;/span&gt;, Príncipe da Paz.” (9:6, negrito adicionado). Isaías também profetizou do nascimento virginal do Messias, e que seu nome seria “Emanuel” (7:14), que significa “&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deus&lt;/span&gt; conosco” (Mateus 1:23, negrito adicionado). Os Primeiros Cristãos tinham acesso as Escrituras Judaicas, até mesmo na língua Grega (i.e. a Septuaginta), onde eles consultavam a respeito da humanidade e divindade de Cristo. Irineu, que viveu no fim do Segundo Século AD, citou Isaías 9:6 em defesa da divindade de Cristo (3:19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, quando Jesus veio para a terra em forma humana no Primeiro Século, Ele referia a sua natureza divina repetidamente. O fato que Ele reivindicou ser o Messias (Marcos 14:61-62), é prova o suficiente, pois de acordo com o AT, o Messias seria chamado “Deus Forte.” Jesus também disse que era “Um” com o Pai (João 10:30), e que “todos devem honrar o Filho, assim como eles honram o Pai” (Jo 5:23). Ele aceitou adoração muitas vezes (Mat 14:33; Jo 9:38; Lc 24:52), a qual só devia ser dada a Deus (Mat 4:10) – e não a meros seres humanos (At 12:23; 14:8-18; cf Hb 1:6). Verdadeiramente, Jesus veio dos céus (Jo 3:13; 6:33, 38, 41) e ascendeu aos céus para sentar a destra do Pai (Mt 26:64; Sl 110:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, no livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Código Da Vinci&lt;/span&gt;, o historiador Sir Leigh Teabing alega que estas afirmações, as quais aludem a divindade de Jesus, foram “embelezadas” por Constantino em 325 AD para fazer Cristo parecer mais divino (p.234). Está Teabing... factualmente correto? Não. A verdade é que numerosas cópias dos documentos do NT e citações destes documentos por escritores Cristãos do princípio da Era Cristã, não só existem, como também pré-datam o período de Constantino em 100-200 anos. Constantino não embelezou João 1:1 (“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus”). Cópias desta passagem (encontradas nos manuscritos designados P66 e P75) datam do fim do segundo século e começo do terceiro – 100-150 anos antes de Constantino e o Concílio de Nicéia. A reivindicação de Jesus “Eu e o Pai somos Um” (Jo 10:30), assim como o reconhecimento pelos Judeus de que Cristo estava alegando ser não apenas um mero homem, mas Deus (Jo 10:33; cf 5:18) também predata Constantino por mais de um século (manuscrito P45, P66 e P75). Uma cópia da carta de Paulo aos Filipenses, no qual ele afirma que “Cristo Jesus existindo na forma de Deus não teve por usurpação ser igual a Deus” (Fl 2:6), existia muito antes de Constantino (P46).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro editado por Philip Comfort e David Barrett, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Text of the Earliest New Testament Greek Manuscripts&lt;/span&gt;, mais de 60 dos mais antigos manuscritos do NT Grego são transcritos. Muitas das fotografias destes manuscritos (os originais que estão nos museus ao redor do mundo) estão também contidas no livro. Interessantemente, na introdução deste volume de 700 páginas, Comfort e Barrett afirmam: “Todos os manuscritos são datados do início do século dois até o início do século quatro (100-300 AD)” (2001, p.17). De fato, “muitos dos mais importantes papiros datam da metade do século dois... provendo a testemunha mais antiga dos autógrafos do NT” (p.18). Comfort e Barret até concederam que é possivel que alguns dos manuscritos do início do século dois fossem na verdade manuscritos do fim do primeiro século (p.23)... os fatos falam por si mesmo. Uma suposta manipulação de Constantino no quarto século (325 AD) para fazer Jesus ser divino é completamente enganosa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Uma lista dos papiros gregos do NT podem ser visto no site da Universidade de Bremen na Alemanha: &lt;a href="http://www-user.uni-bremen.de/%7Ewie/texte/Papyri-list.html"&gt;http://www-user.uni-bremen.de/~wie/texte/Papyri-list.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta mesma lista está reorganizada por data no wiki (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_New_Testament_papyri%29."&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_New_Testament_papyri&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante salientar que muitos destes manuscritos estão bem próximos da data em que os autógrafos foram escritos. Compare isto com as cópias de Platão, Heródoto, Tácito e muitos outros que estão separados destes homens por mais de 1000 anos. Mas isto não é tudo, a estes manuscritos em grego, podemos adicionar as versões antigas do NT (i.e. Antigo Siríaco, Antigo Latim, Cóptico, etc.), assim como também mais de 36,000 citações patrísticas contendo quase todos versículos do NT. Isto levou Bruce Metzger, professor do Seminário Teológico de Princenton por muitos anos, a dizer: “Se todas nossas fontes do texto do NT fossem destruídas, as citações patrística seriam suficientes para reconstruir praticamente todo o NT” (1968, p. 86).]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, escritos dos Primeiros Cristãos, mais de um século antes de Constantino, existem, os quais revelam a visão da Igreja Primitiva acerca de Cristo. Inácio, que morreu no início do segundo século e foi um companheiro do apóstolo João, referia a Jesus como “nosso Deus” muitas vezes em suas cartas aos Cristãos de Éfeso (Capítulo 7 e 8) e Roma (Introdução, Capítulo 3). Policarpo, contemporâneo de Inácio que morreu cerca de 150 AD, escreveu uma carta aos Filipenses onde ele chama Jesus de “o Filho de Deus, nosso eterno Sumo Sacerdote” (Capítulo 12). Outro Pai da Igreja do segundo século, Justino Mártir, escreveu que Jesus “sendo a primeira Palavra de Deus, é Deus” (Primeira Apologia, 63). Irineu... cerca de 200 AD escreve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;este é Cristo, o Filho do Deus Vivo. Pois eu tenho mostrado através das Escrituras, que nenhum dos filhos de Adão é... chamado Deus, ou Senhor. Mas Ele é em Si Mesmo, Alguém além de todo homem que jamais viveu, Deus, e Senhor, e Rei Eterno, e Palavra Encarnada, proclamado por todos os profetas, todos os apóstolos, e pelo Próprio Espirito, e é visto por todos os que retiverem uma mínima porção da verdade. Agora, as Escrituras não testificariam estas coisas dEle, se como os outros, Ele fosse apenas um homem. Mas Ele teve, além de todos os outros, em Si Mesmo, um nascimento pre-eminente, que vem do Altíssimo Pai... as Escrituras atestam: ...Ele é o Santo Senhor, o Conselheiro Maravilhoso, O Belo em aparência, o Deus Forte, vindo nas nuvens para julgar todos os homens&lt;/span&gt;” (Livro III, Capitulo 19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo certos inimigos de Cristo do Segundo Século deram testemunho do fato de que os Cristãos viram Cristo como uma figura divina muito antes de 325 AD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa carta que Plínio o Jovem (Governador Romano da Provincia de Bitínia, Ásia Menor, cerca de 115 AD) escreveu ao Imperador Trajano, ele afirmou: “&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Eles [os cristãos] tinham o hábito de se encontrarem num dia fixo antes do amanhecer, onde eles cantavam hinos alternados a Cristo, como a um deus, e prometiam sob juramento solene, não cometer nenhuma impiedade&lt;/span&gt;...” (10:96)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro indivíduo que era contrário ao Cristianismo, era o satirísta e orador Grego, Luciano (125-180 AD). Ele escreveu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Os cristãos, como você sabe, adoram um homem até este dia, uma pessoa distinta a qual introduziu seus ritos novos e foi crucificado por causa disto... Você vê, estas criaturas iludidas começam com suas convicções que eles são imortais para todo o tempo, o qual explica seu descaso pela morte e voluntária renúncia, tão comum entre eles. E isto foi dado a eles, pelo seu legislador original, de que eles são todos irmãos, do momento em que se convertem, eles negam os deuses da Grécia, e adoram o sábio crucificado, e vivem de acordo com suas leis&lt;/span&gt;" (11-13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, além das testemunhas não-hostis que testificam que Jesus era Deus, até seus inimigos, que viveram no Primeiro Século (fariseus; Jo 5:18; 10:33) e Segundo Século (i.e. Plínio o Jovem e Luciano) reconheciam que Jesus e seus seguidores, acreditavam que Ele era Deus, então digno de adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus era visto como divino pelos seus seguidores muito antes do Concílio de Nicéia em 325 AD. Os líderes reunidos no Concílio, 300 anos depois de sua morte (não quatro séculos como Teabing disse n&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Código da Vinci&lt;/span&gt;, p.234) realmente votaram a respeito da natureza de Cristo (o qual não foi uma votação acirrada – outro fato que põe em cheque a exatidão histórica d&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Código da Vinci&lt;/span&gt;, cf p.233). Mas o voto não decidiu a respeito de sua deidade. A natureza de Cristo tinha sido confirmada centenas de anos antes, quando Jesus e os apóstolos e profetas, guiados em toda verdade pelo Espírito Santo (Jo 16:13) ensinaram que ele era Deus (Jo 1:1,14; 10:30: 20:28, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:5-7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Brown, Dan (2003), The Da Vinci Code (New York: Doubleday).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comfort, Philip W. and David P. Barrett (2001), The Text of the Earliest New Testament Greek Manuscripts (Wheaton, IL: Tyndale House).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignatius (1973 reprint), “Epistle of Ignatius to the Ephesians,” The Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignatius (1973 reprint), “Epistle of Ignatius to the Romans,” The Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irenaeus (1973 reprint), “Irenaeus Against Heresies,” The Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justin Martyr (1973 reprint), “The First Apology of Justin,” The Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucian (1905 reprint), “The Death of Peregrine,” The Works of Lucian of Samosata, trans. H.W. Fowler and F.G. Fowler, [On-line], URL: http://www.sacred-texts.com/cla/luc/wl4/wl420.htm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metzger, Bruce (1968), The Text of the New Testament (New York, NY: Oxford University Press).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pliny (1935 reprint), Letters, trans. William Melmoth (Cambridge: Harvard University Press).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polycarp (1973 reprint), “The Epistle of Polycarp to the Philippians,” The Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids, MI: Eerdmans).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Notas&lt;br /&gt;[1] &lt;a href="http://www.apologeticspress.org/articles/2924"&gt;http://www.apologeticspress.org/articles/2924&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-4943285506419187663?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/4943285506419187663/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=4943285506419187663' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4943285506419187663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4943285506419187663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/04/o-codido-da-vinci-e-divindade-de-cristo.html' title='O Códido Da Vinci e a Divindade de Cristo'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-6261786886133130761</id><published>2009-04-17T15:43:00.000-07:00</published><updated>2009-04-17T15:52:56.683-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Ateísmo, Feminismo, Islã e a Bíblia</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ravi Zacharias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ateísmo, Feminismo e a Bíblia [Ativar Legendas]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QdbmwH1vql0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/QdbmwH1vql0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Islã e a Liberdade para Descrer [Ativar Legendas]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SQZo5hY8NsI&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/SQZo5hY8NsI&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Pregar de uma Maneira Não-Confrontacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FOQ2NEflaD0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FOQ2NEflaD0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-6261786886133130761?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/6261786886133130761/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=6261786886133130761' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6261786886133130761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6261786886133130761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/04/ateismo-feminismo-isla-e-biblia.html' title='Ateísmo, Feminismo, Islã e a Bíblia'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-7514498617129555771</id><published>2009-04-07T17:25:00.000-07:00</published><updated>2009-04-07T17:26:41.591-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Antony Flew e Deus</title><content type='html'>Fonte: O Austríaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A descoberta de provas da existência de Deus reconforta o fiel inquieto com a questão. Porém, não imaginava que um dos mais importantes e atuantes filósofos ateus do século XX pudesse, no fim das contas, colaborar com os crentes de forma tão impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Um Ateu Garante: Deus Existe, Antony Flew revela que há três fenômenos essenciais que fundamentam a convicção na existência de Deus. Primeiro, as leis da natureza; segundo, a vida com sua organização teleológica; terceiro, a existência do universo. São fenômenos que só podem ser explicados à luz de uma Inteligência que explica tanto sua própria existência, como a existência do mundo, conclui Flew.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flew não se concentra na explicação científica do modus operandi desses fenômenos, tarefa a cargo dos biólogos, físicos e astrônomos. A pergunta de Flew é de ordem filosófica: como é possível ter surgido a vida, as leis da natureza e o universo com suas perfeitas leis e simetrias? Essa é uma questão cuja solução não reside nas descobertas da biologia ou da cosmologia, embora alguns cientistas se esforcem para tanto. Estas ciências podem nos explicar o funcionamento (modus operandi) dos fenômenos, mas jamais podem explicar como eles vieram a ser. E esta é a questão relevante para que possamos tomar uma posição em relação a existência ou não de Deus. Com efeito, foi este caminho que levou Flew a se convencer que Deus existe, abandonando forçosamente o seu cinqüentenário ateísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão de Flew, todavia, não implicou a sua aceitação de alguma religião, sem mesmo, a priori, concluiu que Cristo seria Deus encarnado. No entanto, não deixa de exaltar o cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   “Na verdade, eu acho que o cristianismo é a religião que mais claramente merece ser honrada e respeitada, quer seja verdade ou não sua afirmação de que é uma revelação divina. Não há nada como a combinação da figura carismática de Jesus com o intelectual de primeira classe que foi São Paulo. Praticamente todo o argumento sobre o conteúdo da religião foi produzido por São Paulo, que tinha um raciocínio filosófico brilhante e era capaz de falar e escrever em todas as línguas relevantes" (p. 169).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao concluir que Deus existe, Flew encerrou sua jornada na justificação filosófica da existência de um ser onipotente que criou a vida e o universo. Nada além disso. Porém, no fim do livro há um sensacional apêndice (apêndice B) em que o filósofo apresenta uma entrevista que fez com o bispo N. T. Wright sobre o tema. O bispo apresenta uma justificativa tão consistente de que Jesus Cristo foi a mais desconcertante “revelação histórica” do próprio Deus que as últimas palavras de Flew na obra fornecem um sinal interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   “Estou muito impressionado com a abordagem do bispo Wright, que é absolutamente nova. Ele apresenta o argumento do cristianismo como algo novo, e isso é de enorme importância, principalmente para o Reino Unido, onde a religião cristã praticamente desapareceu. É uma explicação absolutamente maravilhosa, absolutamente radical e muito poderosa.” (p. 191)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flew afirma que tudo é possível à onipotência, mas não sei as mais recentes posições do autor sobre o tema da revelação divina, todavia, após a entrevista com Wright, me pergunto francamente como ele pode ainda não aceitar que Deus um dia esteve aqui, em pessoa, e depois tenha ressuscitado. Bem, acho que em breve ele se dará conta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-7514498617129555771?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/7514498617129555771/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=7514498617129555771' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7514498617129555771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7514498617129555771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/04/antony-flew-e-deus.html' title='Antony Flew e Deus'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-2812444100872094684</id><published>2009-04-03T07:07:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T07:09:02.453-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>C. S. Lewis: O Problema da Dor</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;C. S. Lewis tinha uma mente brilhante, a qual gerava idéias originais. No seu livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Problem of Pain &lt;/span&gt;(New York: Macmillan Publishing Company, 1962) C. S. Lewis fala não só a respeito do sofrimento mas também de outros assuntos curiosos. Aqui está um breve resumo do que ele escreve no livro, separado por temas.&lt;br /&gt;(&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;As palavras dele estarão em azul&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sofrimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 0, 153); text-align: justify;"&gt;Há um paradoxo a respeito da tribulação no Cristianismo. Bem-aventurado são os pobres, mas através do “juízo,” (i.e. justiça social) e doações, nós devemos remover a pobreza onde quer que seja possível. Bem-aventurado somos nós quando perseguidos, mas devemos evitar a perseguição, fugindo de cidade para cidade, e orar para que venhamos a ser poupados, assim como o nosso Senhor orou no Getsemani. Mas se o sofrimento é bom, não deveríamos buscá-lo ao invés de evitá-lo? Eu respondo que o sofrimento não é bom em si mesmo. O que é bom em qualquer experiência dolorosa é, para o sofredor, sua submissão à Deus, e, para os espectadores, a compaixão que é criada e os atos de misericórdia que se seguem dela. No mundo decaído e parcialmente redimido podemos diferenciar (1) o bem simples que vem de Deus, (2) o mal simples produzido por criaturas rebeldes, e (3) a exploração deste mal por Deus para seu propósito redentor, o qual produz (4) o bem complexo cujo sofrimento aceitável e pecado arrependido contribuem. Agora o fato de que Deus pode criar um bem complexo do mal simples não desculpa – embora pela misericórdia talvez salve – aqueles que praticam o mal simples. Esta distinção é central. Ofensas virão, mas aí daqueles por quem elas vêm; o pecado causa a abundância da graça, mas isto não é nenhuma desculpa para continuar pecando. A crucificação em si é o melhor assim como o pior exemplo, mas o papel de Judas permanece simplesmente mal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Um homem misericordioso, visando o bem do seu próximo, faz a vontade de Deus. Um homem cruel oprime seu próximo e faz o mal simples. Mas ao fazer tal mal, ele é usado por Deus, sem seu conhecimento ou consentimento, para produzir o bem complexo – assim sendo, o primeiro homem serve a Deus como filho e o segundo como utensílio. Porque tu certamente farás a vontade de Deus, mas faz diferença se tu serves como João ou como Judas. Todo o sistema é assim calculado do conflito entre bons homens e mal homens, e os bons frutos da fortitude, paciência, compaixão e perdão pelo qual o homem cruel é permitido ser cruel, pressupondo que homens bons continuem normalmente procurando fazer o bem. Eu digo normalmente porque o homem as vezes tem o direito de machucar (ou até mesmo, em minha opinião, matar) seu conterrâneo, mas apenas onde a necessidade é urgente e o bem a ser obtido é óbvio, e quando ele inflige dor normalmente (mas não sempre) ele tem uma autoridade definitiva para o fazê-lo – a autoridade dos pais derivada da natureza, a do magistrado ou do soldado, derivado da sociedade civil, ou a do cirurgião, derivada do paciente. Tornar isto numa regra geral para afligir a humanidade porque a aflição é boa para eles... não é apenas quebrar o plano divino mas voluntariar-se para o cargo de Satanas. Se tu fizer seus trabalhos, receberá sua recompensa...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;A renuncia cristã não significa uma apatia estóica, mas um desejo de preferir Deus a qualquer fim inferior os quais são em si mesmos lícitos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;A doutrina cristã do dofrimento explica, eu creio, um curioso fato acerca do mundo onde vivemos. A felicidade e segurança final que almejamos, Deus as retém de nós pela própria natureza do mundo: mas alegria, prazer e regozijo, ele as tem espalhado pelo mundo. Nunca estamos seguros, mas sempre nos divertimos e alguns até entram em êxtase. Não é dificil de ver o porquê. A segurança que almejamos nos ensinaria a descansar nosso coração neste mundo e isto se tornaria num obstáculo ao nosso retorno a Deus: poucos momentos de amor feliz, uma paisagem, uma sinfonia, um encontro alegre com nossos amigos, um jogo de futebol, não possuem tal tendência. Nosso Pai nos refresca na jornada com pousadas confortáveis, mas Ele não quer que venhamos a confundi-las pela nossa Casa...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;De todos os males, a dor é o único mal que é esterilizado ou desinfetado. Mal intelectual, ou erro, pode ocorrer porque a causa do primeiro erro (fatiga ou letra ilegível) continua a operar... se a primeira parte num argumento estiver errada, tudo o que se segue estará errado. O pecado pode recorrer pois a tentação original continua; além disso, o pecado gera pecado pela sua própria natureza atrevés da fortificação do hábito do pecado e do enfraquecimento da consciência. Agora a dor, como outros males, pode recorrer, pois a causa da primeira dor, doença ou um inimigo, ainda permanece operando: mas a dor não têm nenhuma tendência em si mesmo de proliferar. Quando ela acaba, acaba mesmo e a sequência natural é a alegria... a dor, uma vez terminada, é estéril, enquanto que o erro não corrigido e o pecado não arrependido é em si mesmo, uma fonte de erro fresco, erro fresco fluindo até a consumação dos séculos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Novamente quando eu erro, meu erro infeta todos aqueles que acreditam em mim. Quando eu erro publicamente, todo espectador ou aceita meu erro, assim participando de minha culpa, ou o condena com perigo iminente a sua caridade e humildade. Mas o sofrimento não produz nenhuma efeito mal, mas somente piedade... por isto que este mal que Deus usa para produzir o bem complexo é desinfetado ou desprovido da tendência proliferosa a qual caracteriza o pior tipo de mal em geral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Céu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;“É a assinatura secreta de nossa alma, é o desejo insaciável e incomunicável, é aquilo que desejavamos antes de conhecer nossas esposas, nossos amigos ou escolher nosso trabalho, é aquilo que ainda desejaremos em nosso leito de morte quando nossa mente não mais distinguir entre esposa, amigo ou trabalho. Enquanto existirmos, isto será. Se perdermos isto, perderemos tudo.”&lt;/span&gt; (p. 146-147)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Imortalidade dos Animais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;“O Homem foi escolhido por Deus para ter domínio sobre as feras do campo e tudo o que o homem faz com o animal, ou é um exercício legal ou um abuso sacrilegial de uma autoridade delegada por direito divino. O animal domesticado é então no sentido mais profundo o único animal natural (e não o animal selvagem); o único que está ocupando o lugar que ele foi criado para ocupar e é no animal domesticado que devemos basear toda nossa doutrina das feras. Talvez a imortalidade do animal, não resida em si mesmo, mas na imortalidade dos seus senhores... pois onde que a identidade do animal repousava em sua vida terrena? - Na sua relação com o corpo e especialmente com o mestre que é a cabeça daquele corpo. Em outras palavras, o homem conhecerá seu cachorro e o cachorro conhecerá seu mestre, e ao conhecê-lo, será a si mesmo...”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;C.S. Lewis também diz a respeito do homem encontrar sua imortalidade em Cristo, talvez desta mesma maneira o animal domesticado encontre sua imortalidade no homem. Conceito interessante!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do Homem Primitivo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;O homem pré-histórico, porque ele é pré-histórico é conhecido a nós apenas através do material que ele fez – ou melhor, através de uma seleção dos seus materiais mais duráveis. Não é a culpa dos arqueologistas que eles não possuem evidências melhores, mas esta penúria constitui uma tentação contínua de inferir mais do que nós temos o direito de inferir, de assumir que a comunidade que fez artefatos mais sofisticados era superior em todos os aspectos. Todos podem ver o quão falsa é esta asserção... claramente o homem pré-histórico que fez a pior cerâmica, tavez tenha criado a melhor poesia e nós nunca saberemos... o mesmo pote que faria do seu criador um gênio se fosse o primeito pote a ser feito no mundo, faria de seu criador um bobo se viesse depois de milênios de manufatura de potes. Toda a estimativa moderna do homem primitivo é baseada na idolatria de artefatos que é um grande pecado corporativo de nossa civilização. Esquecemos que nossos antepassados primitivos fizeram quase todas as descobertas úteis, exceto clorofórmio, que já foram criadas. Nós devemos a eles o idioma, a familia, roupas, uso do fogo, domesticação de animais, a roda, o barco, poesia e agricultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-2812444100872094684?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/2812444100872094684/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=2812444100872094684' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2812444100872094684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2812444100872094684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2009/04/c-s-lewis-o-problema-da-dor.html' title='C. S. Lewis: O Problema da Dor'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-8468668345355987091</id><published>2008-10-26T20:27:00.000-07:00</published><updated>2008-10-26T20:51:37.359-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dilúvio'/><title type='text'>Resposta a um Internauta</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero aqui reproduzir a observação de um internauta a respeito de um artigo que escrevi envolvendo um pouco da cronologia da terra e do Dilúvio.[1] Ele corretamente apontou o fato de que na maioria da literatura histórica secular, há uma rejeição do Dilúvio Bíblico, assim como também o fato de que a cronologia egípcia - segundo as interpretações daqueles que a estudam - demonstrar uma certa contradição com a cronologia Bíblica. Aqui está sua observação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****************&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Tudo isto é muito interessante mas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;As dinastias do antigo Egipto são mais ou menos assim:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Early Dynastic(Archaic) (3100-2650 bc)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Dynasties 0-2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Old Kingdom (2650-2175 bc)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Dynasties 3-6&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;First Intermediate Period (2175-1975 bc)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Dynasties 7-11&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Middle Kingdom (2080-1630 bc)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Dynasties 11-13&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Second Intermediate Period (1630-1539 bc)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Dynasties 14-17 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Ora o tal dilúvio, universal, não foi sentido pelo Egipcios. Os relatos Egipcios referem-se a um dilúvio muito antrior a isto tudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Não é possivel, com os dados históricos que temos, conciliar uma criação há 6000 seguido dum diluvio há 4500.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;A unica maneira seria apelar para uma grande teoria da conspiração que envolvia darwinistas, fisicos, historiadores e por aí fora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Fé e ciencia são guerras diferentes, razão pela qual Paulo afirmava : Embora absurdo creio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;A fé é mesmo isso. Fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;E é de respeitar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Os mormons creem que a américa do norte foi colonizada por uma tribo de israel, os bororós creem que sao araras e há tribos no pacifico sul que adoram um tal Jonh Smith que era um soldado americano da II guerra que um dia há-de voltar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Todas estas crenças são de respeitar mas não podem ser tidas como ciência. Por muito que um espirita acredite - e a crença nós devemos resoeitar- que falou com a alma do assanidado e que este lhe contou como foi tal não deve ser aceite como prova em tribunal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;A deus o que é de deus e a césar o que é de césar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Do ponto de vista cientifico, nomeadamente na história, a criação biblica, o diluvio e o que é contado no livro de mormon não são factos históricos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Ora isto não implica que as pessoas percam a fé. A fé nada tem a ver com a ciencia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Da mesma forma que é errado um cientista tirar a conclusão que - e como tal deus não existe!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;é errado a religião tentar impor a sua visão sobre, por exemplo, a história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Repare que nenhum historiador sério assinava por baixo do dilúvio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;O que não tem nada a ver com a fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;O dilúvio não foi assim nem naquela data mas ...quod absurdo creo....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis logo abaixo minha resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;Obrigado pelo seu tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;As dinastias egípcias estão longe de serem completamente precisas. Não me refiro somente a presente discussão historiográfica da cronologia egípcia, mas nas premissas inadequadas em que elas se baseiam. Há discussões extensas escritas nesta direção e tentativas de revisão desta cronologia, embora o paradigma presente continue em vigor. Há este excelente artigo que fala mais a respeito desta discussão (&lt;a href="http://www.apologeticspress.org/articles/2503"&gt;http://www.apologeticspress.org/articles/2503&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;A respeito da suposta "guerra" entre fé e razão, sou obrigado a discordar. Quando o vocábulo 'Fé' é usado no grego do Novo Testamento, ele é sinônimo de confiança, fidelidade. Ou seja, em um relacionamento matrimonial entre o esposo e sua esposa, quando ele afirma ter fé nela, ele não quer dizer que acredita em sua existência através das provas ontológicas e cosmológicas de uma entidade denominada 'esposa', por mais absurda que pareça tal afirmação. Não, antes ele quer dizer que ele confia nela e nela deposita sua confiança, pois ela é digna de tal confiança. É neste mesmo sentido em que a palavra 'fé' é usada no NT e por Paulo. Nós cremos, não porque é absurdo, mas porque seria absurdo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;não &lt;/span&gt;crer. É a salvação universal por meio da instrumentalidade humana resumida na 'pregação' da Palavra que Paulo afirma ser loucura para os homens ("Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação os que crêem" I Co 1.21).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;A Razão pela qual sou Cristão, é justamente por ser cético demais, não tenho fé o suficiente para ser ateu ou evolucionista. Gostaria de ter tal fé, mas sou completamente razoável, por isto, cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantaste uma questão importante. Os mórmons afirmam uma visão histórica a qual foi &lt;span style="font-style: italic;"&gt;supostamente &lt;/span&gt;revelada à Joseph Smith, outros grupos poderiam fazer afirmações rivais. Se tu aceitas o relato bíblico o qual foi dado por intermédio de revelação divina, por que então não aceitar estes outros que também reivindicam inspiração sobrenatural? Talvez seja esta tua pergunta, a qual tentarei ser breve ao respondê-la. Todo sistema universal de verdade ou cosmovisão precisa ser testado com um certo número de fatores para se extrair a verdade. Estas cosmovisões incluem o evolucionismo (o qual não deve ser confundido com ciência), criacionismo, mormonismo e outros tantos. É necessário avaliá-los a respeito de sua consistência interna, coerência lógica e relevância universal. De todos eles, se tu investigar diligentemente, descobrirás que somente o Cristianismo oferece as melhores e as mais satisfatórias respostas. G.K. Chesterton descobriu isto à medida que mais lia a respeito do evolucionismo e C.S. Lewis se deparou com este dilema a medida que tentava combater a idéia de Deus. Recomendo os clássicos: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mero Cristianismo&lt;/span&gt; (C.S. Lewis) e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ortodoxia &lt;/span&gt;(G.K. Chesterton).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra distinção merece ser feita, quando tu dizes "ciência" estais cometendo aquele grave erro de nossa época, o de ser vaga e obscura na definição de seus termos, confundindo ciência empírica daquilo que nós conhecemos como ciência de origem. A primeira trata-se de ciência observacional, é aquilo que faz teu carro funcionar e que faz com que toda maçã caia do pomar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;exatamente &lt;/span&gt;para baixo. Isto é observação, isto é ciência. O segundo no entanto trata-se de interpretações filosóficas a respeito daquilo que aconteceu num passado remoto, um passado que não temos mais acesso. Isto não pode ser repetido em laboratório e não pode ser observado, portanto isto não é ciência, mas sim, filosofia. Não que eu ache a filosofia ruim, mas devemos fazer a distinção entre boas e más filosofias através do raciocínio lógico. Agora a respeito do Dilúvio e do histórico da interpretação do Dilúvio, fiz um breve resumo do mesmo em outros artigos (&lt;a href="http://evolution-myth.blogspot.com/search/label/Geologia"&gt;http://evolution-myth.blogspot.com/search/label/Geologia&lt;/a&gt;). De qualquer maneira, agradeço pelos seus pensamentos. Se tiveres mais questões a respeito, tentarei respondê-lo da melhor forma possível. Abraços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[1] http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-mundo-que-pereceu_02.html&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-8468668345355987091?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/8468668345355987091/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=8468668345355987091' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8468668345355987091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8468668345355987091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/10/resposta-um-internauta.html' title='Resposta a um Internauta'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-5117612035785014330</id><published>2008-07-25T10:30:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T16:08:06.249-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Está o PC (Politicamente Correto) Incorreto?</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PC é o nome abreviado de uma das mais perniciosas filosofias que tem surgido nos últimos tempos, a saber: a filosofia da correção política. Esta filosofia tem como propósito prover um meio de expressão para a visão de mundo e os hábitos mentais de seus proponentes e seguidores, tornando todos os outros sistemas de pensamento e argumentação inválidos. É quase incrível notar a semelhança do PC com a língua fictícia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Newspeak&lt;/span&gt; de George Orwell. Em 1949, Orwell publicou um livro chamado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nineteen Eighty-Four&lt;/span&gt; [1984] - uma ficção que mostrava o mundo futuro dominado por um estado totalitário, onde seus defensores estavam difundindo uma nova língua a ser adotada pelos cidadãos, uma língua artificial, criada somente com o propósito de dominar e escravizar a mente humana, seu nome era Newspeak, enquanto que a língua tradicional ficou conhecida como Oldspeak. O Oldspeak havia sido abolido assim como também todo seu vocabulário, pois ela era construída sobre a razão e a lógica - coisas estas que o Estado totalitário não gostava. O vocabulário do Newspeak foi construído de tal maneira a ponto de dar um significado exato e sutil para todo sentido que o Partido Dominante desejava expressar, enquanto que excluía o sentido e também a possibilidade de chegar até tais conclusões por métodos indiretos. No apêndice do livro, Orwell ainda acrescenta que a dominação das mentes era feito através da invenção de novas palavras assim como também pela eliminação de palavras indesejáveis e o despojamento do significado ortodoxo das palavras. Segundo Orwell, a palavra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;livre &lt;/span&gt;ainda existia no Newspeak, mas ela podia ser usada somente em frases como "Este campo está livre de folhagens," mas não em frases como "politicamente livre" ou "intelectualmente livre" pois a liberdade intelectual e política não existia mais, nem mesmo como conceito. Assim sendo, o Newspeak foi planejado não para aumentar, mas sim diminuir o domínio de pensamento, a escolha de palavras era sempre as mais curtas e as frases tinham que conter cada vez menos palavras, tornando-se vagas no processo. O Newspeak tem muito a ver com o novo idioma produzido pelo PC, assim como também sua tentativa de dominar a mente humana. Temos então um novo idioma que tenta impor uma atitude mental desejável sobre a pessoa que está falando, uma retórica polida usada para cobrir a nudez de sua inconsistência interna.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Abaixo Você encontra o "Dicionário do PC:"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normal                                                 ----                PC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prostituta              ---   Vítima de um Lar Falido&lt;br /&gt;Negro, Índio          ---   Minoria Étnica, oprimidos e explorados pelo homem branco.&lt;br /&gt;Homem Branco     ---  Opressor, genocída, assassino, explorador, estrupador, escória...&lt;br /&gt;Pobre                     ---   Economicamente Despreparado&lt;br /&gt;Rico                        ---  Ladrão, explorador, burguês maldito...&lt;br /&gt;Mendigo                ---  Filósofo&lt;br /&gt;Caçador                --- Assassino de animais, mercenário, especista&lt;br /&gt;Pescador              --- Assassino, mercenário de criaturas indefesas&lt;br /&gt;Conservador        ---  Extremista da direita, porco fascista&lt;br /&gt;Bisexual               ---  Sexualmente sem preferência&lt;br /&gt;Insano                 ---   Explorador Mental de Percepção Seletiva&lt;br /&gt;Sodomia               --- Orientação Sexual&lt;br /&gt;Obeso, Gordo               --- Peso diferente devido ao preconceito gravitacional&lt;br /&gt;AC (Antes de Cristo)   ---- AEC (Antes da Era Cristã)&lt;br /&gt;Biblioteca                       --- Centro de Informação&lt;br /&gt;Tiro de Misericórdia    --- Eutanásia&lt;br /&gt;Matança de crianças inocentes    --- Pró-Escolha&lt;br /&gt;Gangue                   ---- Grupo de Jovens&lt;br /&gt;Marido                  --- Termo opressivo criado por uma sociedade patriarcal&lt;br /&gt;Patriarca  ---  Opressor, cruel ditador&lt;br /&gt;Heterosexual   ---- Homófobo preconceituoso&lt;br /&gt;Vagabundo  --- Vítima de uma sociedade capitalista&lt;br /&gt;Capitalismo   ---  Sistema econômico escravagista, cruel, explorador, desumano, nazista&lt;br /&gt;Marxismo    --- Sistema econômico libertador, anti-imperialista, humano, democrático&lt;br /&gt;Imigrante Ilegal --- Trabalhador Indocumentado&lt;br /&gt;Churrasco    --- Chacina sangrenta de criaturas inocentes para a satisfação de carnívoros autoritários&lt;br /&gt;Viciado --- Dependente Químico&lt;br /&gt;Trevas   --- Luz Insuficiente&lt;br /&gt;Feliz Natal  --- Favor usar a expressão "Feliz Feriado"&lt;br /&gt;Cego --- Deficient Visual&lt;br /&gt;Terrorista --- Militantes, Milícia&lt;br /&gt;Piadas --- Propagandas de Ódio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são apenas alguns exemplos do PC. O PC é a noção de que certas idéias, comportamentos, expressões, frases e outros vocabulários devam ser criminalizados e que tais pessoas usandos tais palavras - que eram comum antigamente mas são tabu hoje - devem ser presas. A idéia por detrás do PC é prevenir que pessoas sejam ofendidas, por isso, eles estão mais preocupados com o vocabulário do que com o contexto e conteúdo da mensagem. Em suma, o PC é um eufemismo criado com o único propósito de ofender a ninguém, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;exceto &lt;/span&gt;aqueles que acreditam em liberdade de expressão. Ora se uma pessoa é ofendida somente pelo uso de uma palavra, quão fraca deve ser sua mente e quão instáveis devem ser suas emoções e sentimentos! O PC nada mais é do que uma tentativa de manter as pessoas num estado de infância emocional permanente, onde ela não é livre para se expressar da maneira em que ela quer, mas antes deve seguir um protocolo semântico que limita sua faculdade crítica, seu discernimento e viola a liberdade de sua consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PC é um passo em direção à tirania, a tirania das idéias. Se o idioma é controlado pelo Estado, não sofreria também alteração nossos pensamentos e comportamnetos? Adotando o PC, significa dizer que todas nossas conversas seriam alteradas de tal maneira que estariamos com medo de "ofender" os outros em nome de uma harmonia superficial e macabra. O PC é um sistema que já começou falido em suas próprias pressuposições, pois ele se diz ser inclusivista de todas as idéias, mas excluí a filosofia daqueles que são críticos de sua ideologia. Ele procura não ofender ninguém, mas acaba "ofendendo" aqueles que não são a favor do PC, pois veêm nele a antítese da liberdade de expressão e consciência. O PC é uma forma sutil de opressão e no final das contas, George Orwell foi um grande profeta, mesmo sem saber.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-5117612035785014330?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/5117612035785014330/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=5117612035785014330' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5117612035785014330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/5117612035785014330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/07/est-o-pc-politicamente-correto.html' title='Está o PC (Politicamente Correto) Incorreto?'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-2737766068470141111</id><published>2008-05-29T18:15:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T19:34:17.777-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>Está O Ateísmo Morto? Está Deus Vivo?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabei de ouvir um debate interessante entre Richard Dawkins (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fellow of the Royal Society and Charles Simonyi Chair for the Public Understanding of Science at Oxford University&lt;/span&gt;), um proeminente ateu e John Lennox (MA, MA, Ph.D., D.Phil., D.Sc.) - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Reader in Mathematics and Fellow in Mathematics and Philosophy of Science, Green College, Oxford University&lt;/span&gt; - um Cristão que foi (assim como eu) profundamente influenciado por C. S. Lewis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a primeira vez que eu ouvi John Lennox, um professor de matemática, e percebi que ele tem uma memória fotográfica, capaz de gravar com facilidade longos trechos e fazer citações exatas. Foi um debate incrível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo abaixo você encontrará o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;link&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Parte 1&lt;br /&gt;&lt;a href="http://richarddawkins.net/audio/dawkins-lennox_part1.mov"&gt;http://richarddawkins.net/audio/dawkins-lennox_part1.mov&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;a href="http://richarddawkins.net/audio/dawkins-lennox_part2.mov"&gt;http://richarddawkins.net/audio/dawkins-lennox_part2.mov&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://richarddawkins.net/audio/dawkins-lennox_part3.mov"&gt;http://richarddawkins.net/audio/dawkins-lennox_part3.mov&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-2737766068470141111?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/2737766068470141111/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=2737766068470141111' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2737766068470141111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2737766068470141111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/05/o-atesmo-est-morto-deus-est-vivo.html' title='Está O Ateísmo Morto? Está Deus Vivo?'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-6585482351517514797</id><published>2008-05-10T05:09:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T05:38:27.417-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>Homens Ignorantes?</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Os evolucionistas e todos aqueles que são mal informados (a maioria esmagadora) dizem que todos aqueles que acreditam na criação literal de Gênesis são homens ignorantes. Eu costumo ouvir esta acusação de vez em quando. Não sei se devo tomá-la como o mais honroso elogio, pois estão me enquadrando junto com todos estes grandes homens que acreditavam na infabilidade da Bíblia, homens que foram humildes o bastante para não dúvidar das Escrituras e sábios o suficiente para reconhecer que Deus é o Supremo Autor da Criação (eis aqui uma lista abreviada):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;1)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Leonardo Da Vinci (1452-1519) - nem é preciso mencionar o que ele fez. É mais fácil dizer o que ele NÃO fez.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;2)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Johann Kepler (1571-1630), descobriu as leis dos movimentos planetários, acreditava que o Mundo tinha sido criado há 7 mil anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;3)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Francis Bacon (1561-1626), responsável pela formulação do método científico (um do proponentes da revolução científica).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;4)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Blaise Pascal (1623-1662), filósofo e matemático, contribuiu para a teoria da probabilidade no ramo da matemática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;5)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Robert Boyle (1627-1691), um dos fundadores da Academia Real de Londres (Royal Society of London), creditado como sendo o pai da Química Moderna, descobriu as leis básicas a respeito da pressão, temperatura e volume dos gases. Ele também contribuiu para o trabalho missionário, tradução da Bíblia e propagação do Evangelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;6)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;John Ray (1627-1705), naturalista Inglês, no seu tempo ele era a maior autoridade em botânica e zoologia e também um forte opositor de Descartes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;7)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Nicolaus Steno (1631-1686), fundador da estatiografia, o estudo das camadas das rochas. Ao contrário dos evolucionistas modernos, ele atribuiu a maior parte destas camadas ao Grande Dilúvio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;8)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Thomas Burnet (1635-1715), geologista. Athanasius Kircher (1601-1680), jesuíta e inventor. John Wilkins (1614-1672) cientista que formulou argumentos científicos para apoiar as Escrituras. Walter Charleton (1619-1707), Sir William Petty (1623-1687), Isaac Barrow (1630-1677) também fazem parte deste grupo. Galileo Galilei embora censurado pela Igreja Católica por suas visões heliocentristas (segundo alguns) argumentava que a Bíblia apoiava suas visões. No entanto, segundo pesquisas modernas, a censura de Galileo não ocorreu por causa de seu heliocentrismo, mas sim devido a sua desobediência à um decreto papal. A Igreja Católica, longe de se opor ao heliocentrismo, o apoiou. Prova disto é que décadas mais tarde, Matteo Ricci, um missionário jesuíta, estava ensinando heliocentrismo aos chineses. E adicionando á isto, os primeiros a se oporem a Galileo não foram os sacerdotes da Igreja Católica, mas sim os cientistas do estabelecimento científico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;9)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Isaac Newton (1642-1727) além de ser o pai da física clássica, ele escreveu vários tratados refutando o ateísmo e defendendo o criacionismo. Ele disse: “Nós reputamos as Escrituras de Deus como a mais sublime filosofia. Eu confio mais nas marcas de autenticidade da Bíblia do que qualquer outra história profana.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;10)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;William Whiston (1667-1752), sucessor de Isaac Newton, escreveu um livro &lt;i style=""&gt;A New Theory of the Earth&lt;/i&gt;, que harmonizou os relatos da Criação com os dados crescentes da física e geologia. John Woodward (1665-1728), geologista. Carolus Linnaeus (1707-1778), considerado o pai da taxonometria biológica. Jonathan Edwards (1703-1758), teólogo e naturalista Americano. William Herschel (1738-1822) astrônomo que descobriu Urano. John Harris (1666-1719), matemático. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;11)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Gottfried Wilhelm Leibnitz (1646-1716) um brilhante matemático, co-descobridor de Cálculo, afirmava uma forte crença em Deus e escreveu uma defesa da doutrina da Trindade. John Flamsteed (1646-1719) fundador do observatório de Greenwich. William Derham (1657-1735) ecologista. Gustavus Brander (1720-1787) naturalista Inglês, cuja abundante coleção de fósseis está a mostra no Museu Britânico. James Parkinson (1755-1824) médico Inglês que foi o primeiro a descrever a doença que hoje leva o seu nome.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;12)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Michael Faraday (1791-1867) universalmente reconhecido como um dos maiores físicos de todos os tempos. Contribuiu para muitas descobertas na ciência da eletricidade e do eletromagnetismo. As principais unidades em eletrose e eletrostatica são nomeadas em sua honra. Ele era provindo de uma pequena igreja fudamentalista e ardentemente acreditava na Bíblia e no Criacionismo. Humphrey Davy (1778-1829) um grande químico. Georges Cuvier (1769-1832) anatomista,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;paleontologista e um firme criacionista. Charles Babbage (1792-1871), William Buckland (1784-1856) David Brewster (1781-1868). John Dalton (1766-1844) nascido numa família &lt;i style=""&gt;Quaker&lt;/i&gt;, temente a Deus e considerado o pai da teoria atomica moderna. William Prout (1785-1850) autor de muitos tratados teológicos, mais conhecido pelo seu trabalho da classificação dos elementos químicos e pelo número atômico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;13)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Samuel Morse (1791-1872) famoso pela sua invenção do telégrafo e do código Morse. Sua primeira mensagem enviada pelo telegrafo foi &lt;i style=""&gt;Vejam o que Deus tem feito&lt;/i&gt; (Num 23.23). Joseph Henry (1797-1878) inventor do motor eletromagnético. Matthew Maury (1806-1873) fundador da ciência da hidrografia e oceanografia. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;William Whewell (1794-1866)&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;, James Simpson (1811-1870) fundador da ginecologia. James Joule (1818-1889) descobriu como converter a energia do calor em energia mecânica. Seu princípio levou a formulação da primeira lei da termodinâmica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;14)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Louis Agassiz (1807-1873) considerado o pai da geologia glacial. O grande museu de zoologia comparativa em Harvard foi estabelecido por ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;15)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Rudolph Virchow (1821-1902) forte oponente do evolucionismo, considerado o pai da patologia moderna. Ele também tinha entrado na política e se opusera fortemente ao ensino do evolucionismo nas escolas da Alemanha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;16)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Gregory Mendel (1822-1884) Criacionista pai da genética.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;17)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Louis Pasteur (1822-1895) criacionista fortemente oposto ao Darwinismo, químico e físico que fez grandes contribuições para estas disciplinas. Isolou um grande número de bactérias que causavam doenças e desenvolveu vacinas para elas. Considerado por muitos o maior biologista que já viveu. Entretanto, na sua vida ele era objeto de intensa oposição por quase todo o estabelecimento biológico pelo fato de ele ser um forte oponente da geração espontânea de Darwin.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;18)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;William Thompson, &lt;i style=""&gt;Lord Kelvin&lt;/i&gt; (1824-1907) Por 54 anos, ele possuiu a cadeira de Filosofia Natural da Universidade de Glasgow. Suas contribuições para a física e matemática foram muitas. Ele estabeleceu a escala de temperaturas absolutas. Formulou as duas primeiras leis da termodinâmica com a correta terminologia. Ele recebeu 21 doutorados honorários e era um forte opositor de Thomas Huxley, o &lt;i style=""&gt;bulldog&lt;/i&gt; de Darwin.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;19)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Joseph Clerk Maxwell (1831-1879) contribuiu bastante para a teoria do campo electromagnetico. Albert Einstein encontrou em Maxwell a sua maior inspiração e considerou o trabalho de Maxwell como o mais profundo que a física tinha experimentado desde o tempo de Newton. Suas crenças eram essencialmente fundamentalistas em princípio. Desenvolveu uma refutação matemática para a famosa hipótese nebular de LaPlace. Também escreveu refutações contra o evolucionismo de Herbert Spencer. Ele era por fim, um diligente estudante das Escrituras. Bernhard Riemann (1826-1866) matemático alemão, filho de um ministro luterano, ele desenvolveu o conceito de uma geometria não-euclideana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;20)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Richard Owen (1804-1892) um dos mais fortes oponentes do Darwinismo. Inventou o vocábulo 'dinossauro' para descrever uma família de animais a qual estava extinta na terra. Ele fortemente acreditava que muitos desses animais foram mortos durante o Dilúvio. &lt;/span&gt;Thomas Anderson (1819-1874), Sir William Huggins (1824-1910). Balfour Stewart (1828-1887). James Glaisher (1809-1903). &lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;William Mitchell Ramsay (1851-1939) um famoso arqueologista. John Strutt, Lord Rayleigh (1842-1919) conhecido pelas suas contribuições na optica e co-descobridor do Argon e dos gases raros. Alexander MacAlister (1844-1919) professor de anatomia em Cambridge. John Ambrose Fleming (1849-1945) estudou sob a tutela de Maxwell, fez muitas contribuições nas disciplinas do radio, eletrônica e televisão, um dinâmico apologista cristão e fundador do movimento de protesto a evolução. George Carver (1864-1943) cientista agrônomo, nascido escravo, considerado a maior autoridade em amendoim, batatas e seus derivados. Desenvolveu mais de 300 produtos do amendoim e 118 da batata doce. Paul Lemoine (1878-1940) presidente da sociedade geologica da França e editor da Encyclopedie Francaise de 1937 na qual ele definiu evolução como&lt;i style=""&gt; um tipo de dogma cujos sacerdotes não acreditam mais, embora mantenham para o seu povo.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;21)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;William Ramsay (1852-1916) um quimico evangélico que foi o co-descobridor dos gases inércios e foi o primeiro a demonstrar a transmutação de elementos (Radio para hélio). Wernher von Braun (1912-1977) engenheiro militar que desenvolveu os misseis V2 durante a segunda guerra mundial. Naturalizado cidadão americano em 1955, tornou-se diretor da NASA. Considerado o pai dos foguetes. L. Merson Davies (1890-1960), Sir Cecil P. G. Wakeley (1892-1979)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;22)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;E hoje nós também temos Sociedades Criacionistas Modernas &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;como&lt;/st1:city&gt;&lt;/st1:place&gt;: Creation Research Society, American Scientific Affiliation, Institute for Creation Research, Answers in Genesis. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;i style=""&gt;Men of Science, Men of God&lt;/i&gt; by Henry Morris (ed. 1988)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-6585482351517514797?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/6585482351517514797/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=6585482351517514797' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6585482351517514797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6585482351517514797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/05/homens-ignorantes.html' title='Homens Ignorantes?'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-20440190548125840</id><published>2008-04-23T09:36:00.000-07:00</published><updated>2008-04-23T09:53:44.591-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gênesis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>Há Vida Em Outros Planetas?</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;E aqui é colocada outra questão, a qual os evolucionistas gostam de considerar: Se a vida evoluiu na terra, não teria ela evoluído em outros planetas? Mesmo que nenhum contato extraterrestre tenha sido estabelecido, eles acreditam que não somente há vida mas que ela também evolveu em outros planetas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Segundo a lei da biogênesis, a materia inanimada não pode gerar vida. A vida não pode evolver daquilo que não tem vida. Esta é uma das razões pela qual nunca haverá vida em outros planetas, a não ser é claro que esta vida fosse &lt;i style=""&gt;criada&lt;/i&gt; por Deus. No entanto, a Bíblia não nos dá nenhum indício de que exista vida no espaço. Na verdade, há indícios de que o homem seja o único ser racional criado. A terra foi criada antes do universo, isto quer dizer que o homem tem um lugar especial na economia de Deus. As estrelas também foram criadas para a humanidade (Gn 1.14). Sem dizer é claro, que todo o universo foi afetado pelo pecado do homem. Me parece injusto crer que outras raças sofram por causa de um pecado alheio, pois haverá novos céus e nova terra, ou seja, o universo que agora existe ou passará por uma reforma divina ou não existirá mais. O que acontecerá então com a morada destas outras raças?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Mas se não há vida, o que seriam então as tão chamadas aparições de OVNIs? O que podemos dizer é que elas têm 3 origens. Uma é a divina, mas tudo aquilo que Deus faz é para sua glória e a &lt;i style=""&gt;febre&lt;/i&gt; de OVNIs é na verdade mais uma religião substituta. Se bem que as Escrituras dizem que pelo fato do homem não aceitar a verdade, Deus enviou o engano para que ele viesse a crer na mentira (2 Ts 2.9-11). A segunda opção é que elas (as aparições) são manifestações demoníacas, pois o Diabo é mestre no engano e o que ele mais deseja é tirar a atenção do homem da salvação. Há uma terceira opção que afirma que estes OVNIs podem muito bem ser de origem humana. Projetos especiais e secretos do exército, os quais não são revelados ao público. Esta também parece ser uma boa resposta. Mas indiferente disto, uma coisa é certa, as aparições não são extra-terrenas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Há muitos que acreditam que existem bases secretas do governo Norte-Americano, as quais são responsáveis por experimentos com alieníginas e por esconder tais extra-terrestres do público. Mas isto não passa de ficção. Se fosse assim, o governo Americano não teria investido milhões de dólares em programas da NASA para fazer contacto com extra-terrestres (e.g. SETI). Vale ressaltar que sob a inspiração de ateus como Carl Sagan, que acreditava que vida inteligente evolveu em outros lugares, o governo Americano investiu milhões e milhões dos impostos dos cidadãos Americanos e até agora, mesmo depois de 40 anos, nenhum contacto foi feito. Imaginar que uma descoberta tão importante para os evolucionistas seria mantida em segredo por décadas desafia a credibilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;E Se Realmente Existir Vida No Espaço? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;(Segue-se uma paráfrase do pensamento de C. S. Lewis que escreveu a respeito desta possibilidade)[1]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Mas suponhamos que realmente exista vida fora da terra. Suponhamos que esta vida seja racional. Certamnete esta vida será também uma criação de Deus, contrariando as expectativas do evolucionista. Mas seriam eles também uma raça caída? Esta seria uma questão formidável. No entanto é bom lembrar que a Incarnação não implica um mérito ou excelência especial na humanidade. Muito pelo contrário, ela implica um desmérito e depravidade particular. Cristo morreu pelo homem justamente porque o homem não valia nada, fazendo do homem então um vaso de valor. Quem sabe se de todas as raças, a humanidade seja a única que tenha caído. Talvez o homem seja a única ovelha perdida, a quem o Pastor veio buscar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Mas digamos que estas raças também tenham caído. Será que o Filho de Deus também passaria pelo mesmo processo de Incarnação? Ou quem sabe a salvação de outras raças só aconteça através da nossa salvação, neste sentido nós podemos dar as palavras de Paulo um sentido mais cósmico (Rm 8.19-23) – embora este não seja o sentido do texto. Mas se for assim, a Redenção ao começar por nós, trabalhará em nós e por nós. Isto sem dúvida daria ao homem uma posição crucial. Mas esta posição de modo nenhum implicaria favoritismo ou superioridade, pois o general ao decidir onde começar seu ataque não seleciona a paisagem mais bonita, o sólo mais fértil ou a vila mais atrativa. Isto certamente é alimento para o pensamento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Como será que seria trocar pensamentos com seres cujo modo de pensar tivesse um fundo orgânico diferente do nosso? Como será que seria ser vergonhosamente humilhado por um intelecto possivelmente superior ao nosso? Ou talvez encontrar criaturas tão dóceis e inocentes que jamais poderiam ser tão espertas como nós, e trocar com habitantes de outro mundo aquela rica afeição que existe entre os opostos? È um sonho glorioso, mas não se engane, é apenas um sonho. Pois nós somos seres corrompidos. Nós sabemos o que a nossa raça faz com estranhos. O homem destrói e escraviza toda espécie que ele pode escravizar. &lt;i style=""&gt;O homem civilizado mata, engana e corrompe o homem selvagem. &lt;/i&gt;Há individuos que não fazem isto, mas com certeza eles não seriam o tipo de pessoa escolhido para ser nosso pioneiro no espaço. Nosso embaixador ao novo mundo seria ou o aventureiro ambicioso ou o especialista técnico cruél. Eles farão o que a sua raça sempre tem feito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;E se eles encontrarem uma raça perfeita? Eu dúvido que o nosso instinto meio-animal será par para uma sabedoria divina, valor desinteresseiro e perfeita unanimidade. Mas os problemas práticos serão piores que os teóricos se o homem encontrar outras raças no espaço. Contra eles o homem cometerá todo tipo de crime e os céus se tornarão, para os bons homens, um objeto carregado de sentimento de culpa intolerável e vergonha escaldante. O homem provavelmente não suportaria descobrir uma raça mais perfeita que a sua e provavelmente arranjaria uma desculpa para exterminá-la. E o que acontecerá com nossos missionários no espaço? Será que eles reconheceriam uma raça caída se eles a encontrassem? Será que eles forçariam sobre criaturas que não precisam ser salvas, o Plano de Salvação que foi designado ao Homem? Será que eles tentariam ensinar aqueles de quem eles deveriam aprender? Será que eles denunciariam como pecado meras diferenças comportamentais cuja história biológica e espiritual destas criaturas justificam e que o próprio Deus tem abençoado? Que Deus então os guarde e os livre do Homem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Devemos ser contra todo tipo de &lt;i style=""&gt;imperialismo teológico&lt;/i&gt;. Certamente não será divertido. Seremos chamados de traidores da nossa própria espécie. Seremos odiados de todos os homens, e até mesmo de alguns homens religiosos. Mas não devemos conceder nenhum centímetro. Provavelmente falharemos, mas morreremos lutando pelo lado certo. Nossa lealdade deve ser à Deus e não a nossa espécie. É a comunhão espiritual e não biológica que conta. Mas talvez a vasta distância astrônomica entre a terra e outros mundos seja a maneira de Deus nos manter em quarentena. Uma maneira de prevenir que o &lt;i style=""&gt;câncer espiritual&lt;/i&gt; de nossa espécie se espalhe por todo universo. Mas essas são apenas hipóteses. Estamos tentando construir pontes sem saber se realmente existe um rio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Conclusão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Certamente as questões acima propostas por C.S. Lewis são formidáveis. Se realmente chegar a existir outras raças, isto de modo nenhum apresentará problemas para o Cristianismo, pois a vida não evolui daquilo que não tem vida, ela apenas é gerada de vida pré-existente como afirmou o criacionista Luis Pasteur na sua lei da biogênesis. E eu creio que é bem mais provável que se nós recebessemos uma visita de outras raças, provavelmente eles nos trariam uma revelação maior sobre Deus, da mesma forma em que nossos primeiros missionários levaram uma revelação maior sobre Deus para tribos primitivas. Mas como já tinhamos previamente estabelecido, há indícios nas Escrituras de que nós venhamos a ser a única raça racional. E o que dizer então de viagens no espaço? Para se ter uma idéia, a vasta distância entre nosso planeta e a estrela mais próxima (Proxima Centauri) é de 40.7 milhões de milhões de kilometros. O &lt;i style=""&gt;Apollo&lt;/i&gt; levou 3 dias para chegar na lua, para chegar na estrela mais próxima com esta mesma velocidade, nós levaríamos 870,000 anos. Mesmo ainda que movessemos a 1 décimo da velocidade da luz, ao colidir com qualquer poeira que pesasse sequer 0.1 grama, isto já seria o suficiente para destruir a nave espacial. É bem provável que exploração espacial seja um sonho utópico.[2]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[1] C. S. Lewis, &lt;i style=""&gt;Essay Collection &amp;amp; Other Short Pieces&lt;/i&gt; (&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;London&lt;/st1:city&gt;&lt;/st1:place&gt;: HaperCollins, 2000), p. 233-235.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;[2] A energia cinética de uma poeira com a massa de 0.1 grama impactando a nave à um décimo da velocidade da luz, calculada do ponto de referência da nave seria ½mv&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;, ou: ½ x 10&lt;sup&gt;-4&lt;/sup&gt; kg x (3 x 10&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt; m/s)&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; = 4.5 x 10&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt; J. A energia de combustão da TNT é 4.52 x 10&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; J/tonelada. Então 4.5 x 10&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt; J é equivalente à 9.95 toneladas de TNT. Assim a energia de impacto de 0.1 g de poeira atingindo a nave espacial com 1/10 de &lt;i style=""&gt;c&lt;/i&gt; seria equivalente à uma explosão de 10 toneladas de TNT. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-20440190548125840?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/20440190548125840/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=20440190548125840' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/20440190548125840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/20440190548125840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/h-vida-em-outros-planetas.html' title='Há Vida Em Outros Planetas?'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-3533214574932416585</id><published>2008-04-17T11:27:00.000-07:00</published><updated>2008-04-17T11:39:38.212-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arqueologia e Outros'/><title type='text'>O Mito do "Elo Perdido"</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Os evolucionistas acreditam que o homem evoluiu dos macacos. Entretanto os &lt;i style=""&gt;elos perdidos, &lt;/i&gt;continuam perdidos. Estes já chegaram a ser supostos elos intermediários entre o homem e o macaco, no entanto, já foram rejeitados pelos próprios evolucionistas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;a)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Homo sapiens neanderthalensis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; (Homem de Neandertal)— 150 anos atrás os reconstrucionistas do homem de Neandertal admitiam que sua postura baixa era muito parecida com&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a de um homem-macaco. Hoje, muitos admitem que sua postura baixa era por causa de doença (como o raquitismo) e que o homem de Neandertal era um homem, completamente capaz de falar, artístico e religioso.[1]&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;b)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Ramapithecus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;— Uma vez considerado o ancestral do homem, hoje considerado um tipo de orangotango extinto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;c)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Eoanthropus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; (Homem de Piltdown)— Uma fraude baseada no crânio de um homem e a mandíbula de um orangotango. Foi publicamente anunciado como o elo perdido por 40 anos e não chegou a ser nem mesmo uma fabricação competente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;d)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Hesperopithecus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; (Homem de Nebraska)— Baseada num único dente de um tipo de porco que agora vive apenas no Paraguai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;e)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Pithecanthropus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; (Homem de Java)—Agora considerado humano e chamado de &lt;i&gt;Homo erectus&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;f)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Australopithecus africanus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;— Por um período foi chamado de elo perdido. É muito parecido com o macaco e os evolucionistas não o consideram mais uma transição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;g)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Sinanthropus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; (Homem de Peking)— Tem sido agora re-categorizado como &lt;i&gt;Homo erectus&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Estes são os atuais homens-macacos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;a)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;— Várias espécies deste tipo tem sido proclamadas como ancestrais do homem. Uma permanece:&lt;i&gt; Australopithecus afarensis&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;, mais conhecido pelo fóssil “Lucy.” Tem sido apontado que o&lt;i&gt; Australopithecus&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; é bem semelhante a um chipanzé pigmeu.[2]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;b)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Homo habilis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;— Há um crescente consenso entre os paleo-antropologistas que esta espécie é uma mistura de fósseis de vários outros tipos como &lt;i&gt;Australopithecus&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Homo erectus&lt;/i&gt;. Ou seja, tal criatura nunca existiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;c)&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Homo erectus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;—Muitos restos deste tipo tem sido encontrado ao redor do mundo. Esta categoria inclui o homem de Java &lt;i&gt;(Pithecanthropus)&lt;/i&gt; e o homem de Peking &lt;i&gt;(Sinanthropus),&lt;/i&gt; que foram uma vez proclamados como o elo perdido. Seu crânio é semelhante ao do Neandertal; seus corpos eram semelhantes aos dos homens de hoje, no entanto mais robustos. O tamanho do cérebro é semelhante aos dos homens de hoje e estudos do ouvido interno tem mostrado que ele caminhava como nós. Ambas a morfologia associada a descobertas culturais e arqueológicas sugerem que o &lt;i&gt;Homo erectus&lt;/i&gt; era um homem completo. Alguns evolucionistas concordam que o &lt;i&gt;erectus&lt;/i&gt; é um homem completo e deve ser incluído no &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt;.[3]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Não há nenhuma evidência clara que mostra que o homem evolveu dos macacos. Os elos perdidos continuarão perdidos porque eles na verdade nunca existiram. Considerando a história dos ‘achados’ de supostos homens-macacos, qualquer descoberta nova deve ser tratada com ceticismo. Se o evolucionismo for verdade, então deveria haver milhões de fósseis mostrando as formas transicionais de um tipo de organismo para outro. No entanto, há muito poucos, e até mesmo os evolucionistas não conseguem concordar na significância deles. A falta de formas transicionais levou os evolucionistas a propor um novo modelo de evolução nos anos 70, para que eles pudessem continuar acreditando na evolução sem a necessidade de descobrir fósseis transicionais. Esta idéia - &lt;i&gt;punctuated equilibrium &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;– diz basicamente que as mudanças evolucionárias acontecram tão rápidas, geologicamnete falando, que nenhum fóssil foi preservado mara mostrá-las.[4] Uma teoria muito conveniente, não? O que os evolucionistas estão dizendo é o seguinte: Se nós acharmos uma forma transicional, nós (evolucionistas) ganhamos. Se não acharmos, vocês (criacionistas) perdem. Mais uma vez eles demonstraram que é possível ser mais injusto que o Sistema Judicial Brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;[1] Lubenow, M.L., Recovery of Neandertal mtDNA: an evaluation, &lt;a href="http://www.answersingenesis.org/docs/4218tj_v12n1.asp"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;color:#000000;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;i&gt;CEN Technical Journal&lt;/i&gt; &lt;b&gt;12&lt;/b&gt;(1):87–97, 1998.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;[2] Zihlman, A., The promiscuous primate, &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt; &lt;b&gt;359&lt;/b&gt;:786, 1992.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;[3] &lt;st1:city st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;Milford&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt; Wolpoff— Lubenow, &lt;i&gt;Bones of Contention&lt;/i&gt;, pp. 134–143.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.25in; text-align: justify;"&gt;[4] Batten, D., Punctuated equilibrium: come of age?&lt;a href="http://www.answersingenesis.org/Home/Area/Magazines/tj/docs/v8n2_punc_equilibrium.asp"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;color:#000000;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;CEN Technical Journal&lt;/i&gt; &lt;b&gt;8&lt;/b&gt;(2):131–137, 1994.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-3533214574932416585?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/3533214574932416585/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=3533214574932416585' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3533214574932416585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3533214574932416585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-mito-do-elo-perdido.html' title='O Mito do &quot;Elo Perdido&quot;'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-2066372290681133464</id><published>2008-04-17T11:24:00.000-07:00</published><updated>2008-04-17T11:27:10.041-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>As Ciências Naturais Nunca Ouviram Falar de Evolução</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;a name="six"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="app1r"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="app2r"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Depois de uma análise sobre as questões mais essenciais sobre o sentido, origem e propósto da vida, e depois da exposição das falhas do evolucionismo podemos certamente dizer que: a vida é um exemplo de complexidade, implicando um plano e não o acaso. O acaso não causa nada. Até mesmo as leis da natureza não causam nada, elas apenas mantém o universo funcionando. As leis naturais são na verdade incapazes de explicar a origem do universo. Elas explicam tudo no universo, &lt;i style=""&gt;menos&lt;/i&gt; a existência do próprio universo. De acordo com as leis da probabilidade nós não devemos esperar que ordem e seleção sejam resultados do acaso. Ordem e seleção apontam para uma inteligência. A matéria inanimada não pode gerar vida. As ciências naturais jamais ouviram falar de evolução. As leis da bioquímica, da probabilidade e da informação genética trabalham contra a evolução. Mutações, embora algumas sejam benignas, não criam nova informação. Elas resultam em perda mas não em ganho de informação. A genética desprova a evolução. Os animais variam de acordo com a informação genética que já está presente no animal. Este é o princípio de micro-evolução, que nada mais é do que uma variação num tipo/família criada. O registro fóssil não apóia a evolução. Além do mais, fossilização não ocorre gradualmente, mas antes é produto de uma anomalia fenomenal, de uma catástrofe - a qual se encaixa com o modelo diluviano. O registro fóssil trabalha contra o uniformitarianismo. Os métodos usados para medir rochas são subjetivos e falíveis. Sem dizer que eles são interpretados de acordo com a pressuposição dos cientistas. Pois os cientistas não são objetivos como eles procuram parecer. Como indivíduos eles sempre tornam a acreditar que uma coisa é verdade muito antes de investigar as evidências. Motivado pela fé em suas idéias, pelo desejo de ser aceito pelos seus colegas, ele trabalhará por anos e anos designando experimentos cujos resultados, ainda que por mais subjetivos que sejam, ele espera conformar com sua visão de mundo. Mas nós preferimos colocar nossa fé no &lt;i style=""&gt;Criador&lt;/i&gt; e não na criação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-2066372290681133464?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/2066372290681133464/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=2066372290681133464' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2066372290681133464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2066372290681133464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/as-cincias-naturais-nunca-ouviram-falar.html' title='As Ciências Naturais Nunca Ouviram Falar de Evolução'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-8541164461681152791</id><published>2008-04-14T16:35:00.000-07:00</published><updated>2008-07-09T09:41:15.552-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>Argumentos Que O Criacionista Não Deve Usar</title><content type='html'>Fonte: Answers In Genesis&lt;br /&gt;Tradução e Resumo: J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Darwin se converteu antes de morrer”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Muitos usam esta estória, entretanto, provavelmente ela não é verdadeira, e não há corroboração daqueles que eram próximos a ele – nem mesmo de sua mulher Emma que era contrária a idéia evolucionária. E também o fato de alguém abandonar uma filosofia não serve para desprovar tal filosofia. Muitos abandonam o Cristianismo, mas isto não invalida sua exatidão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“A espessura da poeira na lua prova que ela é recente”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Este argumento era usado antigamente. Por muito tempo dizia-se que a espessura do pó na lua era muito fina para ter acumulado por bilhões de anos. Esta afirmação era baseada em estimativas feita por evolucionistas. Mas a estimativa estava errada, e quando o Apollo pousou na lua, a NASA não estava preocupada sobre a possibilidade da nave afundar no pó.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Os computadores da NASA, ao calcular as posições dos planetas, descobriram o dia perdido de Josué e mais 40 minutos do relógio de Acaz”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Esta estória é uma fabricação. A mesma estória apareceu num livro não muito confiável chamado &lt;i style=""&gt;T&lt;span style=""&gt;he Harmony of Science and Scripture &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;(1936) por&lt;/span&gt; Harry Rimmer. Atribuir tal feito a um computador da NASA está além da sua capacidade. Nenhuma autoridade da NASA jamais confirmou esta estória. Ela é mais uma lenda urbana. (O que aconteceu nestes dois casos foi que Deus provavelmente retardou o movimento de rotação da terra. O ponto de referência do escritor é a terra, por isto que ele diz que o &lt;i style=""&gt;sol parou&lt;/i&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Mamutes foram congelados vivos no Dilúvio”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Isto contradiz a formação geológica em que os mamutes são descobertos. Provavelmente eles pereceram no final da Idade do Gelo, possivelmente numa catastrófica tempestade de gelo/neve. Comida parcialmente digerida no estômago, não é prova de um rápido congelamento. Um mastodonte com conteúdo estomacal parcialmente preservado foi descoberto no oeste dos EUA, onde o solo não estava congelado.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“O navio japonês &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Zuiyo Maru&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; pescou um plesiossauro morto perto da Nova Zelândia”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;A carcaça era provavelmente de um tubarão. Um estudo anatômico e bioquímico detalhado mostraram que não era um plesiossauro.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;“A Segunda Lei da Termodinâmica começou na Queda”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;A lei afirma que a &lt;i style=""&gt;entropia&lt;/i&gt; aumenta com o tempo. Entretanto, a entropia (desordem) nem sempre é ruim. Digestão e fricção são formas de entropia. Se a Segunta Lei não estivesse em efeito na criação, Adão e Eva teriam resbalado ao caminhar sobre o Jardim do Éden. Respiração também é uma forma de entropia, até memo o desenvolvimento de um embrião em um adulto aumenta a desordem do universo, mostrando que a Segunda Lei da Termodinâmica não é sempre uma maldição. Provavelmente Deus recuou alguns dos seus poderes de manutenção e sustenção na Queda; assim o efeito degenerativo da Segunda Lei não foi mais balançeado.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Se nós evolvemos do macaco, os macacos não deveriam existir hoje”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;O evolucionista certamente responderia que ele não acredita que o homem evolveu do macaco, mas que ambos evolveram de um ancestral comum. Muitos evolucionistas acreditam que um pequeno grupo de criaturas se afastou do grupo principal e tornou-se isolado, o que os levou a formar uma nova espécie.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“As mulheres tem uma costela a mais que o homem”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Na verdade isto é uma falácia. Ambos tem 12 pares de costelas. A remoção da costela de Adão não iria afetar a &lt;i style=""&gt;instrução genética&lt;/i&gt; passada para os filhos. Se eu perder um braço, meu filho não nascerá sem braço. Adão também não teria uma deficiência permanente, porque o osso da costela pode crescer novamente se a membrana que o envolve permanecer intacta.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Archaeopteryx&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; é uma fraude”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Archaeopteryx &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;era genuíno. Era um pássaro verdadeiro, não um elo perdido entre dinossauros e pássaros.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Não há mutações benéficas”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;Há na verdade mutações benéficas que conferem vantagem am algumas situações. Mas até agora nunca foi descoberta uma mutação que &lt;i&gt;aumentasse&lt;/i&gt; a informação genética, mesmo quando ela raramente confere alguma vantagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;“Nenhuma nova espécie tem sido produzida”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Formação de novas espécies tem sido observadas. Especiação rápida é na verdade uma parte importante do modelo criacioniasta. Mas esta especiação acontece somente dentro de um &lt;i style=""&gt;tipo&lt;/i&gt; ou família e não envolve &lt;i style=""&gt;nova&lt;/i&gt; informação genética.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;“O eixo de inclinação da Terra era vertical antes do Dilúvio”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Não há base para esta afirmação. Estações são mecionadas em Gn 1.14, o que sugere que o eixo da Terra já estava inclinado desde a criação.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Darwin mencionou a absurdez da evolução do olho na &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Origem das Espécies&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Isto é uma citação fora de contexto. Darwin estava falando que embora parecesse absurdo, era fácil imaginar que o olho fosse construído passo a passo.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“A divisão nos dias de Pelegue se refere a catastrófica divisão dos continentes”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Comentadores antes e depois de Lyell e Darwin (Calvino, Keil &amp;amp; Delitzsch, e Leupold) são unânimes em afirmar que esta divisão se refere a divisão linguística na Torre de Babel e subsequente divisão territorial. É bom lembrar que a divisão em capítulos e versículos não foi inspirada pelo Espírito, e Gn 10 deve ser interpretado no contexto de Gn 11.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Há &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Intervalos&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; entre as genealogias de Gênesis 5 e 11, então a terra deve ter 10,000 anos ou mais”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Como já foi discutido, a linguagem é clara e se refere a genealogias cronológicas.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Jesus não poderia ter herdado material genético de Maria, senão ele teria herdado o pecado original”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;A Escritura contradiz este ponto. Para cumprir a profecia, ele tinha que ser filho de Abraão, Isaque, Jacó, Judá e Davi. Para morrer pelos nossos pecados ele tinha que ser o último Adão (I Co 15.45) e compartilhar da nossa humanidade (Hb 2.14). O Espírito Santo preservou Cristo da transmissão do pecado original (Lc 1.35).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“A frase &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;falsamenta chamada ciência&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; em 1 Tm 6.20 refere-se a evolução”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;É necessário compreeender o contexto histórico e linguístico do NT. A palavra ciência é &lt;i style=""&gt;gnosis&lt;/i&gt; em grego, e neste contexto se refere a uma elite esotérica cuja ciência ou conhecimento era a chave para as religiões de mistério. Mais tarde isto se desenvolveu na heresia do gnosticismo. Uma tradução mais atual desta frase seria: &lt;i style=""&gt;falsamente chamado de conhecimento&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Geocentrismo (a idéia clássica de que a terra é um ponto de referênia &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;absoluto&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;) é ensinado pelas Escrituras e heliocentrismo é antibíblico”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Passagens bíblicas como ‘o nascer e o pôr do sol,’ devem ser entendidas como alguém que toma a terra como ponto de referência, o qual é um dos muitos pontos de referência fisicamente válidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Ron Wyatt descobriu muitos artefatos arqueológicos que comprovam a Bíblia”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Infelizmente não há nenhuma substanciação para as reivindicações de Wyatt.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Einstein, apesar da grande pressão que sofria, acreditava em um Criador”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Não, Einstein não acreditava nisto. Suas idéias de Deus eram evolucionárias e panteístas. Cristãos que invocam Einstein em seus escritos, pregações e testemunhos estão fazendo isto para o detrimento de sua causa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;u&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Perpetua;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;u&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Perpetua;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;u&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Perpetua;"  lang="PT-BR"&gt;Argumentos Que Não São Aconselháveis Usar&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Teoria da canópia”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;"  lang="PT-BR"&gt;Não é um ensino direto das Escrituras. Nenhum modelo também tem sido desenvolvido com sucesso. Também dizer que não havia chuva antes do Dilúvio não é enfatizado pelas Escrituras, então não devemos ser dogmáticos. A Bíblia diz que não havia chuva quando Adão foi criado. Mas não há nada que diga que não chovia antes do Dilúvio. E como já foi discutido, é uma falácia dizer que não havia arco-íris antes do Dilúvio pois Deus frequentemente investe coisas existentes com novos significados (e.g. pão e vinho na Ceia do Senhor).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Evolução é só uma teoria”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;Quando as pessoas dizem isto, elas estão querendo dizer que pelo fato de tal coisa ser uma teoria, ela não deve ser enfatizada dogmaticamente. Mas os cientistas usam a palavra ‘teoria’ como uma explicação substanciada dos dados. Isto inclui a Teoria da Relatividade de Einstein e a Teoria da Gravitação Universal de Newton. É melhor dizer que a evolução de partículas para o homem é uma &lt;i style=""&gt;hipótese&lt;/i&gt; ou &lt;i style=""&gt;conjectura&lt;/i&gt; não substanciada.&lt;/span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Há grande introspecção científica na Bíblia”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:100%;"&gt;Devemos interpretar a Bíblia como o autor originalmente intencionou. Então devemos ter cuidado em ler ciência moderna em passagens que o autor certamente não intencionou isto. Mas nós usamos o claro sentido das Escrituras como base para modelos científicos, pois as Escrituras nos dão a grande imagem, o grande panorama do que aconteceu no passado e com certeza em todo assunto que ela toca que envolve ciência, história, geologia, biologia e antropologia, pode ter certeza de que ela está correta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;“Os criacionistas acreditam em micro-evolução mas não em macro-evolução”&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esses termos que focalizam em &lt;i style=""&gt;pequenas&lt;/i&gt; vs. &lt;i style=""&gt;grandes&lt;/i&gt; mudanças distraem nossa atenção do importante e crucial assunto da &lt;i style=""&gt;informação&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;Isto é, a evolução de partículas para homem requer mudanças que &lt;i style=""&gt;aumentem&lt;/i&gt; a informação genética, mas nós observamos apenas &lt;i style=""&gt;seleção&lt;/i&gt; e perda de informação.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.answersingenesis.org/home/area/faq/dont_use.asp"&gt; http://www.answersingenesis.org/home/area/faq/dont_use.asp&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-8541164461681152791?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/8541164461681152791/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=8541164461681152791' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8541164461681152791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8541164461681152791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/argumentos-que-o-criacionista-no-deve.html' title='Argumentos Que O Criacionista Não Deve Usar'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-35309446950583877</id><published>2008-04-14T16:25:00.000-07:00</published><updated>2008-04-14T16:34:23.698-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Genética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>O Mito da Mariposa Biston Betularia</title><content type='html'>Fonte: Answers In Genesis&lt;br /&gt;Tradução e Adaptação: J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Há um exemplo muito estudado pelos evolucionistas conhecido como &lt;i style=""&gt;melanismo industrial&lt;/i&gt;. Este exemplo é tão clássico que nas escolas públicas (&lt;i style=""&gt;High School&lt;/i&gt;) de ensino médio de países como os EUA (onde estudei por quatro anos), tornou-se um ritual que os professores de biologia fazem todo ano: passar um vídeo mostrando como o melanismo industrial comprova evolução em ação. A estória é mais ou menos assim: a mariposa &lt;i style=""&gt;Biston betularia&lt;/i&gt; existia em duas formas: clara e escura. A poluição vinda da Revolução Industrial havia escurecido os troncos das árvores matando os líquens que nelas existiam (e que davam uma coloração clara as árvores). A mariposa clara que antes estava bem camuflada pela tonalidade clara dos troncos, agora era mais visível (pois os troncos perderam a tonalidade dada pelo líquem), e os pássaros começaram a fisgá-las com mais facilidade. Assim a proporção de mariposas escuras aumentou drasticamente. Mais tarde a poluição diminuiu, e a mariposa clara tornou-se predominante novamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A mudança em números das mariposas foi cuidadosamente documentada. Adicionando a isto os pássaros foram filmados comendo preferencialmnete as mariposas menos camufladas. Segundo os evolucionistas, isto era então a seleção natural direcionando a evolução (embora não existe nenhuma evolução, mas apenas seleção natural). No entanto esta estória clássica apresenta bastante furos. &lt;i style=""&gt;Estas mariposas não repousam sobre troncos de árvores durante o dia&lt;/i&gt;. O Cientista britânico Cyril Clarke, que investigou a mariposa &lt;i style=""&gt;Biston betularia&lt;/i&gt; extensivamente, escreveu: “O problema é que nós não sabemos onde as mariposas repousam durante o dia...Em 25 anos nós descobrimos apenas duas &lt;i style=""&gt;betularia&lt;/i&gt; nos troncos das árvores ou nas paredes adjacentes à nossas armadilhas... e nenhuma mariposa em qualquer outro lugar.”[1]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;As mariposas filmadas que foram comidas pelos pássaros eram mariposas criadas em laboratório que foram colocadas nas árvores. As fotos que foram tiradas das mariposas nas árvores eram na verdade mariposas mortas coladas nas árvores.[2] Em outras palavras, os filmes que foram filmados e os livros que foram escrito a respeito tinham muitas fotos fraudulentas. O biologista evolucionário Jerry Coyne da Universidade de Chicago concorda que a estória das mariposas, que era o &lt;i style=""&gt;cavalo favorito para a corrida&lt;/i&gt;, precisa ser jogado fora. Ele disse que ao realizar a verdade sobre as mariposas, isto provocou nele o mesmo sentimento que ele teve quando descobriu que o Papai Noel não existia.[3] E o íncrivel é que a indoutrinação de milhões de estudantes ainda continua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[1] C.A. Clarke, G.S. Mani e G. Wynne, Evolution in reverse: clean air and the peppered moth, &lt;i&gt;Biological Journal of the Linnean Society &lt;/i&gt;&lt;b&gt;26&lt;/b&gt;:189–199, 1985; p. 197.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[2] D.R. Lees &amp;amp; E.R. Creed, Industrial melanism in &lt;i&gt;Biston betularia&lt;/i&gt;: the role of selective predation,&lt;i&gt; Journal of Animal Ecology &lt;/i&gt;&lt;b&gt;44&lt;/b&gt;:67–83, 1975.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[3] J.A. Coyne, &lt;i&gt;Nature &lt;/i&gt;&lt;b&gt;396&lt;/b&gt;(6706):35–36.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.answersingenesis.org/creation/v21/i3/moths.asp&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-35309446950583877?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/35309446950583877/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=35309446950583877' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/35309446950583877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/35309446950583877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-mito-da-mariposa-biston-betularia.html' title='O Mito da Mariposa Biston Betularia'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-3008608279630083989</id><published>2008-04-13T16:31:00.000-07:00</published><updated>2008-04-13T16:32:53.615-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>“Mas Há Um Deus No Céu…”</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;As palavras foram pronunciadas em alto e bom som. A princípio elas haviam brotado do âmago da alma, regadas nas mais profundas convicções e colhidas com a força e coragem característicos de um espírito nobre. E após terem sido colhidas, elas tomaram forma material e começaram a fluir pelas cordas vocais do jovem sábio. E quando elas jorraram pelos seus lábios, houve silêncio na corte de Nabucodonozor. “Mas há um Deus no céu que revela os segredos...” As palavras de Daniel atravessaram os reinos e os impérios e chegaram até nós com o mesmo ímpeto e poder que tinham originalmente. Elas servem de testemunho que existe uma Causa &lt;i style=""&gt;In-Causada&lt;/i&gt;, um Criador &lt;i style=""&gt;In-Criado&lt;/i&gt;, Um Ser quantativamente maior e qualitativamente melhor que sua criação; um Ser que não deixou a Si mesmo sem testemunho mas colocou dentro de cada homem uma lei, universal e moral, que servisse de testemunho perpétuo de Sua Existência; que deixou manifesto a sua imensa sabedoria na natureza, em cada célula animal, em cada célula viva e em cada floco de neve que sobre a terra cai (pois nenhum floco de neve que cai é igual ao outro e cada um é mais exuberante e belo que o próximo, como que se o próprio Deus estivesse lembrando o homem continuamente que só Ele &lt;i style=""&gt;pode&lt;/i&gt; fazer isto). &lt;span style=""&gt;Da mesma forma em que todo o sangue do corpo humano vai em direção ao coração, tudo o que foi criado aponta para a glória do Filho de Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O Reino Mineral revela a sua estabilidade pois Ele é a Rocha da nossa salvação. O Reino Vegetal revela sua formosura pois Ele é a Rosa de Sarom e o Lírio dos Vales. O Reino Animal revela o seu sacrificio, paciência e inocência, pois Ele é o Leão da Tribo de Judá e o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Diante dele, o sol se escurece de vergonha, pois só Ele é digno de ser chamado “Sol da Justiça,” as estrelas lhe prestam homenagens e cada átomo do universo clama em seu favor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Ao biólogo incrédulo, Deus deixou as mais exuberantes formas de vida, o mais perfeito desenho inteligente, complexidades construídas em cima de complexidades, para que no Juízo Final, os homens não tenham do que se escusar. Tal fato levou o Dr. D.M.S. Watson da Universidade de Londres (um famoso zoólogo e evolucionista do século passado) a dizer: “Evolução é aceita pelos zoologistas, não porque ela foi provada ou observada mas porque a Criação é inacreditável.” Aos astrônomos incrédulos, Deus deixou o vasto universo numa ordem e harmonia tão incrível que segundo o princípio antrópico, se as constantes do universo fossem mudadas um pouquinho só (i.e. se o próton possuísse a mesma massa do nêutron) o universo não existiria. É como que se o universo fosse “esquisitamente ajeitado” simplesmente para acomodar a vida humana! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Concluo com as palavras do agnóstico Robert Jastrow, que foi diretor do Instituto de Estudos Espaciais Goddard da NASA: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Neste momento parece que a ciência nunca será capaz de levantar o véu do mistério da criação. Para o cientista que tem vivido sua fé no poder da razão, a estória termina como um sonho ruim. Ele tem escalado as montanhas da ignorância, ele está para conquistar o pico mais alto, e no momento que ele sobe sobre a última pedra, ele é saudado por um bando de teólogos que estavam sentados lá em cima há séculos.”&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: Perpetua;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-3008608279630083989?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/3008608279630083989/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=3008608279630083989' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3008608279630083989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3008608279630083989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/mas-h-um-deus-no-cu.html' title='“Mas Há Um Deus No Céu…”'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-7019131687686106526</id><published>2008-04-13T16:21:00.000-07:00</published><updated>2008-04-13T16:30:01.970-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>O Mito da Seleção Natural Como Força Motora da Evolução</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Segundo o evolucionismo, a selação natural é a força motora por trás do processo de evolução. Ela é considerado um processo natural onde os organismos mais adaptados ao seu ambiente tendem a sobreviver e transmitem características genéticas para as gerações sucessoras, ao passo que os menos aptos são eliminados. Isto é chamado de sobrevivência do mais apto. Para o criacionista, a seleção natural é um processo onde os organismos que possuem características específicas sobrevivem melhor num dado ambiente ou sob dada pressão seletiva (e.g. resistência antibiótica da bactéria). Aqueles com certas características vivem, e aqueles sem elas diminuem em número ou morrem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Muitos creditam Darwin com a idéia de seleção natural, no entanto Darwin apenas popularizou a idéia e a emprestou de muitas outras pessoas, especialmente de um criacionista chamado Edward Blyth. Blyth publicou muitos artigos descrevendo o processo de seleção natural na&lt;i&gt; Magazine of Natural History &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;entre os anos de 1835 e 1837, 22 anos antes de Darwin publicar a &lt;i&gt;Origem das Espécies&lt;/i&gt;. Blyth no entanto, era diferente de Darwin em suas premissas. Ele acreditava que Deus como o Criador era o responsável pela seleção natural, ao invés de forças cegas da natureza. Deus então havia criado &lt;i&gt;tipos&lt;/i&gt; originais de espécies, e todas as espécies modernas descenderam destas espécies. A seleção natural agiu &lt;i&gt;conservando&lt;/i&gt; e não &lt;i&gt;originando&lt;/i&gt;. Segundo Blyth, o mecanismo de seleção natural foi projetado diretamente ou indiretamente por Deus para capacitar sua criação a sobreviver no mundo pós-diluviano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;É importante então ver a seleção natural como o mecanismo que Deus usou para capacitar os organismos a lidar com um ambiente afetado pelo pecado, especialmente depois do Dilúvio. Deus na sua presciência sabia que a Queda e o Dilúvio aconteceriam, então ele projetou organismos com uma grande quantidade de diversidade genética que poderia ser selecionada a favor ou contra, resultando em certas características dependentes das circunstâncias. Se este mecanismo foi projetado na Criação ou na Queda, não sabemos. Adicionando à isto, a seleção natural trabalha para preservar a variabilidade genética dos tipos originais criados. Na tabela abaixo temos alguns pontos crucias que explicam o que a seleção natural pode e o que ela não pode fazer:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" style="" border="0" cellpadding="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Seleção Natural   Pode&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Seleção Natural   Não Pode&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;1. Diminuir informação genética&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;1.   Aumentar ou produzir nova informação genética.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;2.   Capacitar organismos a sobreviver melhor num dado ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;2.   Capacitar organismos a evolver das moléculas ao homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;3. Agir   como um selecionador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;3. Agir   como um originador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Como vemos, a seleção natural só trabalha na informação genética &lt;i style=""&gt;presente&lt;/i&gt; na população dos organismos.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Ela não cria nova informação. Dizer que a seleção natural move a evolução de moléculas para organismos complexos é dar a seleção natural um poder que ela não possui.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Um exemplo clássico da seleção natural é ilustrado desta forma: um casal de cachorros originais preservados no Dilúvio teve quatro filhotes. Dois tinham bastante pêlos e dois tinham poucos pêlos. Digamos que eles migrassem para uma região fria. Nesta região, os cachorros que têm bastante pêlo sobreviveriam melhor, ou seja, eles seriam &lt;i style=""&gt;naturalmente selecionados&lt;/i&gt; para aquele determinado ambiente. Isto iria lhes conferir uma vantagem, principalmente em dias de extremo frio. Com o tempo, os cachorros com poucos pêlos iriam diminuir em número (e.g migrações, morte por causa do frio), ou seja, eles seriam &lt;i style=""&gt;naturalmente rejeitados&lt;/i&gt; para aquele determinado ambiente. Assim com o tempo, a maioria da população de cachorros daquele local seriam cachorros com bastante pêlos. Esta é a seleção natural, os cachorros com poucos pêlos com o tempo perderam a informação genética para produzir filhotes com pêlos longos. Vemos então que neste exemplo, uma característica particular do cachorro foi selecionada. O mesmo exemplo pode ser aplicado na questão das bactérias resistentes à antibióticos. A bactéria ganha resistência através da perda de informação (mutação degenerativa) ou na troca de DNA (que não envolve ganho de informação nova) com outra bactéria que já é resistente. No entanto, se estas bactérias resistentes forem postas numa colonia de bactérias normais, elas logo morreriam pelo fato de elas produzirem uma proteína mutante que não as capacita a competir com outras bactérias pelos nutrientes necessários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A &lt;i style=""&gt;especiação&lt;/i&gt; é outra consequência da seleção natural. Especiação é definido como uma população de organismos produzidos por uma população progenitora, que tem mudado tanto que eles não podem mais reproduzir entre si. Embora a especiação é dita acontecer em milhões de anos pelos evolucionistas, eles sempre ficam pasmos ao ver o quão rápido a formação de novas espécies podem ser observadas hoje. Isto no entanto, não é nenhuma surpresa para o criacionista. A especiação só acontece entre famílias de animais. Em outras palavras, um cachorro nunca dará origem a um gato, mas apenas a um cachorro. A evolução requer que a seleção natural dê origem a novos tipos de animais (e.g. dinossauros evolvendo em pássaros). Especiação entretanto, produz perda de informação e não ganho de informação como o evolucionismo requer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Um outro tópico que precisa ser lembrado é a questão da hibridização. A hibridização não produz informação nova, pois o organismo híbrido contém dentro de si informações que já existiam nos seus progenitores. Isto pode ser demonstrado pela aritmética. Digamos que nós temos o organismo-pai o qual têm os genes: {A, B, C, D} e o organismo-mãe que têm os genes:{E, F, G, H}, o organismo filho terá um DNA contendo 4 dessas 8 letras, no entanto o organismo filho jamais terá genes como:{T, U, X, Z}, porque esta informação não estava contida no DNA de seus pais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Resumindo, as mudanças que nós observamos hoje mostram variações dentro de um &lt;i style=""&gt;tipo&lt;/i&gt; criado – uma &lt;i style=""&gt;mudança horizontal&lt;/i&gt;. Para o modelo evolucionário de moléculas-para-homem nós precisamos de um outro gênero de mudança – &lt;i style=""&gt;mudança vertical&lt;/i&gt;. Este gênero no entanto nunca foi observado. A seleção natural trabalha contra este modelo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-7019131687686106526?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/7019131687686106526/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=7019131687686106526' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7019131687686106526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7019131687686106526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-mito-da-seleo-natural-como-fora.html' title='O Mito da Seleção Natural Como Força Motora da Evolução'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-6299792766557795482</id><published>2008-04-09T13:11:00.000-07:00</published><updated>2008-04-09T13:26:20.916-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Genética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>O Mito da Mutação Evolucionária</title><content type='html'>&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Segue-se aqui um resumo do capítulo 2 do livro &lt;i style=""&gt;Creation: Facts of Life&lt;/i&gt; escrito pelo Dr. Gary Parker, um biologista. Gary Parker começou sua carreira como um professor de biologia evolucionária. Sua conversão e testemunho incluem muitos incidentes cômicos, como por exemplo, certa vez onde ele participou de um debate, o seu departamento de ciência - que estava defendendo a Bíblia - estava debatendo contra o departamento bíblico - que estava defendendo a evolução!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O evolucionista moderno é chamado de &lt;i style=""&gt;neo&lt;/i&gt;-darwinista. Ele aceita as idéias de Darwin sobre seleção natural, mas algo &lt;i style=""&gt;novo&lt;/i&gt; tem sido adicionado. O evolucionista moderno acredita que novas funções são produzidas pelo acaso através da &lt;i style=""&gt;mutação&lt;/i&gt;. No mundo real, mutações são responsáveis por um número de defeitos genéticos, incluindo hemofilia, albinismo e alguns tipos de câncer. Nós temos muitas evidências que vários tipos de radiação, erros na replicação do DNA e alguns químicos podem produzir mutações, e mutações nas células reprodutivas podem ser passadas para as gerações futuras. Mutações são reais. Elas têm efeitos profundos em nossas vidas e de acordo com os evolucionistas neodarwinistas, mutações são a matéria-prima para a evolução. Mas uma questão permanece, será que elas produzem mudanças evolucionárias? Será que elas ajudam a postular a mudança de moléculas para o homem, ou de ameba para evolucionista?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A resposta parece ser: Mutação, &lt;i style=""&gt;sim&lt;/i&gt;. Evolução, &lt;i style=""&gt;não&lt;/i&gt;. Há três grande problemas que previnem a extrapolação científica de mudança &lt;i style=""&gt;mutacional&lt;/i&gt; para mudança &lt;i style=""&gt;evolucionária&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Matemática Trabalha Contra a Evolução&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Felizmente, mutações são muito raras. Em média elas ocorrem uma vez em cada dez milhões de duplicações da molécula do DNA (10&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;). É bastante raro, mas por outro lado &lt;i style=""&gt;não é tão raro&lt;/i&gt;. Nosso corpo contém 100 trilhões de células (10&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt;). Então as chances são muito boas de que algumas destas células sofram mutação. Um tubo de ensaio pode conter milhões de bactérias, então novamente, as chances de mutação acontecer são muito boas. O problema matemático para a evolução vem quando você quer uma &lt;i style=""&gt;série de mutações relacionadas&lt;/i&gt;. As chances de conseguir duas mutações que são relacionadas entre si, é o produto das probabilidades separadas: uma em cada 10&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt; x 10&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;, ou 10&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt;. O número um seguido por 14 zeros – 100 trilhões. Qualquer duas mutações poderá produzir no máximo um mosquito com uma asa torta. Isto ainda está muito longe de produzir uma estrutura nova, e certamente mais longe ainda de produzir um novo tipo de organismo! Você precisa de mais funções para isto. Então quais são as chances de acontecer três mutações relacionadas de uma só vez? Isto é uma em um bilhão de trilhões (10&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt;). O oceano não é grande o suficiente para conter tantas bactérias para que você ache uma bactéria com 3 mutações simultâneas e relacionadas. O que dizer de 4 mutações relacionadas? Uma em 10&lt;sup&gt;28&lt;/sup&gt;. De repente você realiza que a terra não é grande o suficiente para tornar isto possível. Isto, que nós estamos falando somente sobre 4 mutações! Levaria muito mais para transformar um peixe em um filósofo ou uma ameba em evolucionista (embora eu tenha minhas dúvidas quanto a este último). Quatro mutações não dão para começar nem a falar sobre evolução. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Foi neste nível (quatro mutações relacionadas) que os microbiologistas desistiram da idéia de que as mutações poderiam explicar o porquê de algumas bactérias serem resistentes a quatro tipos de antibióticos diferentes ao mesmo tempo. Então eles começaram a procurar por outros mecanismos – e eles encontraram. Usando culturas que são rotineiramente mantidas por longos períodos de tempos, eles descobriram que as bactérias eram resistentes a antibióticos &lt;i style=""&gt;antes&lt;/i&gt; mesmo que os antibióticos comerciais fossem inventados! Variabilidade genética foi construída na bactéria desde o princípio. As variedades não-resistentes tornaram-se resistentes por mutação? Não. As formas resistentes já estavam presentes nas bactérias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Neste ponto o evolucionista diz: “o tempo é o herói da trama.” Mas 5 bilhões de anos são apenas 10&lt;sup&gt;17 &lt;/sup&gt;segundos e todo o universo contém menos do que 10&lt;sup&gt;80 &lt;/sup&gt;átomos. Então até mesmo pelas estimativas mais ridículas, o universo não é velho o suficiente ou grande o suficiente para alcançar a proporção de 1 em 10&lt;sup&gt;3,000,000&lt;/sup&gt; que Huxley, um evolucionista, estimou como a chance de um cavalo ter evoluido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Efeito Negativo ou Positivo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Mais sério ainda é o fato de que a mutação está indo para o lado &lt;i style=""&gt;contrário&lt;/i&gt; da evolução. Toda mutação produz perda de informação genética e defeitos hereditários. Em outras palavras, o tempo, o acaso e mudanças arbitrárias fazem aquilo que nós normalmente esperamos: destroem as coisas e complicam ainda mais o problema. Usar mutação para explicar a &lt;i style=""&gt;ruína&lt;/i&gt; da presente ordem genética (criação-corrupção) é bem diferente de usar mutações para explicar a &lt;i style=""&gt;construção&lt;/i&gt; da ordem genética (evolução). Mutação não cria, apenas corrompe. Para ser sincero, os seres humanos são sujeitos a mais de 3500 desordens mutacionais. A razão pela qual nós não mostramos os muitos defeitos que carregamos é porque nós temos combinações de dois genes. Desta maneira, os genes ruins que recebemos por parte de mãe são &lt;i style=""&gt;cobertos&lt;/i&gt; pelos genes que recebemos por parte de pai e vice-versa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Nenhum evolucionista acredita também que ficar de pé na frente da máquina de Raio-X melhorará os seres humanos. Nenhum evolucionista argumenta que a destruição da camada de ozônio é boa porque ela aumenta o índice de mutação, e assim apressa a evolução. Eles sabem que a diminuição da camada de ozônio aumentará o índice de mutações, mas eles reconhecem, assim como todos, que isto levará ao aumento de câncer de pele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Pelo fato das mutações maléficas serem muito maiores que &lt;i style=""&gt;supostas&lt;/i&gt; mutações benéficas, não é considerado correto se casar com parentes próximos. Porque senão, você aumentará grandemente as chances de ‘genes ruins’ aparecerem nos seus filhos. Isto não seria um problema, por exemplo, no período logo após a criação (e.g. Caim e sua esposa). Até que as mutações pudessem ter tido a chance de acumular na população humana, não havia nenhum risco de má combinação. Mutações são frequentemente carregadas através de genes &lt;i style=""&gt;recessivos&lt;/i&gt; (escondidos) que são difíceis de eliminar por seleção, então eles tendem a acumular nas populações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Agora, um dos exemplos que os evolucionistas citam como exemplo de mutação benéfica é a anemia falciforme (pois segundo eles a mutação benéfica comprova a evolução), que protege as pessoas da malária em certas partes da África. A anemia falciforme é uma doença nas células de glóbulos vermelhos. A malária é causada por um organismo que entra na célula e come a hemoglobina. Mas este organismo não gosta das células afetadas por anemia falciforme. Os portadores não pegam malária, mas o preço que pagam por isto é muito alto: 25% dos seus filhos podem morrer de anemia falciforme e outros 25% são sujeitos a malária. Me parece estranho que o desenvolvimento de seres humanos resultaria da acumulação deste tipo de mutação benéfica. Sem dizer é claro, que não há nenhuma informação adicionada, apenas informação perdida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Resumindo, não é que mutações benéficas sejam teoricamente impossível, mas antes o preço a ser pago por elas é muito alto. Para cada mutação benéfica que uma espécie acumularia, o preço seria mil ou mais mutações malígnas. A seleção natural também não nos salva desta situação. Seleção natural elimina e reduz as piores mutações, mas apenas quando elas se tornam expressões visíveis. A maioria das mutações se escondem como recessivas, invisíveis à seleção e continuam a crescer em silêncio semelhante a um &lt;i style=""&gt;câncer genético&lt;/i&gt; que vagarosamente mas firmemente devora a qualidade genética.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mutação Aponta para a Criação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A maior razão pela qual mutação não pode promover evolução é extremamente simples. &lt;i style=""&gt;Mutação pressupõe criação&lt;/i&gt;. Pois, mutações são apenas mudanças em genes que já existem. A maioria das mutações são causadas por radiação e erros de replicação. Mas o que você precisa ter em ordem para a mutação ocorrer? Obviamente, o gene precisa estar lá primeiro. Tudo o que você consegue como o resultado de mutação é uma forma variada de um gene &lt;i style=""&gt;já existente&lt;/i&gt;. O que acontece é um movimento para baixo e não para cima. Uma desevolução e não evolução.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; Para que a evolução aconteça, os evolucionistas precisam de um &lt;i style=""&gt;roteirista genético &lt;/i&gt;que aumente a quantidade e qualidade da informação genética. Mutações são apenas &lt;i style=""&gt;erros tipográficos&lt;/i&gt; que ocorrem quando o roteiro genético é copiado. Mutações não tem a abilidade de compor frases genéticas, assim elas são incapazes de fazer a evolução acontecer.&lt;/p&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-6299792766557795482?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/6299792766557795482/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=6299792766557795482' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6299792766557795482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/6299792766557795482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-mito-da-mutao-evolucionria.html' title='O Mito da Mutação Evolucionária'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-2435695229348467832</id><published>2008-04-09T12:58:00.001-07:00</published><updated>2009-04-17T10:48:23.937-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>O Mito dos Orgãos Vestigiais</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Um argumento que costuma aparecer bastante nos livros didáticos de biologia, é a tese de que os orgãos vestigiais do homem demonstram que eles são resquícios da evolução. Na verdade, é impossível provar que um orgão é inútil. É mais certo afirmar que o nosso conhecimento é limitado. A função talvez não seja conhecida e seu uso talvez seja ainda revelado no futuro. Isto tem acontecido com mais de 100 orgãos humanos, alegadamente inúteis e vestigiais, no entanto, hoje sabe-se que eles são essenciais. Além do mais se um orgão vestigial realmente existe, isto provaria a &lt;i style=""&gt;desevolução&lt;/i&gt; e não evolução, o que estaria em perfeito acordo com o modelo criacionista, pois há deterioração contínua após a Queda. Mas segundo a evolução, e seu modelo de partículas-para-pessoas, os orgãos precisam crescer em complexidade e não diminuir.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Há muito tempo acreditava-se que o homem tinha muitos orgãos vestigiais. Em 1890 eram citados 180 orgãos vestigiais, mas esta lista encolheu para 0 em 1999. Os evolucionistas se viram obrigados a modificar a definição de orgão vestigial para se enquadrar em suas pressuposições. O apêndice do homem era usado como uma prova de evolução por muitos anos. Mas hoje se sabe que o apêndice faz parte do sitema imunológico e ajuda a controlar as bactérias que entram no intestino. O apêndice também é crucial para o embrião em desenvolvimento. O mesmo pode ser dito dos outros orgãos humanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Mas os orgãos vestigiais não são limitados aos homens apenas. Segundo os evolucionistas, os animais também têm orgãos vestigiais. Entretanto, a idéia de que os animais possuem orgãos que não lhe são úteis trabalha contra a evolução, pois estas estruturas não podem ser explicadas pela seleção natural (da maneira em que o evolucionista entende), sendo que elas não conferem vantagem de sobrevivência para as espécies. Isto também pode ser aplicado a outras áreas. Porque os homens são capazes de produzir música e dança se isto não é vantajoso para a sua sobrevicência? A razão pela qual existe estruturas em humanos (e.g. estruturas que capacitam o homem a fazer arte e música) que não lhe dão nenhuma vantagem de sobrevivência só pode ser explicado pelo modelo cracionista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Para concluir, faremos uma análise de um suposto orgão vestigial presente no reino animal. Estou me referindo, é claro, as asas dos pássaros que não voam (e.g. o emu que é o maior pássaro nativo da Austrália).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Há duas possibilidades para explicar este e muitos outros pássaros. A primeira é que houve uma perda de informação genética tornando o emu incapaz de voar. Isto seria uma clara contradição do evolucionismo, pois a evolução necessita de novas informações genéticas. Outra possibilidade é que as asas realmente têm utilidade como tem sido demonstrado com alguns pássaros que não voam: balança motora ao correr, refrescamento em climas quentes, proteção contra temperaturas frias, proteção de certas partes do corpo na queda, ritos de acasalamento, proteção dos filhotes, etc. Se as asas são inúteis, porque que os músculos são funcionais, permitindo que o pássaro mova suas asas?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: center; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/R_0hay54AtI/AAAAAAAAAH0/yupBnmi9jFE/s1600-h/Emu2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/R_0hay54AtI/AAAAAAAAAH0/yupBnmi9jFE/s320/Emu2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187339090025513682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Emu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-2435695229348467832?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/2435695229348467832/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=2435695229348467832' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2435695229348467832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2435695229348467832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-mito-dos-orgos-vestigiais.html' title='O Mito dos Orgãos Vestigiais'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/R_0hay54AtI/AAAAAAAAAH0/yupBnmi9jFE/s72-c/Emu2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-7033393788943493223</id><published>2008-04-09T12:38:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:41:22.922-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>O Mito da Semelhança dos Embriões</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/R_0ehy54AsI/AAAAAAAAAHs/vCVSaHZQv00/s1600-h/embryo4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/R_0ehy54AsI/AAAAAAAAAHs/vCVSaHZQv00/s320/embryo4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187335911749714626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;Os desenhos fraudulentos de Haeckel (Em cima) e as fotografias dos verdadeiros embriões (Em baixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Um dos argumentos do evolucionismo é de que a semelhança do embrião humano com os embriões de outras espécies serve de prova de que ambos tinham um ancestral comum. Neste sentido, o embrião no útero passa por muitos estádios evolucionários. Este conceito foi pretenciosamente chamado de ‘lei da biogenética’ popularizado pelo evolucionista alemão Ernst Haeckel por volta de 1868. Ele havia afirmado que a ontogênese recapitula a filogênese. Em outras palavras, os estádios iniciais do desenvolvimento embrionário são semelhantes aos estádios jovens do desenvolvimento embrionário de seus antepassados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Mal Haeckel tinha publicado sua obra em 1868, L. Rütimeyer, professor de zoologia e anatomia comparativa da Universidade de Basel mostrou que o trabalho era fraudulento. Haeckel havia fraudulentamente modificado seus desenhos para torná-los semelhantes. A respeito da lei da biogenética de Haeckel, ela já tem sido abandonada há mais de 50 anos atrás. O Professor Keith Thompson da Universidade de Yale disse: “A lei da biogenética está tão morta quanto uma porta. Ela foi exorcizada dos livros de biologia nos anos 50 e como tópico de&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;sério inquerimento teórico, ela foi extinta nos anos 20.”[1]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Infelizmente, ao contrário do que Thompson afirma, os desenhos de Haeckel ainda persistem nos livros de ensino escolar e até de universidades. Ou seja, mesmo depois de ter sido refutado pelos próprios evolucionistas, o mito da semelhança dos embriões persiste.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[1] Thompson, K., Ontogeny and phylogeny recapitulated, &lt;i&gt;American Scientist&lt;/i&gt; &lt;b&gt;76&lt;/b&gt;:273, 1988.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-7033393788943493223?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/7033393788943493223/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=7033393788943493223' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7033393788943493223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/7033393788943493223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-mito-da-semelhana-dos-embries.html' title='O Mito da Semelhança dos Embriões'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/R_0ehy54AsI/AAAAAAAAAHs/vCVSaHZQv00/s72-c/embryo4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-3898412098408313617</id><published>2008-04-08T16:11:00.000-07:00</published><updated>2008-04-08T16:33:03.167-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolucionismo'/><title type='text'>Darwin no Banco dos Réus</title><content type='html'>J. S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Eu estou convencido de que a teoria da evolução...será considerada uma das maiores piadas nos livros de história do futuro. A posteridade se maravilhará que uma hipótese tão débil e dúbia foi aceita com tal credulidade incrível.”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;- Malcolm Muggeridge &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;(Palestra dada na universidade de Waterloo, Ontario Canadá 1978.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O evolucionismo é uma filosofia cheia de contradições. A chance de ganhar na loteria é uma em muitos milhões, e quando alguém finalmente ganha, ele grita e pula de alegria. Porque será então que os evolucionistas não vibram e pulam de alegria ao ver a vida na terra, cujas chances de acontecerem por acaso são infinitamentes mais pequenas? Mas não é só de contradições que o evolucionista vive. Ele também vive de retórica. Na verdade eles são pós-graduados na disciplina de retórica, pois é somente ela que compensa a grande falta de lógica e consistência de suas posições. Um exemplo disto é facilmente observado na arte da retórica empregada por um dos seus mais proeminentes defensores da atualidade: Richard Dawkins. Sua retórica exaltada e seu ateísmo dogmático são sempre frequentes em suas palestras. No entanto este é simplemente um mecanismo que ele usa para desviar a atenção das falácias do evolucionismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Se isto não fosse o bastante, os evolucionistas tomaram controle da mídia e conseguiram com sucesso mudar o foco da fraqueza de suas teorias para um suposto conflito entre ciência e religião, fato versus fé. Hoje a mídia caricatura&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;os proponentes da evolução como intelectuais inteligentes e articulados enquanto que aqueles que rejeitam suas teorias são vistos como ignorantes e não sofisticados. Tornou-se politicamente correto acreditar na evolução, pois aceitar qualquer outra teoria resultará em perda de prestígio, reputação e respeito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O Professor Richard Lewontin, um geneticista famoso e um dos mais proeminentes líderes da biologia evolucionária por exemplo escreveu:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Nós tomamos o lado da ciência, &lt;i style=""&gt;apesar&lt;/i&gt; da patente absurdez de algumas de suas teorias, &lt;i style=""&gt;apesar&lt;/i&gt; da sua falha de satisfazer muitas das suas extravagantes promessas de saúde e vida, &lt;i style=""&gt;apesar&lt;/i&gt; da tolerância da comunidade científica por estórias não substanciadas, pois nós temos um compromisso prévio, um compromisso com o materialismo. Não é que os métodos e instituições da ciência nos compelem a aceitar a explicação material do mundo fenomenal, mas pelo contrário, nós somos forçados &lt;i style=""&gt;a priori &lt;/i&gt;a aderir as causas materiais, a criar um aparato de investigação e uma combinação de conceitos que produzam explicações materiais, não importando o quão contra-intuitivo, o quão mistificador isto seja para o não iniciado. Além do mais, materialismo é absoluto, pois nós não podemos permitir um &lt;i style=""&gt;Pé Divino&lt;/i&gt; na porta.”[1] &lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;-- ênfase minha--&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Os evolucionistas também tem sido responsáveis por uma constante falsificação da história. Um dos mitos do evolucionismo é de que a Bíblia ensina que a terra era plana. John William Draper (1811-1882) e Andrew Dickson White (1832-1918) - que eram ateus - promoveram a errônea crença no Século 19 de que a Igreja Medieval ensinava que a terra era plana. Isto foi ajudado pela fábula de que Colombo foi um grande herói, que sob o preconceito prevalecente, provou que a terra era um globo. Esta fábula teve início com o livro &lt;i style=""&gt;The Life And Voyages of Christopher Columbus&lt;/i&gt; (1828) [A Vida e As Viagem de Cristovão Colombo] publicado por Washington Irving. A própria obra confessava ser uma mistura de fato e ficção. Adicionando a isto, as escolas ensinam a errônea idéia de que Galileo foi o primeiro cientista a refutar a Igreja num suposto conflito entre ciência e religião. Na verdade, os primeiros a se oporem contra Galileo foi justamente o estabelecimento científico, que aceitava como certa a teoria aristotélica-ptolemaica da cosmologia do universo. Esta teoria era baseada no geocentrismo. Curiosamente, os quatro pioneiros da teoria de que a terra girava ao redor do sol, Copérnico, Galileo, Képler e Newton eram todos criacionistas! Galileo foi na verdade acusado não de contrazider a Bíblia, mas de desobedecer um decreto papal. A Igreja Católica longe de se opor ao ensino do heliocentrismo, o confirmou, prova disso é o fato de que Jesuítas como Matteo Ricci ensinavam heliocentrismo na China (isto que os Jesuítas eram a vanguarda intelectual do catolicismo). Como pode então ser verdadeiro o &lt;i style=""&gt;mito&lt;/i&gt; de que a Igreja era contra o ensino do heliocentrismo se os próprios Jesuítas o ensinavam?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;No seu livro &lt;i style=""&gt;Is the Big Bang Biblical?&lt;/i&gt;, John Morris relata um episódio inusitado de um biologista molecular que foi entrevistado por George Caylor do jornal &lt;i style=""&gt;Ledger&lt;/i&gt; em Lynchburg, Virginia. John Morris reproduz partes da entrevista entre G (o entrevistador) e J (o entrevistado):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;J: Eu sou semelhante a um editor, tentando descobrir erros de soletração dentro de um documento maior que 4 coleções completas da &lt;i style=""&gt;Encyclopedia Britannica&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;G: Você acredita que a informação genética evolveu?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;J: Geroge, ninguém da minha profissão que eu conheça acredita que ela evolveu. Ela foi engenhada por um gênio além de qualquer outro gênio e tal informação não poderia ter sido escrita de qualquer outra maneira. O papel e a tinta não escreveram o livro. Sabendo o que nós sabemos é ridículo supor de outra forma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;G: Você já chegou a mencionar isto em qualquer palestra pública ou em qualquer publicação pública?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;J: Não. &lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Eu apenas digo que ela evolveu. Para ser um biologista molecular, requer que alguém venha a se apoiar em duas insanidades ao mesmo tempo. Primeiro, seria insano crer na evolução quando você pode ver a verdade por si mesmo. Segundo, seria insano dizer que você não acredita na evolução. Todo o apoio do governo, dinheiro para pesquisa, publicações e palestras iriam cessar. Eu estaria sem emprego ou rebaixado a outra posição onde eu não poderia ganhar um salário decente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;G: Eu detesto dizer isto, mas isto me parece uma desonestidade intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;J: O trabalho que eu faço na pesquisa genética é honroso. Nós descobrimos a cura para muitas das doenças humanas. Mas ao mesmo tempo, nós temos que viver com um elefante dentro da sala.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;G: Que elefante?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;J: O Planejamento da Criação (&lt;i style=""&gt;Creation Design&lt;/i&gt;). È semelhante a um elefante na sala. Ele se move, toma uma grande quantidade de espaço, grita alto, tropeça em nós, derruba as coisas no chão, come bastante feno, cheira como um elefante, e nós temos que jurar que ele não está lá.[2]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Como nós vemos, os geneticistas vêem as evidências da criação, e as vêem claramente, mas pressão dos colegas, considerações financeiras, a filosofia do &lt;i style=""&gt;politicamente correto&lt;/i&gt;, e um compromisso religioso com o naturalismo, os força a olhar para outro lado e insistir que não vêem nada. E assim o mito ilógico da origem da sociedade moderna perpetua. Mas até quando eles vão conseguir ignorar o elefante na sala? Ao contrário dos evolucionistas, nós não seguimos fábulas engenhosamente inventadas (2 Pe 1.16), antes nós reconhecemos a imensa força e a inquestionável presença deste ‘elefante.’ Infelizmente, não é só na profissão dos cientistas que o mito do evolucionismo é perpetuado, mas principalmente nas escolas. As escolas são o campo de batalha entre criacionismo e evolução. Os professores são os proselitizadores desta nova religião. Da mesma forma em que os pregadores usam os púlpitos para promover valores cristãos, os professores usam as salas de aula para promover valores evolucionistas em todas as disciplinas que eles ensinam e em todos níveis educacionais: da pré-escola até a universidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[1] R. Lewontin, “Billions and Billions of Demons,” The New York Review (9 de Janeiro, 1997) p. 31&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[2] John Morris, &lt;i style=""&gt;Is the Big Bang Biblical?&lt;/i&gt; (&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:placename st="on"&gt;Green&lt;/st1:placename&gt; &lt;st1:placetype st="on"&gt;Forest&lt;/st1:placetype&gt;&lt;/st1:place&gt;: Masterbooks, 2003), p. 70-71.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-3898412098408313617?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/3898412098408313617/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=3898412098408313617' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3898412098408313617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/3898412098408313617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/darwin-no-banco-dos-rus.html' title='Darwin no Banco dos Réus'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-2342017108273842767</id><published>2008-04-04T13:51:00.000-07:00</published><updated>2008-04-04T14:26:33.700-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gênesis'/><title type='text'>O Enigma Das Genealogias Antigas</title><content type='html'>Fonte: SARFATI, Jonathan. &lt;i style=""&gt;Refuting Compromise&lt;/i&gt;. &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;Green Forest&lt;/st1:city&gt;, &lt;st1:state st="on"&gt;AR&lt;/st1:state&gt;&lt;/st1:place&gt;  : Master Books, 2004.&lt;br /&gt;Tradução e Adaptação: J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Antes de discutir sobre as genealogias apresentadas em Gênesis 5 e 11 é necessário primeiro discutir sobre qual texto nós devemos usar. Há 3 textos principais do Antigo Testamento:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;a)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O Texto Massotérico&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;: É usado como base para as modernas Bíblias de hebraico e também é a base para a maioria das versões do OT traduzidos em todas as línguas. Seu nome vêm de escribas especialistas na transmissão do texto do AT, &lt;i style=""&gt;masoretes&lt;/i&gt; (transmissores). Foram eles que padronizaram o texto do AT e adicionaram vogais para ajudar na pronunciação do texto que antes só tinha consoantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;b)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Septuaginta (LXX&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;): Foi uma tradução grega do AT. Seu nome vem do latim &lt;i style=""&gt;septuaginta&lt;/i&gt; (70) porque de acordo com a lenda, 72 rabinos (6 de cada tribo) foram responsáveis pela tradução em Alexandria 250 A.C. Na realidade, a LXX foi composta durante décadas, começando no terceiro século A.C. A multiplicidade de tradutores significa dizer que ela não é precisa. O Pentateuco é considerado razoavelmente confiável enquanto outras seções são menos exatas. A LXX era comumente usada pelos Judeus fora de Israel nos tempos do NT. Isto explica o motivo pelo qual ela era normalmente (mas longe de ser exclusivamente) citada no NT. Tendo em vista que os evangelistas escreveram em grego citações que provavelmente foram feitas em aramaico (a língua de Jesus) ou hebraico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;c)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O Pentateuco Samaritano&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;: Uma versão hebraica datada do primeiro século antes de Cristo. Os samaritanos tinham seu próprio sistema de adoração centralizado no monte Gerizim (Jo 4.20-21) e baseado apenas na lei de Moisés, que era diferente daquela usada pelos Judeus. O Pentateuco Samaritano difere do Texto Massotérico em cerca de 6,000 lugares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A cronologia bíblica deve ser baseada no Texto Massotérico, porque os outros textos mostram evidências de edição. A LXX por exemplo, mostra cronologias infladas e ela contém o óbvio erro de que Metusalém viveu 17 anos após o Dilúvio. De acordo então com o Texto Massotérico, o Dilúvio aconteceu 1656 anos após a Criação. Abraão teria nascido 352 anos após o Dilúvio (quando Terá tinha 130 anos). Gerhard Hasel, que era Professor do Velho Testamento e Teologia da Bíblia, calculou do Texto Massotérico que Abraão nasceu cerca de 2170 A.C. Assim o Dilúvio teria acontecido em 2522 A.C e a Criação teria sido 4178 A.C. A tabela abaixo demonstra a diferença entre as datas dos patriarcas entre os três textos principais do AT.&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" style="margin-left: 6.75pt; margin-right: 6.75pt;" align="left" border="0" cellpadding="0" cellspacing="3"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;&lt;b&gt;Nome&lt;/b&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td colspan="3" style="padding: 2.25pt; width: 193.9pt;" width="259"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Idade quando gerou seu primogênito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;LXX&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Texto Massotérico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Pentateuco   Samaritano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Adão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;230&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Sete&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;205&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;105&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;105&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Enos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;190&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;90&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;90&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Cainã&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;170&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;70&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;70&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Maalaleel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;165&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;65&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;65&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Jarede&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;162&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;162&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;62&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Enoque&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;165&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;65&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;65&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Metusalém&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;167&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;187&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;67&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Lameque&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;188&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;182&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;53&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Noé&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;500&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;500&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;500&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 76.65pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Total de anos de Adão até o Dilúvio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 41.55pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;2242&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 66.5pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;1656&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 81.45pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;1307&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Sem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;100&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;100&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;100&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Arfaxade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;135&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;35&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;135&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;[Cainã]&lt;sup&gt;i&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;[130]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;–&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;–&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Salá&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;30&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Héber&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;134&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;34&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;134&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Pelegue&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;30&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Reú&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;132&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;32&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;132&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Serugue&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;30&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Naor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;79&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;29&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;79&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 76.65pt;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Terá&lt;sup&gt;ii&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 41.55pt;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;70&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 66.5pt;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;70&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; width: 81.45pt;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;70&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 76.65pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="102"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Total de anos do Dilúvio até Abraão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 41.55pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="55"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;1070&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 66.5pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="89"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;290&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 2.25pt; background: white none repeat scroll 0% 50%; width: 81.45pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="109"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;940&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;i. A inclusão de um &lt;i style=""&gt;Cainã&lt;/i&gt; extra é discutido no fim deste tópico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;ii&lt;/span&gt;. Note que Abraão não era o primogênito de Terá. Gen. 12:4 diz que Abraão tinha 75 anos quando ele deixou Harã, e isto foi logo após Terá ter morrido aos 205 (Gen. 11:32), e a diferança (205–75) significa que Terá tinha 130 anos quando Abraão nasceu e não 70. Esta data provavelmente se refere a idade de Terá quando seu primogênito nasceu (provavelmente Harã).&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Tendo estabelecido o Texto Massotérico como base de discussão, discutiremos agora sobre a possibilidade de haver ou não intervalos de tempo nas genealogias de Gênesis.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Defendendo a Interpretação Literal&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Desde o Século 19, muitos teólogos têm expressado a opinião de que há intervalos de tempos entre as genealogias de Gênesis 5 e 11. Segundo eles, nomes são omitidos. Assim, estas genealogias não contradizem a idéia geralmente aceita de que a terra é muito velha e a humanidade também. Nota-se portanto, um compromisso com o uniformitarianismo naqueles que afirmam que as genealogias de Gênesis 5 e 11 contém intervalos de tempo. Mas me parece muito estranho que o povo de Deus (que esteve sempre em contato com Deus, sempre dependente do Espírito de Deus) foi deixado praticamente no escuro a respeito destes detalhes de Gênesis e que somente com o advento&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;das teorias modernas do uniformitarianismo (que foram inventadas por pessoas que eram céticas e não acreditavam na Bíblia) é que houve um esclarecimento destes assuntos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Em resumo, os argumentos mais populares em prol do intervalo de tempo nas genealogias são: (1) A forma simétrica de 10 gerações indica uma esquematização da tradição de antigas listas de reis que são encontradas em outros povos (Mesopotâmia), ou seja, o autor de Gênesis escreveu um bloco de 10 gerações, pois este era o padrão de genealogia encontrada nos povos antigos do Oriente Médio; (2) A fórmula de que ‘X’ gerou ‘Y’ não deve ser interpretada como ‘X’ sendo o pai de ‘Y,’ mas que ‘X’ é o antepassado ou ancestral de ‘Y;’ (3) A humanidade se originou há mais tempo atrás do que uma interpretação literal das genealogias propõe (as “evidências” extra-bíblicas comprovam isto); (4) Lucas 3.36 contém um nome extra que não consta em Gênesis, isto é prova de que há lapsos nas genealogias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;É necessário antes salientar que existe mais de um &lt;i style=""&gt;gênero&lt;/i&gt; de genealogia na Bíblia. Existe um gênero de genealogia (e.g. Esdras 7, Mateus 1) cujo propósito é estabelecer o direito de alguém a uma posição, ofício e herança, a qual não precisa incluir toda geração. Mas existe um outro gênero que inclui detalhes suficientes, especialmente em dados numéricos, que seu propósito é estabelecer uma cronologia, embora outras intenções também estejam presentes. Vários exemplos deste tipo de gênero de genealogia são encontradas no livro de Reis e das Crônicas, onde um rei era sucedido pelo seu filho (ou usurpador). As genealogias patriarcais também são normamelmente usadas para propósitos cronológicos. Samuel Kulling afirmar que as muitas anotações numéricas, especialmente a idade dos pais na procriação, é um indício de que o tipo de cronologia descrita em Gênesis 5 e 11 é cronológica e deve ser interpretada como possuindo nenhuma omissão.[1]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;James Jordan, um outro teólogo desenvolve este ponto um pouco mais adiante. Segundo ele há muitas formas de genealogia: genealogias contínuas, genealogias descontínuas, genealogias cronológicas e não cronológicas, genealogias que omitem poucas gerações, genealogias que omitem quase todas gerações, genealogias que não são nada mais do que uma lista de nomes e outras que vêm com anotações históricas e biográficas, genealogias de duas gerações, de 20 gerações, linear e segmentadas, etc. Cada uma com sua própria função e característica. No entanto, com a vasta opção de formas disponíveis, é improvável que o autor de Gênesis escolheria uma forma como a do capítulo 5 e 11, com sua cuidadosa recitação numérica de anos entre as gerações, se ele não acreditasse que sua lista de nomes fosse completa e sem lapsos. Segundo Jordan, dizer que há lapsos nestes textos é completamente ignorar o gênero dessas geneaologias.[2]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Jordan também sugere que o registro preservado em Gênesis 5 pré-data a convenção das antigas culturas do oriente médio de esquematizar uma genealogia com 10 gerações em suas literaturas, e talvez a genealogia de Gênesis 5 tenha sido a fonte desta convenção.[2] Só porque algumas listas de 10 gerações tenham sido esquematizadas, isto não quer dizer que todas as listas de 10 gerações que existam foram também esquematizadas. Se Gênesis 5 e 11 registram 10 gerações, é porque realmente existiram 10 gerações antes e depois do Dilúvio. A genealogia de Mateus foi esquematizada em três divisões de 14 gerações, mas notem que não há nehum valor numérico e que o propósito de Mateus não era dar uma cronologia detalhada, mas antes provar que Jesus era descendente direto da linhagem de Davi. Mateus intencionalmente deixou a genealogia de Jesus incompleta, talvez porque as letras hebraicas para o nome de Davi adicionadas dão 14. Comparar então a genealogia de Mateus 1 e Gênesis 5 constitui um erro básico de hermenêutica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Jordan também aponta o fato de que as genealogias de Gênesis 5 e 11 não são simétricas. A genealogia (hb. &lt;i style=""&gt;toledoth&lt;/i&gt;) de Adão contém 10 nomes (Adão até Noé) com o décimo tendo três filhos (Sem, Cam e Jafé). O &lt;i style=""&gt;toledoth&lt;/i&gt; de Sem tem apenas 9 nomes (Sem até Terá) com o nono tendo três filhos (Abrão, Naor e Harã).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" style="" border="0" cellpadding="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 92.85pt;" width="124"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Toledoth de Adão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 88.85pt;" width="118"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Toledoth de Sem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 92.85pt;" width="124"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;(Gn 5.1-32)&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 88.85pt;" width="118"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;(Gn 11.10-26)&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 92.85pt;" width="124"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Adão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Sete&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Enos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Cainã&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Maalaleel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Jarede&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Enoque&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Metusalém&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Lameque&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Noé (3 filhos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 88.85pt;" width="118"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Sem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Arfaxade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Salá&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Héber&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Pelegue&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Reú&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Serugue&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Naor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0.5in; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Terá (3 filhos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Dizer que Abrão (Abraão) conta como a décima geração não é válido para a suposta simetria de 10 gerações, senão a consistência demandaria que Sem fosse contado em Gêneis 5.32. &lt;/span&gt;A suposta simetria de 10 gerações na verdade não existe. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Muitos afirmam que o autor de Gênesis usou a Lista dos Reis da Suméria como fonte-padrão para traçar suas genealogias em Gênesis 5 e 11. Mas dizer que existe uma conexão entre a genealogia de Gênesis e a Lista dos Reis da Suméria é um equívoco. Gerhard F. Hasel dá 10 razões pelas quais não existem conexões, de fato ou de forma, entre Gênesis 5 e a Lista dos Reis da Suméria (LRS).[3] A LRS:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;a)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Têm nomes distintos daqueles de Gênesis em termos de linguagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;b)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Dá os anos do reinado, não os de duração de vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;c)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Correlaciona os reis com as cidades e não os pais com os filhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;d)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:country-region st="on"&gt;Usa&lt;/st1:country-region&gt;&lt;/st1:place&gt; números muito maiores&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;e)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Argumenta por uma unidade política entre a Suméria e a Akkadia, mas Gn 5 não tem nada a ver com política. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;f)&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Lista reis, não antepassados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;g)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Focaliza na localidade e não na universalidade como em Gn 5.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;h)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Começa com o início do reinado, e não com início da vida do homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;i)&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Termina com um rei chamado Suruppak e não com um herói do Dilúvio como Noé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.75in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;j)&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Não existe consistentemente numa forma de dez gerações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Segundo Gordon Wenham, a lista de Gênesis e a Lista dos Reis da Suméria tiveram uma fonte mais antiga que relatava o começo do mundo, da civilização e o Dilúvio. A diferença das genealogias tem a ver, ele afirma, com o propósito em que elas foram usadas. O autor da estória da Suméria talvez tenha invertido os nomes de muitos reis antigos numa tentativa política para justificar a reivindicação da sua cidade como líder da Mesopotâmia. Outras cidades talvez tenham inserido diferentes nomes de reis em números diferentes para apoiar suas devidas reivindicações. Os Hebreus não insertaram nenhuma lista de reis, pois eles não tinham nenhuma agenda política. Ao invés disto, eles usaram os nomes de seus antepassados - que eles conheciam até o primeiro homem - por razões históricas e religiosas. O ponto é que a lista de Gênesis 5 não parece ser dependente de nenhuma lista de reis da Suméria ou qualquer outro padrão de 10 gerações.[4]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;Há no entanto outra evidência que aponta para a fidedignidade do registro de Gênesis 5. Adão viveu até um pouco depois do nascimento de Lameque. E todos os patriarcas de Adão até Metusalém eram por um breve período de tempo, contemporâneos. Depois do Dilúvio, Sem quase viveu mais que Abraão e Héber viveu mais que Abraão por alguns anos. As vidas dos patriarcas se sobreponharam por um longo período. O problema é que os acadêmicos modernos são condicionados a pensar que longos anos passaram entre Adão e Abraão. A respeito disto Martinho Lutero escreveu:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.25in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.25in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;“Mas Noé viu seus descendentes até a décima geração. Ele morreu quando Abraão tinha 58 anos de idade [aqui Marinho assume que Terá gerou Abraão com 70 anos]. Sem viveu com Isaque uns 110 anos e com Esaú e Jacó uns 50 anos. Devia ser uma igreja verdadeiramente abençoada por ser dirigida por tão longo tempo por tantos patriarcas que viveram juntos por muitos anos.”[5]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;  &lt;sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O problema é que muitos teólogos acreditam que um longo período de tempo (talvez milhares de anos) tenha passado entre o Dilúvio e o chamado de Abraão, que o conhecimento de Deus foi perdido e Abraão foi chamado para restaurar este conhecimento. Contra este cenário nós temos Melquisedeque e sua cidade que pareciam ter completo conhecimento de Deus antes de Abraão, assim como também Jó e sua cultura, embora os amigos de Jó fizeram uma aplicação errada deste conhecimento. Depois dos dias de Abraão, aparentemente sem contato com os descendentes de Abraão, Balaão conhecia e profetizava em nome de Jeová. Provavelmente outros profetas também o faziam. Tal conhecimento abrangente de Deus contradiz a idéia de que passou um longo período entre o Dilúvio e Abraão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Um outro argumento que é usado em favor do suposto intervalo nas genealogias é de que quando Gênesis diz que ‘X’ gerou ‘Y,’ isto não quer dizer que ‘X’ era realmente o pai de ‘Y,’ mas que ele poderia ser um avô ou até mesmo um ancestral. Mas esta interpretação se constitui numa violação de um princípio hermenêutico básico e é contrário ao óbvio uso das palavras no texto. Nem mesmo os Judeus interpretavam esta genealogia assim (e.g. Joséfo). Até os dias de Lyell e Darwin, esse texto era entendido como uma contínua genealogia sem lapsos. Se esta lista não apresenta uma ligação direta de pai e filho não haveria razão para Moisés ter tido o trabalho de incluir as datas de nascimento dos primogênitos e das mortes dos progenitores. Moisés escreveu de tal maneira para que não existisse ambiguidade na mente dos seus leitores. Esses números seriam surpérfluos e sem nenhum significado, a não ser que o autor intencionasse atar os nomes juntos numa contínua sequência cronológica das gerações. Sem dizer é claro que o próprio livro de Gênesis estabelece o fato de que não havia nenhuma geração entre Adão e Sete (5.3), Sete e Enos (4.26), Lameque e Noé (5.28,29), Noé e Sem (6.10, 7.13, 9.18, 10.1, 11.10), Héber e Pelegue (10.25) e Terá e Abraão (11.27-32). Seria inconsistente admitir que havia gerações omitidas nos outros versículos, sendo que estes trechos desmentem tal tese. Adicionando à isto, Judas fala de Enoque como sendo o sétimo depois de Adão (Judas 14), demonstrando que não havia nenhuma crença na Igreja Primitiva de que havia lapsos nas gerações de Gênesis. Como Judas estava mais próximo e certamente mais familiar com a literatura antiga, segue-se que sua opinião carrega mais peso e autoridade do que a opinião dos teólogos modernos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Um outro argumento usado em prol do lapso ou intervalo nas genealogias são as &lt;i style=""&gt;supostas&lt;/i&gt; evidências extra-bíblicas. Esta além do objetivo desta apostila discutir este item por falta de espaço, pois este é um assunto vasto e volumes têm sido escrito a respeito. Basta ter em mente apenas que a maioria dos métodos de datação usados na arqueologia são falíveis (e.g. Carbono-14) e que os artefatos não vêm com uma etiqueta dizendo quantos anos eles têm. Então, muitas das datas que nós temos hoje de supostos artefatos que datam mais de 4000 A.C são especulações, pois de acordo com as evidências que nós temos hoje (e.g início da escrita), a história começa na Suméria (não mais que 2500 A.C.). As datas que temos hoje também são na verdade muito infladas, pois a pressuposição do uniformitarianismo está sempre por trás delas. Há até mesmo indícios de que o método em que a cronologia das dinastias egípcias são calculadas (&lt;i style=""&gt;sothic theory&lt;/i&gt;) está crucialmente errada. Se assim o for, tudo o que conhecemos sobre a cronologia de 500 A.C. para trás está completamente errado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Não há na verdade nenhum lugar onde intervalos de tempos possam ser inseridos nas genealogias. Até mesmo o nome Metusalém, dado pelo profeta Enoque (Jd 14) significa: “quando este morrer então virá,” e sua morte coincide com o Dilúvio.[6]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Há mais um argumento que precisa ser rejeitado. Este se refere a inserção de Cainã (um nome extra) em Lucas 3.36. Proponentes do intervalo de tempo nas genealogias de Gênesis usam este versículo como prova dos intervalos. Se há um intervalo aqui, eles dizem, então não há nada que previna uma ilimitada multiplicação de intervalos. Este Cainã extra aparece na maioria dos manuscritos gregos de Lucas e também na Septuaginta de Gênesis 11. Mas o nome provavelmente não estava no original, como mostra a seguinte evidência textual:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;a)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;O Cainã extra em Gênesis 11 é encontrado somente em manuscritos da LXX que foram escritos muito depois do Evangelho de Lucas. Os mais antigos manuscritos da LXX não contém este Cainã extra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;b)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A cópia mais antiga de Lucas omite o Cainã extra. Este é o papiro conhecido como P&lt;sup&gt;75&lt;/sup&gt; (datado entre 175-225).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;c)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Joséfo usava a LXX como fonte, mas ele não mencionou o Cainã extra quando ele escreveu a genealogia de Gênesis (&lt;i style=""&gt;Antiquities of the Jews&lt;/i&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt 0.5in; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;d)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Julius Africanus (c. AD 180–c. &lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;250) foi o primeiro historiador cristão a produzir uma cronologia universal. Na sua cronologia, escrita em 220, ele seguiu a LXX, mas omitiu o misterioso Cainã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" lang="PT-BR" &gt;Como vemos, o Cainã extra não está no manuscrito original. Certamente foi um erro casual do escriba.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" lang="PT-BR" &gt; Mas se um copista é responsável pelo erro, porque que este erro está também na LXX? Provavelmente foi adicionado mais tarde por um copista que queria conformar a LXX com Lucas. Uma outra evidência para isto é que a idade de Cainã (na LXX) no nascimento do seu filho e na sua morte são idênticas as datas de Salá, o próximo na linha. O copista provavelmente manteu o padrão e repetiu a idade do próximo patriarca. A doutrina da inerrância Bíblica não é afetada por isto. Como foi mostrado, o erro não estava no original, mas num dos poucos antigos manuscritos disponíveis para nós hoje. Resumindo este tópico, a análise contextual, linguística e histórica confirmam que não há lapsos ou intervalos nas genealogias de Gênesis 5 e 11.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;[1] Samuel Kulling, &lt;i&gt;Are the Genealogies in Genesis 5 and 11 Historical and Complete. That Is, Without Gaps?&lt;/i&gt; (Reihen, Switzerland: Immanuel-Verlag, 1996).&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;[2] James Jordan, “The Biblical Chronology Question.” &lt;i&gt;Creation Social Science and Humanities Quarterly&lt;/i&gt; 2 (Inverno 1979): 1-16.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;[3] Gerhard F. Hasel, “The Genealogies of Genesis 5 and 11 and Their Alleged Babylonian Background,”&lt;i&gt; &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:placename st="on"&gt;Andrews&lt;/st1:placename&gt;  &lt;st1:placename st="on"&gt;University&lt;/st1:placename&gt;&lt;/st1:place&gt; Seminary Studies&lt;/i&gt; 16 (1978): 361-74.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;[4] Gordon J. Wenham.&lt;i&gt; Genesis 1-15&lt;/i&gt;. Word Biblical Commentary. &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;Waco&lt;/st1:city&gt;, &lt;st1:state st="on"&gt;TX&lt;/st1:state&gt;&lt;/st1:place&gt;: Word, 1987. É importante notar que o trabalho de Abraham Malamat, (“King Lists of the Old Babylonian Period and Biblical Genealogies.” &lt;i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Journal of the American Oriental Society&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; 88 (1968): 163-173) levou quase todos os acadêmicos a crer que o bloco de 10 gerações era o padrão usado no antigo Oriente, e que o autor de Gênesis omitiu alguns nomes da fonte genealógica para se encaixar neste padrão. No entanto o trabalho de Robert Wilson (“The Old Testament Genealogies in Recent Research.” &lt;i&gt;Journal of Biblical Literature&lt;/i&gt; 94 (June 1975): 169-89), tem demonstrado as falhas nos métodos subjetivos e nas conclusões errôneas de Malamat. Gerhard F. Hasel também tem mostrado que a Lista dos Reis da Suméria não podem ser usadas como exemplo do padrão de bloco de 10 gerações, porque quase todas as versões da LRS tem entre 7 e 9 gerações. Então se um padrão de 10 gerações já chegou a existir, ele ainda precisa ser demonstrado. Não há mais nenhuma base para assumir uma esquematização de 10 gerações em Gênesis 5 e 11.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;[5] Martin Luther, &lt;i&gt;Commentary on Genesis&lt;/i&gt;, trans. J. Theodore Mueller (Grand Rapids: Zondervan, 1958), 199.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;[6] Alguns comentadores traduzem Metusalém por &lt;i style=""&gt;homem da lança&lt;/i&gt;. Mas o hebraísta Dr. Arnold Fruchtenbaum argumenta: “O nome Metusalém pode significar duas coisas: &lt;i style=""&gt;homem da lança&lt;/i&gt; ou &lt;i style=""&gt;quando este morrer, então virá&lt;/i&gt;. O debate não é sobre a segunda parte da palavra que em hebraico é &lt;i style=""&gt;shalach&lt;/i&gt;; e &lt;i style=""&gt;shalach&lt;/i&gt; quer dizer ‘enviar.’ Enquanto o conceito de enviar é o primeiro significado de &lt;i style=""&gt;shalach&lt;/i&gt;, o seu segundo significado é ‘ser lançado ou arremessado,’ assim alguns traduziriam &lt;i style=""&gt;shalach&lt;/i&gt; como ‘dardo, míssil ou lança.’ Mas este é apenas um sentido secundário da palavra, pois o seu primeiro sentido é &lt;i style=""&gt;enviar&lt;/i&gt; como qualquer léxico mostra. A maneira que você lida com &lt;i style=""&gt;shalach&lt;/i&gt; depende de como você lida com a primeira parte da palavra que tem duas letras hebraicas e é soletrado &lt;i style=""&gt;mat&lt;/i&gt;. Baseado na raiz da palavra, o sentido seria ‘homem.’ Por isso que os comentaristas concluem &lt;i style=""&gt;homem da lança&lt;/i&gt; ou &lt;i style=""&gt;homem do dardo&lt;/i&gt;. Mas o termo &lt;i style=""&gt;lança&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;dardo&lt;/i&gt; não é o sentido de &lt;i style=""&gt;shalach&lt;/i&gt; em qualquer léxico que eu conheça....se &lt;i style=""&gt;mat&lt;/i&gt; foi intencionado para significar homem, se alguém fosse manter-se o mais literal possível, então isto não significaria &lt;i style=""&gt;homem da lança&lt;/i&gt; ou &lt;i style=""&gt;homem do dardo&lt;/i&gt;, mas &lt;i style=""&gt;homem enviado&lt;/i&gt;. A segunda opção para &lt;i style=""&gt;mat&lt;/i&gt; é que ela vem da raiz que quer dizer ‘morrer.’ Além do mais a letra &lt;i style=""&gt;vav&lt;/i&gt; entre &lt;i style=""&gt;mat&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;shalach&lt;/i&gt; lhe dá uma força verbal. Por isso que eu prefiro aderir estritamente ao sentido literal, usando a raiz &lt;i style=""&gt;morrer&lt;/i&gt;, isto literalmente significaria ‘ele morre, será enviado.’ Eu prefiro a tradução: &lt;i style=""&gt;quando ele morrer, então será enviado (ou então virá&lt;/i&gt;) por duas razões. A primeira é que se enquadra melhor no sentido literal do hebraico, e a segunda é que esta definição é melhor no contexto maior, pois seguindo a cronologia de Gênesis, o mesmo ano em que Metusalém morreu foi o ano do Dilúvio. Eu não creio que era puramente coincidência.” Fruchtenbaum, A.G., comunicação pessoal, 7 de Novembro 2000.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-2342017108273842767?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/2342017108273842767/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=2342017108273842767' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2342017108273842767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2342017108273842767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-enigma-das-genealogias-antigas.html' title='O Enigma Das Genealogias Antigas'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-4674659903337738810</id><published>2008-04-03T08:37:00.001-07:00</published><updated>2008-04-03T08:37:45.960-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gênesis'/><title type='text'>A Torre da Confusão</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Gênesis 10.5, 20, 31 parece indicar que a humanidade falava muitas línguas, mas Gn 11.1 afirma que toda a terra falava uma só língua. Estaria a Bíblia em contradição? Não necessariamente. Gênesis 10 foi escrito após a dispersão de Babel (talvez a fonte tenha sido Sem), enquanto Gênesis 11 relata um evento específico que gerou a diáspora dos povos pós-diluvianos. Em outras palavras, certamente Moisés está usando fontes antigas para traçar a genealogia dos filhos de Noé em Gênesis 10. Seu propósito é providenciar o contexto da narrativa que se segue em Gênesis 11. Neste sentido, aquilo que ele descreve geograficamente e linguisticamente no capítulo 10, ele descreve teologicamente no capítulo 11. De um panorama geral, ele agora passa a descrever os eventos específicos e cruciais que resultaram na separação dos clãs em muitas nações. Pelo contexto de Gênesis 10, nós podemos inferir que a divisão das línguas na Torre de Babel, se deu entre clãs diferentes (há 70 nações em Gn 10, 14 de Jafé, 30 de Cam e 26 de Sem). Sem dúvida nenhuma, cada patriarca desses diversos clãs foram os fundadores das primeiras nações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Alguns pontos precisam ser salientados. A construção da Torre foi uma tentativa de desobedecer a ordem direta de Deus de &lt;i style=""&gt;separação e repovoamento da terra&lt;/i&gt; (Gn 9.1; Gn 11.4). A separação do povo através do corte de seu meio de comunicação serviu não só como juízo, mas também como uma maneira forçada de Deus fazer prevalecer a Sua Vontade, que era o repopulamento da terra. Se a separação das línguas se deu nos dias de Pelegue (seu nome quer dizer &lt;i style=""&gt;divisão&lt;/i&gt;), por simples adição da genealogia de Sem (Gn 11) então, Pelegue nasceu 101 anos após o Dilúvio. Esta seria a data da construção da Torre de Babel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Jafé é considerado o pai dos indo-europeus. Dentre seus filhos, Madai é considerado o antepassado dos Medos, Javã é identificado com a Grécia, Tubal possivelmente com a Russia (ele é associado com Magogue em Ez 38.2), Meseque é preservado nos nomes Muskovi (Moscou) da mesma forma que Tubal é preservado no nome Tobolsk (antigo Tibareni) e Tirás é identificado com os Etruscos. Cuxe é identificado com a Etiópia e Mizraim é identificado com o Egito. De acordo com Joséfo, Fute é identificada com a Líbia e Canaã é certamente o progenitor dos cananeus que habitavam no oriente médio nos dias de Moisés. Os filhos de Cuxe parecem ter habitado a Arábia. De interesse para nós é Ninrode, o fundador da Babilônia e é bem provável que ele foi mais tarde identificado com Marduk um dos principais deuses da Babilônia. Seu nome é preservado de várias maneiras em muitos lugares geográficos. Sem dúvida nenhuma ele foi o mais influente líder da humanidade após o Dilúvio. &lt;/span&gt;Alguns também o identificam com Gilgamesh. &lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Isto é também corroboado pelo fato de que um dos seus reinos foi Ereque que é identificado com Uruk, a cidade natal de Gilgamesh. Sem como todos sabem, foi o pai dos hebreus e dos povos semitas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-4674659903337738810?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/4674659903337738810/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=4674659903337738810' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4674659903337738810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4674659903337738810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/torre-da-confuso.html' title='A Torre da Confusão'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-2429534487104960444</id><published>2008-04-03T08:26:00.000-07:00</published><updated>2008-04-03T08:35:42.159-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gênesis'/><title type='text'>O Enigma dos ‘Filhos de Deus’</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A natureza dos &lt;i style=""&gt;Filhos de Deus&lt;/i&gt; em Gênesis 6.2,4 tem sido motivo de muita especulação através dos séculos. Quero aqui então apresentar três das mais proeminentes interpretações deste texto. Mas antes, é bom salientar que não devemos ser dogmáticos em nossas interpretações. Devemos antes fazer a clara distinção entre interpretações divergentes e heresias. A heresia é tudo o que fere a sã doutrina de tal maneira que resulte em perda de salvação (e.g. negar que Cristo veio em carne ou negar sua Divindade). Acreditar que os &lt;i style=""&gt;filhos de Deus&lt;/i&gt; eram a linhagem de Sete ou anjos caídos não afeta a salvação individual, portanto ela não se constitui numa heresia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Linhagem de Sete&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Segundo esta tese, os &lt;i style=""&gt;filhos de Deus&lt;/i&gt; seriam os filhos de Sete, pois há uma correlação entre a proclamação do nome do Senhor e a genealogia de Sete (Gn 4.26). Além do mais há uma clara referência bíblica que afirma que os anjos não se casam (Mt. 22.30). A expressão filhos de Deus é também aplicada no NT aos cristãos. Segue-se então que Gn. 6.2,4 não poderia estar se referindo a anjos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O ponto fraco desta interpretação é que se Moisés quisesse significar a linhagem de Sete, ele deixaria isto bem claro, no entanto, aquilo que ele nos escreve é obscuro. E é bem possível que identificar os filhos de Deus com a linhagem de Sete não era a intenção original do autor (da mesma forma em que não foi sua intenção dizer que há um intervalo de tempo entre Gn 1.1 e Gn 1.2). A tentativa então de conectar os filhos de Deus com a linhagem de Sete parece ser uma interpretação naturalista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anjos de Deus&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Esta tese afirma que os filhos de Deus eram os anjos caídos. Esta interpretação tem raízes no próprio judaísmo inter-testamentário. O &lt;i style=""&gt;Livro de Enoque&lt;/i&gt;, o qual era um conjunto de tradições judaicas, enfatiza claramente que os filhos de Deus eram anjos. Judas ainda faz uma singela menção do Livro de Enoque. Flávio Joséfo também interpretava os filhos de Deus como anjos (Livro 1, capítulo 3.1). Alguns Pais da Igreja como Justino Mártir, Irineu, Clemente de Alexandria e Tertuliano[1] também interpretavam esses versículos assim, sem mencionar os tradudores da Septuaginta que traduziram &lt;i style=""&gt;filhos&lt;/i&gt; de Deus por &lt;i style=""&gt;anjos &lt;/i&gt;de Deus. Adicionando à isto, a expressão &lt;i style=""&gt;filhos de Deus&lt;/i&gt; só aparece 5 vezes no VT: 2 vezes em Gênesis (6.2,4) e 3 vezes em Jó (1.6; 2.1; 38.7) e todas elas são usadas &lt;i style=""&gt;exclusivamente&lt;/i&gt; para anjos.[2] O livro de Jó e o Pentateuco são considerados os mais antigos do VT, sem dizer que o Talmude atribui a autoria do livro de Jó a Moisés. Se Moisés então quis dizer &lt;i style=""&gt;anjos&lt;/i&gt; toda vez que ele menciona &lt;i style=""&gt;filhos de Deus&lt;/i&gt; em Jó, porque então não seria ele consistente ao descrevê-los em Gênesis? Vale lembrar que as expressões &lt;i style=""&gt;filhos de Deus&lt;/i&gt; no NT são irrelevantes para a interpretação de Gênesis, não só porque a língua do NT é diferente, mas também pelo fato de que é o contexto que determina o significado da palavra e não o intertexto. Sem dizer é claro que o NT e o Pentateuco estão separados por 1,500 anos e novos sentidos são adicionados a antigas expressões durante um longo periodo. Mas talvez o argumento mais forte que os proponentes desta tese tem não é limitado a semântica, mas sim as alusões do NT.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Se os anjos caídos realmente coabitaram com as mulheres com o propósito de corromper a semente humana, pois a &lt;i style=""&gt;semente da mulher&lt;/i&gt; traria derrota ao reino das trevas (Gn 3.15), então a proclamção do trinfo de Cristo aos espíritos que estavam em prisões - e que foram desobedientes enquanto a longaminidade de Deus aguardava nos dias de Noé (1 Pe. 3.19-20, 2 Pe 2.4-5) - faz completo sentido. Pois assim a semente da mulher haveria triunfado sobre a conspiração das trevas. Judas também afirma que os anjos não tinham mantido sua posição de autoridade (ou “estado original”) e que semelhante a eles, Sodoma e Gomorra seguiram após outras (“diferentes”) carnes (v. 6). Judas parece fazer uma correlação direta entre o pecado antinatural de Sodoma e Gomorra com os dos anjos caídos. Adicionando á isto, tanto Pedro quanto Judas estavam bem familiarizados com a uniforme interpretação judaica de Gênesis 6.[3] É realmente meio difícil acreditar que eles não estavam com tais interpretações em mente quando escreveram tais palavras, principalmente Judas que cita o &lt;i style=""&gt;Livro de Enoque&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O contra-argumento desta tese é que Mt. 22.30 afirma que os anjos não se casam. Os proponentes desta tese no entanto argumentam que esta passagem só revela o &lt;i style=""&gt;estado&lt;/i&gt; dos anjos, e não se eles tem sexo ou não. Outros argumentam que esta passagem é específica aos bons &lt;i style=""&gt;anjos no céu&lt;/i&gt;, não aos anjos caídos, os quais abandonaram seu estado original. Há no entanto, um contra-argumento mais sério contra esta tese. Eu não tenho dúvida que um teólogo teria pesadelos à noite ao se deparar com perguntas como estas: &lt;i style=""&gt;Será que os anjos possuem sexo?&lt;/i&gt; E se a resposta for afirmativa:&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;Será que eles podem ter relações sexuais com a humanidade? &lt;/i&gt;E&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;se a resposta for novamente afirmativa: &lt;i style=""&gt;Que tipo de natureza teria este filho? Seria ele meio-homem e meio-anjo? E mais importante, teria ele um espírito e uma alma?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Ainda que os anjos pudessem se materializar, não há indícios de que eles podem se reproduzir. Um anjo-homem seria uma anomalia impossível. Isto estaria fora do propósito da Criação de Deus. Anjos caídos não são prospectos de salvação, mas homens e mulheres são. Também a idéia de um anjo - que é &lt;i style=""&gt;espírito&lt;/i&gt; e que não tem alma - criando uma vida humana é incrível. Se fosse assim, o nascimento de Cristo seria uma mera imitação daquilo que os anjos já tinham feito no mundo pré-diluviano. E parece que somente a Deus é dado o poder sobre a vida (tanto de criar como destruir). Os anjos são incapazes de criar &lt;i style=""&gt;novas criaturas&lt;/i&gt; (e.g. homem-anjo), pois este é um poder soberano e exclusivo de Deus. A incarnação de um Ser Metafísico num mundo físico foi um milagre único, que jamas será repetido. È difícil de crer que outros seres metafísicos tenham tido igual êxito. Estes paradoxos no entanto, são resolvidos através da seguinte interpretação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Homens Possuídos Pelos Demônios&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Segundo esta tese, os &lt;i style=""&gt;filhos de Deus&lt;/i&gt; de Gênesis 6 são realmente anjos, pois esta era a intenção original do autor e assim não só os Judeus, mas também Pedro e Judas entendiam. No entanto, uma união angelical e humana é impossível, pois os anjos não se casam. Entretanto, sendo que o período de Noé era de total anarquia e amoralidade, eles (os anjos) teriam possuído corpos de homens iníquos e tomado parte nas mais diversas orgias. Os homens de renome do passado, semelhante a seus pais eram também possuídos por demônios. Sua alta estatura poderia ser muito bem fruto&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;de manipulação genética dos espíritos maus. Se os geneticistas e biologistas moleculares de hoje podem fazer tais feitos como clonagem e manipulação genética, Satanás sendo mais inteligente que o homem também poderia fazê-lo. A complexa forma de trabalhar do DNA não estaria escondida de seus olhos. Se genes animais podem ser inseridos no DNA humano hoje, o que então Satanás não poderia fazer com sua intenção malígna de destruir a &lt;i style=""&gt;imagem de Deus&lt;/i&gt;? Isto parece ser corroborado pela idéia de que eles &lt;i style=""&gt;escolheram&lt;/i&gt; aquelas que mais lhes agradaram. Isto parece ser um processo seletivo, para gerar os filhos mais excelentes possíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Certamente não podemos falar com certeza pois a Bíblia não nos dá detalhes. Mas experimentos de reprodução selecionada para produzir uma raça de gigantes certamente estavam ao seu alcance. Não teria ele insertado genes e fabricado clones talves? Não seria pelo fato desta civilização estar além de reparo que Deus enviou o Dilúvio para começar tudo de novo com Noé? Talvez o empolgamento de muitos homens hoje em abraçar as possibilidades da clonagem humana e manipulação genética devam servir de alerta para nós hoje, pois assim como foi nos Dias de Noé será na Volta do Filho do Homem. Da mesma forma em que uma civilização inteira foi destruída pelo Dilúvio, a nossa também pode sofrer consequências terríveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[1] David W. Bercot, &lt;i style=""&gt;A Dictionary of Early Christian Beliefs&lt;/i&gt; (Peabody, MA: Hendrickson, 1998). &lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Segundo alguns Pais da Igreja como Tertuliano, os anjos foram responsáveis por ensinar aos homens artes ocultas como astrologia, metalurgia, propriedades naturais das ervas e promulgação do poder dos encantamentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;[2] No entanto Oséias 1.10 traz a expressão &lt;i style=""&gt;filhos do Deus Vivo&lt;/i&gt; se referindo aos fihos de Israel. Sem dizer que passagens como Dt 14.1, 32.5 e Os 11.1 trazem a palavra &lt;i style=""&gt;filho&lt;/i&gt; aludindo a relação filial entre Deus e Israel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;[3] O fato de Judas ter mencionado o &lt;i style=""&gt;Livro de Enoque&lt;/i&gt; não quer dizer no entanto que todas as tradições contidas no &lt;i style=""&gt;Livro de Enoque&lt;/i&gt; sejam verdadeiras, da mesma forma em que Paulo ao citar os filósofos gregos não estava corroborando toda a filosofia grega. Os escritores do NT estando sob a direção do Espírito e sabiam discernir o quanto da tradição judaica ou da filosofia grega eram verdade e o quanto eram mentira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-2429534487104960444?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/2429534487104960444/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=2429534487104960444' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2429534487104960444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/2429534487104960444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-enigma-dos-filhos-de-deus.html' title='O Enigma dos ‘Filhos de Deus’'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-4354269776033535459</id><published>2008-04-03T08:19:00.000-07:00</published><updated>2008-04-03T08:24:15.288-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Genética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gênesis'/><title type='text'>O Enigma Da Longevidade de Vida</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A busca pela imortalidade tem sido uma busca lendária que atravessa todos os tempos e culturas. Gilgamesh já procurava pelo segredo da Imortalidade. Os antigos imperadores da China tomavam poções para alcançar a imortalidade. Porque busca o homem a imortalidade? Porque tem o homem medo de morrer? A verdade é que a morte é tão comum e tão frequente na humanidade que ela já tem sido incorporada como parte da ordem das coisas naturais. Mas ao presenciar a morte, nós deveríamos perceber que algo está muito errado neste mundo. O homem não nasceu para morrer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nós temos no relato bíblico o registro de que os homens da antiguidade viviam por centenas de anos. O novo Mundo tem só 500 anos de idade, mas os homens da antiguidade tinham quase o dobro desta idade. Em 500 anos nós sabemos que muita coisa mudou nas Américas. Os índios perderam seu território e foram massacrados pelos colonizadores. Os colonizadores tornaram-se independentes de suas nações de origem e deram seus primeiros passoas na democracia moderna. Basicamente, nestes últimos 500 anos nós presenciamos o nascimento e o crescimento de uma civilização. Imagine então o que nossos antepassados não deveriam ter presenciado nos seus quase 1000 anos de vida? Infelizmente, talvez seja bem provável que quase todo traço das civilizações antediluvianas foram destruídas pelo Dilúvio. Mas um mistério permanece, como que eles viviam por tanto tempo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Muitos argumentam que as idades dada pela Bíblia são biologicamente impossíveis para o homem. Mas parece que existe algo além de fatores como doenças, dieta e ambiente que influenciam a longevidade humana: o código genético. Há um mecanismo no código genético que limita a idade do homem e das criaturas. É como que no momento em que o indivíduo nasce, um programa entra em funcionamento determinando um limite máximo de anos que ele pode viver. As bactérias como todos sabem, são unicelulares e elas não morrem naturalmente, antes elas se dividem e vão se dividindo através da mitose infinitamente. Porque então os nossos orgãos não fazem o mesmo? Se isto acontecesse, nós viveriamos perpetuamente e não morreríamos de morte natural. Mas parece que nossos orgãos realmente se degeneram depois de um tempo. As células de nosso corpo multiplicam e se renovam por um tempo, mas não para sempre. Depois de um certo número de vezes (80-90), elas param de se dividir e começam a se degenerar. Parece que há na ponta de cada cromossomo uma estrutura chamada de &lt;i style=""&gt;telômero&lt;/i&gt; que serve como um dispositivo usado para contar o número de divisões das células. Cada vez que a célula se divide, o telômero diminue. Depois que suas camadas acabam, a célula não é mais capaz de se dividir. Quando isto acontece, as células que morrem não são substituídas por células novas e acabam morrendo. Uma enzima chamada telomerase que enlonga os telômeros foi descoberta em 1980. A telomerase pode dar as células capacidade ilimitada de divisão. Uma das razões pela qual a ovelha clonada Dolly teve uma morte prematura era provavelmente porque ela herdou telômeros maturos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A telomerase é frequentemente ativa em células cancerosas, assim dividindo incontrolavelmente. Um exemplo famoso é o de Henrietta Lacks uma mulher de 31 anos que morava em Baltimore, Maryland que teve células removidas de um câncer maligno. Ela morreu em 1951, 8 meses depois de ter sido diagnosticada com câncer. Mas as células que foram tiradas dela têm se dividido continuamente por 60 anos depois da morte dela (até hoje). Esta linhagem celular que foi chamada de HeLa (as duas primeiras letras dos seus dois nomes) é praticamente imortal e tais células têm suprido os laboratórios de pesquisas por décadas, e tem sido instrumental no desenvolvimento de vacinas contra a pólio. Evidências da causa genética da longevidade vem de uma outra direção oposta – a doença do amadurecimento precose chamada &lt;i style=""&gt;progeria&lt;/i&gt;. Esta síndrome afeta uma em cada 8 milhões de crianças. As vítimas envelhecem 5-10 vezes mais rápidas do que o normal, exibindo sintomas de velhice como calvice, cataratas e osteoporose morrendo normalmente com 13 anos de enfarte ou ataque cardíaco. Segundo o Projeto do Genoma Humano, a progéria é causada por uma mutação em um dos 25,000 pares-bases na lâmina do gene A (LMNA).[1] Ou seja, se uma mudança única de uma base genética pode causar uma diminuição no tempo de vida humana em dez vezes, talvez algo parecido tenha acontecido depois do Dilúvio. Então a pergunta que devemos fazer não é: “Como que eles podiam viver por tantos anos?” mas sim, “Porque é que nós vivemos tão pouco?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Há também outros fatores que podem ter contribuido para a queda da longevidade. A diminuição da pressão atmosférica e o aumento da irradiação cósmica (em parte por causa do decaimento do campo magnético) talvez tenham contribuido para isto. Mas é bem mais provável que a longevidade esteja realmente correlacionada mais com a informação genética, pois Noé viveu 350 após o Dilúvio. Assim como o telômero, talvez tenha existido um outro gene responsável pela longevidade que foi perdido através de erros no código genético após o Dilúvio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Há também uma outra explicação, esta porém é metafísica e tem a haver com os efeitos da árvore da vida na longevidade de Adão. Não há nenhuma indicação bíblica que diga que a árvore da vida era &lt;i&gt;necessária&lt;/i&gt; para a sobrevivência do homem, mas certamente ela continha ingredientes tão maravilhosos que possivelmente (juntamente com os fatores do mundo antediluviano) ajudaram Adão, e através dele, seus descendentes, a viverem períodos longos mesmo depois da morte e do pecado já terem entrado no mundo. É de se supor que se a árvore da vida ainda estivesse entre os homens, e se eles se alimentassem dela continualmente, mesmo sob a maldição do pecado, o conceito de morte seria uma mera ilusão, as palavras de Paulo de que o sálario do pecado é a morte, deixariam de ter sentido. Por esta, razão, a árvore e o Jardim do Éden foram tirados da terra pelo próprio Deus. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nosso conhecimento acerca disto ainda é limitado. Se a árvore da vida teve algum efeito nos telômeros, não podemos dizer com toda certeza. Mas por mais que venhamos a ter avanços no campo da genética, uma coisa permanece correta, a desobediência do homem perante Deus trouxe morte para toda a humanidade. No hebraico original, Deus disse a Adão, &lt;i style=""&gt;morrendo morrerás&lt;/i&gt;. Depois da queda, o homem morreu espiritualmene de imediato e começou a morrer fisicamnete no mesmo dia, da mesma forma em que nós estamos morrendo gradualmente hoje. Por isso, que cada vez que olharmos nosso rosto no espelho e percebermos sinais de rugas, cabelos brancos e velhice, nós devemos nos lembrar da maldição que foi posta no homem no momento em que ele pecou no Éden. Em outras palavras, &lt;i style=""&gt;Momento Mori&lt;/i&gt;, ou seja, devemos nos lembrar sempre de nossa mortalidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;[1] M. Eriksson, Recurrent &lt;i style=""&gt;de novo&lt;/i&gt; Point Mutations in Lamin A Cause Hutchinson-Gilford Progeria Syndrome, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nature &lt;/span&gt;423(6937):293-298 (Maio 15, 2003)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;Fonte: SARFATI, Jonathan. &lt;i style=""&gt;Refuting Compromise&lt;/i&gt;. &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;Green Forest&lt;/st1:City&gt;, &lt;st1:state st="on"&gt;AR&lt;/st1:State&gt;&lt;/st1:place&gt;: Master Books, 2004.  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-4354269776033535459?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/4354269776033535459/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=4354269776033535459' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4354269776033535459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/4354269776033535459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-enigma-da-longevidade-de-vida.html' title='O Enigma Da Longevidade de Vida'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-8270543208038889494</id><published>2008-04-03T08:15:00.000-07:00</published><updated>2008-04-03T08:18:17.972-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Genética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gênesis'/><title type='text'>O Enigma da Variabilidade Genética</title><content type='html'>J.S Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Muitos acreditam que as várias raças que temos hoje só poderiam ter evolvido separadamente durante milhares de anos. De acordo com a Bíblia só existe uma raça, a &lt;i style=""&gt;raça humana&lt;/i&gt;. “Pois de um só ele fez todos os povos para povoar a terra” (At 17.26). A diferença que existe nas cores de pele pode ser explicada pela quantidade de melanina que cada indivíduo tem. A melanina é um pigmento marrom que é produzido em diferentes quantidades por células especiais em nossa pele. Aqueles que tem pouca melanina são &lt;i style=""&gt;caucasianos&lt;/i&gt;, se a pele produzisse mais melanina, eles seriam pretos. A melanina protege a pele dos danos provocados pelos raios ultra-violetas. Se você tem pouca melanina (e.g. caucasiano) e vive num ambiente muito ensolarado, é bem provável que você venha a adquirir câncer de pele. Nós não nascemos com um número exato de melanina, mas apenas um potencial fixo, o qual cresce como resposta a exposição solar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Bom, nós sabemos que toda nossa informação genética (aquilo que vai determinar como seremos, tipo: cor de cabelo, cor dos olhos, tamanho da perna, etc...) está codificada no DNA. O DNA é o mais complexo e formidável sistema de armazenamento de dados, ultrapassando com facilidade qualquer supercomputador em qualquer previsível tecnologia futura. Esta informação é copiada e transferida para as gerações futuras. O primeiro homem criado, Adão, foi criado com a melhor combinação possível de genes, a qual foi passada para seus descendentes e preservada em Noé até o Dilúvio. Depois de Babel, os homens se separam em várias nações. O clima, o ambiente assim como a barreira linguística foram fatores influentes em estabelecer a separação geográfica das mais vastas etnias. Por exemplo, considere um grupo de pessoas que emigrem para uma região quente (e.g. África). Aqueles que tem pele clara sofrerão mais do que os que tem pele escura e com o passar do tempo, o grupo de pele escura será predominante naquela região. O mesmo pode ser dito do grupo que emigra para uma região fria. Aqueles que tem pele escura não irão conseguir produzir vitamina D o suficiente (a qual é produzida pela pele em exposição ao sol); assim eles terão crianças menos saudáveis. Então com o decorrer do tempo, o grupo de pele clara será o predominante naquela região. Esta é a verdadeira seleção natural, a qual age em características que já estejam &lt;i style=""&gt;presentes&lt;/i&gt; e são incapazes de criar novas características (i.e. nova informação genética). Há também um outro fator que pode contribuir para o isolamento de grupos étnicos em regiões distantes. Os pigmeus são um exemplo disso. Se pessoas que possuem genes dominantes para baixa estatura fossem discriminadas, é bem provável que elas buscassem refúgio numa região isolada. Casando-se entre si, eles perpertuariam a sua “raça.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A idéia evolucionária de que existe muitas raças, umas mais inferiores à outras é portanto infundada. Na verdade foi a aplicação do darwinismo que originou o racismo e principalmente a exterminação dos Judeus no Holocausto. Uma outra idéia errônea que existe é que aqueles que tem pele escura se tornaram assim por causa da maldição que Noé lançou sobre Cam. Na verdade não foi Cam, mas o filho de Cam que foi amaldiçoado. E não há nenhuma relação entre a maldição de Cam e seus descendentes com a cor da pele. Os cananeus com certeza não tinham pele escura. E como foi demonstrado antes, é a quantidade de melanina que determina a cor da pele de uma pessoa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O mesmo pode ser dito da variedade genética que encontramos no reino animal. Seria um erro grotesco pensar que Noé colocou toda espécie de animais que nós temos hoje na Arca. Isto seria o mesmo que admitir que Noé não teria posto somente a sua família, mas também um representante de cada povo que nós temos hoje na Arca. As espécies não eram especializadas nos dias de Noé. Talvez não houvesse necessidade, sendo que o mundo pré-diluviano não era tão hostil como o mundo pós-diluviano, onde nós temos até a mudança na dieta dos animais. Hoje em dia nós temos o Panda por exemplo, que precisa de uma dieta especializada. Isto é resultado de uma especialização nas criaturas, ou seja uma mudança &lt;i style=""&gt;subtrativa&lt;/i&gt; no código genético (&lt;i style=""&gt;mutação degenerativa&lt;/i&gt;). Um outro exemplo de especialização genética (ou especiação) é o cruzamento de cachorros que é produzido pelo homem. O São Bernardo por exemplo, carrega um defeito mutacional, uma tiróide muito ativa, que faz com que ele viva em regiões frias para não sofrer um sobreaquecimento interno em regiões mais quentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Certamente os animais que vieram da Arca tinham um material genético (&lt;i style=""&gt;gene pool&lt;/i&gt;) com muito mais informações do que seus descendentes modernos, os quais carregam apenas uma porção do original. As vezes também toda a população se tornará extinta, sobrevivendo apenas um subtipo especializado. Por exemplo, nós temos muitos tipos de gatos no mundo, mas todos os gatos vieram de só uma família de gatos originalmente, da mesma forma em que todos os homens vieram de um só. Não só a especialização, ou cruzamento artificial, mas também mutações (erros na cópias da informação genética) podem contribuir para esta variação. Mas observem, que a mutação é uma &lt;i style=""&gt;perda&lt;/i&gt; de informação e nenhuma informação nova está sendo adicionada no código genético. Em outras palavras, a mutação é um mecanismo de desordem e não de ordem. Para a evolução acontecer, é necessário que exista nova informação, pois segundo o modelo evolucionário, as criaturas evolvem de simples para complexas. Nas mutações nós temos o contrário, as criaturas perdem informação. A especialização também não é evolução, pois ela age sobre a informação previamente criada e não é capaz de criar novas informações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-8270543208038889494?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/8270543208038889494/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=8270543208038889494' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8270543208038889494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/8270543208038889494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/o-enigma-da-variabilidade-gentica.html' title='O Enigma da Variabilidade Genética'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-427114375298306149</id><published>2008-04-03T07:54:00.000-07:00</published><updated>2008-04-03T08:12:22.315-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gênesis'/><title type='text'>O Enigma dos Dinossauros</title><content type='html'>J.S. Cavani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Dinossauros são usados mais do que qualquer outra coisa para indoutrinar os jovens e adultos na idéia de milhões de anos da terra. Muitos acreditam que a existência e a morte dos dinossauros está envolto de tanto mistério, que jamais saberemos o que realmente aconteceu com eles. Entretanto, os dinossauros são um mistério somente se você aceitar a teoria da evolução. De acordo com a evolução, os dinossauros evolveram há 235 milhões de anos atrás muito antes do que o homem. Nenhum homem jmais viveu com os dinossauros. Embora eles reinassem sobre a terra, algo aconteceu há 65 milhões de anos – eles desapareceram. Muitos evolucionistas acreditam que um asteróide os matou, outros afirmam que eles evolveram nos pássaros, então eles não estão extintos, mas estão sobrevoando sobre nós hoje. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Por outro lado, de acordo com a Bíblia, os dinossauros foram feitos junto com os animais terrestres no Dia 6 (Gn1.20-25,31). Os dinossauros não poderiam ter morrido antes da queda, como já foi discutido antes (i.e. o salário do pecado é a morte, ou seja, a morte é resultado do pecado, então não havia morte antes da Queda). &lt;span style=""&gt;Antes de mais nada, basta salientar que nem todos os dinossauros eram enormes, a maioria deles eram relativamente pequenos. Os dinossauros, como os répteis modernos, crescem por toda a vida. Ou seja, enquanto eles vivem, eles crescem. Não existe neles nenhum mecanismo genético que os condiciona a crescer até certa idade, como no homem que cresce até seus 21 anos. Portanto, só os dinossauros mais velhos possuíam um tamanho enorme. Os mais jovens eram pequenos, muitos chegando a ter o tamanho de uma ovelha. É razoável crer que Noé tomou somente dinossauros pequenos na Arca, para dar mais espaço aos outros animais. &lt;/span&gt;Aqueles que estavam fora da Arca pereceram nas águas e muitos dos seus fósseis permanecem hoje. Como o clima pós-diluviano havia mudado e havia falta de comida, doenças e ação antrópica, muitos animais se tornaram extintos. Os dinossauros como outras criaturas, morreram.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:11;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="main" style="margin: 0in 0in 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Porque então há visões diferentes acerca dos dinossauros? Os fatos são os mesmos. A razão é que os cientistas têm apenas o presente – os fósseis de dinossauros existem no presente – mas eles estão tentanto conectar os fósseis do presente ao passado. E segundo a maioria dos cientistas, o passado já foi pré-determinado pelo uniformitarianismo. Mas como é muito difícil reconstruir o passado, aqueles que estudam os fósseis (paleontogistas) tem as mais variadas teorias acerca dos dinosauros. Como tem sido dito, paleontologia é semelhante a política: as emoções falam mais alto e é muito fácil obter conclusões diferentes dos mesmos fatos.[1] &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A descoberta dos dinossauros é atribuído ao Dr. Robert Plot (1677) que havia encontrado ossos tão grandes que ele achou que pertencia a um homem gigante ou elegante gigante.[2] É importante saber que nenhum dinossauro desde então foi desenterrado com sua pele intacta. Mesmo se todos os ossos de um determinado dinossauro são encontrados, o paleontogista tem apenas 40% do animal para tentar descobrir o que ele originalmente parecia. Os ossos não dizem que cor o animal tinha, o que eles comiam e como se comportavam. Em suma, o que nós sabemos sobre os dinossauros é mais especulação do que fato. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Porque a Bíblia Não Menciona Dinossauros?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Você não encontra a palavra &lt;i style=""&gt;dinossauro&lt;/i&gt; na Bíblia porque este termo foi inventado apenas em 1841 por Richard Owen. Sir Richard Owen era um famoso anatomista britânico e o primeiro superintendente do &lt;i style=""&gt;British Museum&lt;/i&gt; (e também um combatente do darwinismo). Para descrever estes grandes animais do passado, ele inventou a palavra &lt;i style=""&gt;dinossauro&lt;/i&gt; que em grego quer dizer “terrível lagarto.” Será que haveria então uma outra palavra para dinossauro nos tempos antigos? Há na verdade lendas sobre &lt;i style=""&gt;dragões&lt;/i&gt; ao redor do mundo. Muitas das descrições dos dragões se encaixam com características de dinossauros específicos. Da mesma forma em que as tradições do Dilúvio são baseadas num verdadeiro Dilúvio, as lendas de dragões poderiam ser possivelmente baseadas em encontros reais com animais que hoje nós chamamos de dinossauros. Nós temos muitas estórias sobre dragões, &lt;a name="Southwest_Tanzania"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;a mais antiga que se tem registro é a &lt;i style=""&gt;Epopéia de Gilgamesh&lt;/i&gt;. Gilgamesh, herói da Suméria, foi dito que matou uma criatura réptil chamada Khumbaba numa floresta de cedro. Temos também o exemplo dos britânicos, que são os primeiros europeus a produzir estórias a respeito de um certo monstro que matou e devorou o Rei Morvidus de Gales em 336 A.C. O épico anglo-saxão &lt;i&gt;Beowulf &lt;/i&gt;conta como Beowulf (495-583 AD) da Escandinávia matou um monstro chamado Grendel e muitas serpentes-répteis, mas perdeu sua vida com 88 anos quando tentava matar um réptil voador. Outras estórias medievais de heróis e dragões incluem Siegfried dos nórdicos, que matou um monstro chamado Fafnir; Tristam, Rei Artur, Sir Lancelot; e talvez o mais famoso de todos, São Jorge que se tornou o santo padroeiro da Inglaterra. A insígnia de dragão era também usada por muitos exércitos. Na Inglaterra, antes da conquista dos Normandos em 1066, o dragão era a mais frequente insígnia real. Outro rei que usava a insígnia do dragão era Richard I que em 1191 lutou nas Crusadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Na China, o dragão aparece como símbolo nacional da Família Real. Há também muitas estória sobre dragões na China. O dragão fazia parte da bandeira chinesa até 1911 quando a dinastia foi derrubada em favor da república. Embora ao longo dos anos as estórias de dragões foram embelezadas, o fato de sua existência virtual e as muitas semelhanças entre eles e os dinossauros apontam para uma realidade inescapável. Os contos de fadas para crianças sempre trazem desenhos fantasistas de dragões, os dragões históricos no entanto, não tem este elemento imaginário. Parece então, que em todos os tempos, as pessoas tem tido uma familiaridade única com os dragões. A Bíblia também os menciona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A palavra hebraica &lt;i style=""&gt;tanniyn&lt;/i&gt; é usada tanto para descrever monstros marinhos como dragões (na Versão do Rei Tiago - KJV). È interessante notar que ela aparece em Gn 1.21 onde os tradutores da KJV as traduzem por baleias, mas em outros lugares é traduzido por dragão (Salmo 74.13; Is 27.1, 35.7, 43.20, 51.9; Jr 9.11, 10.22, 14.6, 49.33, 51.37).[3] Temos alguns exemplos abaixo: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;(a) “E eu farei Jerusalém, um monte de pedras e morada de dragões [tanniyn]” (Jer 9.11). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;(b) “Irmão me fiz dos dragões [tanniyn], e companheiro dos avestruzes.” (Jó 30.29).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;(c) “Tu dividiste o mar pela tua força; esmigalhaste a cabeça dos monstros marinhos [tanniyn] sobre as águas.” (Salmo 74.13) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;(d) “Louvai ao Senhor desde a terra, vós, monstros marinhos [tanniyn] e todos os abismos.” (Salmo 148.7)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;(e) “As hienas uivarão nos seus castelos, e os dragões [tanniyn] nos seus palácios de prazer; bem perto está o seu tempo, e os seus dias não se prolongarão.” (Is 13.22.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;É importante notar isso porque a KJV (Versão do Rei Tiago) foi publicada em 1611. Os tradutores da Bíblia estavam satisfeitos por usar a palavra dragão, confiantes que esta seria uma palavra que faria sentido para os seus leitores e não uma palavra mística que iria confundir a mente dos leitores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Temos ainda no livro de Jó dois animais que segundo a descrição dada por Deus, se assemelham muito a estes tão famosos lagartos terríveis. Um deles parece ser um tipo de animal que até mesmo respirava fogo pelas narinas, talvez ele tivesse um tipo de mecanismo genético capacitando-o a produzir uma explosão. “Poderás tirar com anzol o leviatã…os seus espirros fazem resplandecer a luz…&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; &lt;span style=""&gt;…da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela. Dos seus narizes procede fumaça…o seu hálito faz incender carvões, e da sua boca sai uma chama” (Jó 41.1-34). Talvez ele fosse um &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Sarcosuchus&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; de 12 metros ou um&lt;i&gt; Liopleurodon&lt;/i&gt; de 25 metros (com certeza ele não era um crocodilo). Alguns argumentam que estas passagens devem ser interpretadas figuramente. Mas isto parece incrível porque Deus menciona vários animais reais para Jó no capítulo 39 (leões, cabras monteses, corça, jumento selvagem, boi selvagem, avestruz, cegonha, cavalo, gafanhoto, falcão e águia). Se o Leviatã deve ser interpretado figuramente, então porque não interpretar os outros animais figuramente? Mas realmente não é este o sentido do texto, Deus claramente está questionando Jó a respeito de eventos reais e tangentes que Jó vê no seu dia a dia, mas não pode contudo explicar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:11;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O outro animal é o vegetariano Beemote&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt; que pode ser tanto um &lt;i&gt;Diplodocus &lt;/i&gt;ou um &lt;i&gt;Brachiossauro&lt;/i&gt;. “Contemplas o Beemote que eu fiz contigo, que come erva como o boi…move sua cauda como o cedro, seus ossos são como tubos de bronze…eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até sua boca” (Jó 40.15-24). Será que o Beemote seria o maior animal que Deus criou? Jó 40.19 diz que ele &lt;i style=""&gt;ocupa o primeiro lugar entre as obras de Deus&lt;/i&gt;. Muitos comentadores dizem que o Beemote era um elefante ou um hipopótamo. Mas o hipopótomo e o elefante não eram as maiores criaturas terrestres (e.g. dinossauros). Esta interpretação não faz sentido, pois a cauda do elefante e do hipopótamo não são como o cedro. Nenhuma criatura podia se encaixar nesta descrição a não ser o &lt;i&gt;Brachiossauro&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;, um dos maiores dinossauros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Será Que Não Há Nenhum Dinossauro Vivo Hoje?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Há evidências de que os ossos de dinossauros não tem milhões de anos. Cientistas da Universidade Estadual de Montana encontraram ossos do &lt;i style=""&gt;T. Rex&lt;/i&gt; que não estavam completamente fossilizadas. Partes dos ossos continham aquilo que parecia ser hemoglobina e céculas do sangue.[4] &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Filmes como &lt;i style=""&gt;Jurassic Park&lt;/i&gt; mostram os dinossauros como agressivos carnívoros. Mas a mera presença de dentes afiados não diz como o animal se comportava e o que comia, mas apenas que tipo de dente ele tinha. O panda tem dentes afiados, mas come apenas bambu. Grande parte das espécies dos ursos que tem dentes afiados são vegetarianos.[5] Gênesis nos diz que todos eram originalmente vegetarianos (Gn 1.30) até mesmo os dinossauros. Mas o comportamento deles mudaram após o dilúvio (Gn 9.2-3), ou até mesmo após a queda. No filme também mostra uma região dominada por grandes e colossais dinossauros, mas como já foi dito antes o tamanho médio de um dinossauro era o de uma ovelha (baseado nos esqueletos descobertos ao redor do mundo).[6]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Seria realmente excitante se um dinossauro fosse descoberto vivo. Certamente seria um embaraço para o evolucionista. Não obstante, há exploradores e nativos da África que relataram ter visto um animal semelhante ao dinossauro no século 20.[7]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[1] Benton, &lt;i&gt;Dinosaurs: An A–Z Guide&lt;/i&gt;; Norell, et al., &lt;i&gt;Discovering Dinosaurs in the American Museum of Natural History&lt;/i&gt;, 62–69; V. Sharpton e P. Ward, Eds., &lt;i&gt;Global Catastrophes in Earth History&lt;/i&gt;, The Geological Society of America, Special Paper 247, 1990.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;[2] S. West, Dinosaur Head Hunt, &lt;i&gt;Science News&lt;/i&gt; &lt;b&gt;116&lt;/b&gt;(18):314–315, 1979.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;[3] &lt;span style=""&gt;O termo dragão (tanniyn) aparece no Antigo Testamento umas 20 vezes. Uma vez metaforicamente referindo-se ao Faraó (Eze 29.3), mas outras vezes referindo-se a animais. Por exemplo: “Pisarás o leão e a áspide [&lt;i&gt;tanniyn&lt;/i&gt;]” (Sal 91.13). A versão João Ferreira de Almeida traz a palavra áspide, e em outras partes chacal para substituir a palavra hebraica &lt;i&gt;tanniyn&lt;/i&gt;. Isto é um erro, pois tanniyn não significa chacal e nem áspide, antes tanniyn é usado para designar &lt;i&gt;dragão, dinossauro, monstro marinho, serpente marinha ou serpente venenosa ou baleia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[4] D. Swift, Message On Stone, &lt;i style=""&gt;Cre&lt;span style=""&gt;ation&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;b&gt;19&lt;/b&gt;(2):20–23, 1997.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;[5] Os evolucionistas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;dizem que o Panda evolveu num carnívoro, mas depois mudou sua dieta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[6] D. Ager, &lt;i&gt;The New Catastrophism&lt;/i&gt; (Cambridge, UK: Cambridge University Press, 1993).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[7] Anon., Dinosaur Hunt, &lt;i&gt;Science Digest&lt;/i&gt; &lt;b&gt;89&lt;/b&gt;(5):21, 1981. Veja H. Regusters, Mokele-mbembe: an investigation into rumors concerning a strange animal in the Republic of Congo, 1981, &lt;i&gt;Munger Africana Library Notes&lt;/i&gt;, &lt;b&gt;64&lt;/b&gt;: 2–32, 1982; M. Agmagna, Results of the first Congolese mokele-mbembe expedition, &lt;i&gt;Cryptozoology&lt;/i&gt; &lt;b&gt;2&lt;/b&gt;:103, 1983, citado em &lt;i&gt;Science Frontiers 33&lt;/i&gt;, 1983&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.answersingenesis.org/home/area/faq/dinosaurs.asp&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1269615581239644988-427114375298306149?l=evolution-myth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evolution-myth.blogspot.com/feeds/427114375298306149/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1269615581239644988&amp;postID=427114375298306149' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/427114375298306149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1269615581239644988/posts/default/427114375298306149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/terrveis-lagartos-o-enigma-dos.html' title='O Enigma dos Dinossauros'/><author><name>J. S. Cavani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14511214480396661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9F3H_2Bd0h8/SmHsXyx8_fI/AAAAAAAAAYc/doR_Dc6y8MI/S220/Jonatas5i.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1269615581239644988.post-4718262143403886426</id><published>2008-04-03T06:01:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T16:41:18.075-07:00</updated><category scheme='
